Aparições Espirituais em Imagens

Mãe de Hans Holzer

As fotografias de fantasmas são consideradas por alguns pesquisadores dos fenômenos parapsíquicos e espirituais como uma fonte confiável de informação e contato com outras dimensões, desde que devida e criteriosamente analisadas. Entre as centenas de imagens disponíveis na internet, destacamos algumas para os leitores da Espiritismo & Ciência.

Fotos e textos originais: Troy Taylor, do site Ghosts of the Prairie (www.prairieghosts.com)

A tentativa de captar imagens de fantasmas – seja por meio de máquinas fotográficas, seja por filmes ou vídeo –, tem sido uma constante na história da investigação do mundo espiritual. Existem fotos clássicas a esse respeito, como a de Lorde Combermere, apresentada a seguir, e muitas fotos recentes.

Ultimamente, também se tornou comum obter fotografias em cemitérios, com formação de figuras translúcidas, ou apenas névoas sem forma definida, assim como dos chamados orbes – círculos de luz que não podem ser atribuídos a reflexos nas lentes ou a outros fenômenos, como a condensação da respiração de pessoas que estejam presentes na ocasião.

Salão de Jantar

A internet tem sido uma fonte constante de imagens desse tipo, obtidas nos mais diferentes países. Por outro lado, também é constante a apresentação de fraudes, que se tornam mais comuns de acordo com a evolução das técnicas fotográficas e com a facilidade de tratamento de imagens por meio de computadores.

Aqui, apresentamos algumas imagens fornecidas por pesquisadores sérios do fenômeno, que seguem o procedimento de sempre apresentar as fotografias a especialistas para que seja feita uma análise criteriosa dos originais. Na maioria das vezes, no momento em que estão fotografando as pessoas não percebem qualquer presença espiritual, que surge somente após a revelação dos negativos. No entanto, no histórico das investigações, foram registrados inúmeros casos em que os fantasmas foram percebidos, até por mais de uma pessoa, antes de sua imagem ser captada na película.
Cemitério próximo a Des Plaines, Illinois




A PRISÃO MAL ASSOMBRADA




A Prisão Victoria Road na Ilha de Man abriu em 1891 e foi o lar de criminosos por mais de um século.

Inevitavelmente, este velho prédio de tijolos vermelhos vitoriano, em Douglas, inspirou inúmeras histórias de fantasmas.

Estranhos e inexplicáveis incidentes teriam ocorrido regularmente em três diferentes áreas da prisão.

Eles foram testemunhados por presos e funcionários e, agora, que o edifício fechou para negócios, estas histórias finalmente estão sendo contadas.

Norman Douglas Quilliam é um agente penitenciário aposentado. Trabalhou na Victoria Road, de 1967 até 1986. "Havia três celas nesta prisão absolutamente mal-assombradas, e falo por experiência própria", disse.

"Uma noite, quando eu estava dormindo no quarto acima do escritório, a roupa de cama foi arrancada, pelo que eu só posso descrever como uma entidade".

"Então eu posso dizer com convicção que as histórias assombradas de Victoria Road são verdadeiras. "

"Em quatro celas, os presos ficaram tão assustados que colocavam bíblias debaixo de suas camas e não tocavam nas paredes. Alguns deles estavam assustados, extremamente assustados ".

Em 2001 um relatório da Inspectoria Prisional concluiu que a Prisão Victoria Road não estava cumprindo a lei internacional dos direitos humanos.

Os prisioneiros eram proibidos de sair das celas e comiam suas refeições ao lado de seus baldes higiénicos.

Quilliam afirmou que nos velhos tempos a prisão ficava superlotada, e que às vezes ficavam três presos em cada cela.

"No verão o calor era sufocante e tínhamos de abrir as janelas para deixar entrar mais ar dentro dos quartos".

Em 1973, James Richard Lunney foi condenado por assassinato e levado para Douglas, e se tornou o último homem nas ilhas britânicas condenado à morte.

Ele permaneceu no corredor da morte na Victoria Road durante algumas semanas, mas sua pena foi depois comutada para prisão perpétua.
Quilliam disse que ele ficou preso na cela número 13, que mais tarde se tornaria conhecida como a cela do condenado.


"Havia entidades fantasmagóricas lá, e eu não posso explicar mais do que isso. A cela número três também era mal-assombrada. Muito barulho estranho, e batidas, especificamente do tecto, vinham daquela cela. As pessoas não gostam de ir lá".


"Dizem que os mortos não irão prejudicá-lo, que só os vivos prejudicam você. Isso é o que eu tentava lembrar quando trabalhava aqui".


Os presos foram transferidos da prisãoVictoria Road em 2008 para uma nova prisão construída em Jurby. O governo da Ilha de Man continua indeciso sobre o futuro da antiga construção.
"






O Misterioso Livro do Apocalipse

O livro do Apocalipse (chamado também, erroneamente, Apocalipse de São João), é um livro da Bíblia — o livro sagrado do cristianismo — e o último da seleção do Cânon bíblico.
A palavra apocalipse, do grego αποκάλυψις, apokálypsis, significa "revelação", formada por "apo", tirado de, e "kalumna", véu. Um "apocalipse", na terminologia do judaísmo e do cristianismo, é a revelação divina de coisas que até então permaneciam secretas a um profeta escolhido por Deus. Por extensão, passou-se a designar de "apocalipse" aos relatos escritos dessas revelações. Devido ao fato de, na maioria das bíblias em língua portuguesa se usar o título Apocalipse e não Revelação, até o significado da palavra ficou obscuro, sendo às vezes usado como sinônimo (errôneo) de "fim do mundo".
O título correto do livro é "A Revelação de Jesus Cristo", sendo a ideia básica de que os eventos descritos no livro foram revelados a Jesus Cristo, e este mostrou a seus servos as coisas que aconteceriam em breve. João, o escritor do livro, não é seu autor, apenas o escriba, que escreveu o livro ditado pelo autor, Jesus. Por duas vezes, João relata que o conteudo do livro foi revelado através de anjos.
Neste livro da Bíblia, conta-se que antes da batalha final, os exércitos se reúnem na planície abaixo de "Har Meggido" (a colina de Meggido). Entretanto, a tradução foi mal-feita e Har Meggido foi erroneamente traduzido para Armagedom, fazendo os exércitos se reunirem na planície antes do Armagedom, a batalha final.

Exegetas católicos e protestantes atribuem a sua autoria a João, o mesmo autor do Evangelho Segundo João, conforme o descrito no próprio livro:
Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodiceia.
— (Apocalipse 1:9–11)
Entretanto, correntes há que acreditam que o João mencionado aqui (referido como "João de Patmos") é outro indivíduo, diferente do apóstolo João. De acordo com Clarence Larkin, o fato do estilo deste livro ser totalmente diferente das epístolas de João é porque o autor do livro é Jesus Cristo, sendo João apenas seu escriba.



Medo - todos estão submetidos...

O medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo.
O medo é provocado pelas reações físicas sendo iniciado com descarga de adrenalina no nosso corpo causando aceleração cardíaca e tremores. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, depressão, pânico, etc.
Medo é uma reação obtida a partir do contato com algum estímulo físico ou mental (interpretação, imaginação, crença) que gera uma resposta de alerta no organismo. Esta reação inicial dispara uma resposta fisiológica no organismo que libera hormônios do estresse (adrenalina, cortisol) preparando o indivíduo para lutar ou fugir.
A resposta anterior ao medo é conhecida por ansiedade. Na ansiedade o indivíduo teme antecipadamente o encontro com a situação ou objeto que lhe causa medo. Sendo assim, é possível se traçar uma escala de graus de medo, no qual, o máximo seria o pavor e, o mínimo, uma leve ansiedade.
O medo pode se transformar em uma doença (a fobia) quando passa a comprometer as relações sociais e a causar sofrimento psíquico. A técnica mais utilizada pelos psicólogos para tratar o medo se chama Dessensibilização Sistemática. Com ela se constrói uma escala de medo, da leve ansiedade até o pavor, e, progressivamente, o paciente vai sendo encorajado a enfrentar o medo. Ao fazer isso o paciente passa, gradativamente, por um processo de reestruturação cognitiva em que ocorre uma re-aprendizagem, ou ressignificação, da reação que anteriormente gerava a resposta de alerta no organismo para uma reação mais equilibrada.





Demônios- Criaturas Malignas

Os demônios são, na realidade, os corpos-de-pecado que têm origem no comportamento perverso, dirigido para a satisfação do vício, actos brutais, etc. Muitas aparições de espectros ou fantasmas, erradamente atribuídas aos espíritos, têm origem nestas sombras, espécie de nuvens. Depois da morte, o corpo físico desintegra-se, mas o corpo-de-pecado é uma criação que persiste, separadamente, por anos e anos, muitas vezes até que a pessoa que lhe deu origem renasça. E, então actua como seu tentador, empurrando-a para a repetição dos vícios antigos. Pode ser até o causador de doenças físicas. 

Estas criaturas sem alma, criadas pelas nossas más acções, podem ser usadas por espíritos sub-humanos, chamados elementais. Podem agir como obsessores e prejudicar consideravelmente o desenvolvimento saudável. Às vezes prejudicam gerações inteiras e podem estar na origem dos assassínios praticados pelos caçadores de cabeças das Filipinas ou dos estranguladores da Índia. Todos eles praticam o assassínio como um ritual religioso. 



Demônio são anjos que junto a satanás foram expulsos dos céus, quando este se rebelou contra Deus. (Isaias 14.12-14 "Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo." ; Apocalipse 12.3,4 "3 Viu-se, também, outro sinal no céu, e eis um dragão, grande, vermelho, com sete cabeças, dez chifres e, nas cabeças, sete diademas. 4 A sua cauda arrastava a terça parte das estrelas do céu, as quais lançou para a terra; e o dragão se deteve em frente da mulher que estava para dar à luz, a fim de lhe devorar o filho quando nascesse.").
Assim como os anjos tem acesso aos lugares espirituais, os demônios também têm acesso e podem descer às profundezas do ódio, rancor e perversão. Atormentam as pessoas, se apossam delas e as tiram de Deus e da sua verdade.
(Marcos 5.2-5 "2 Ao desembarcar, logo veio dos sepulcros, ao seu encontro, um homem possesso de espírito imundo, 3 o qual vivia nos sepulcros, e nem mesmo com cadeias alguém podia prendê-lo; 4 porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram quebradas por ele, e os grilhões, despedaçados. E ninguém podia subjugá-lo. 5 Andava sempre, de noite e de dia, clamando por entre os sepulcros e pelos montes, ferindo-se com pedras."; Atos 13.6-12 "6 Havendo atravessado toda a ilha até Pafos, encontraram certo judeu, mágico, falso profeta, de nome Barjesus, 7 o qual estava com o procônsul Sérgio Paulo, que era homem inteligente. Este, tendo chamado Barnabé e Saulo, diligenciava para ouvir a palavra de Deus. 8 Mas opunha-se-lhes Elimas, o mágico (porque assim se interpreta o seu nome), procurando afastar da fé o procônsul. 9 Todavia, Saulo, também chamado Paulo, cheio do Espírito Santo, fixando nele os olhos, disse: 10 Ó filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perverter os retos caminhos do Senhor? 11 Pois, agora, eis aí está sobre ti a mão do Senhor, e ficarás cego, não vendo o sol por algum tempo. No mesmo instante, caiu sobre ele névoa e escuridade, e, andando à roda, procurava quem o guiasse pela mão. 12 Então, o procônsul, vendo o que sucedera, creu, maravilhado com a doutrina do Senhor.")


 Embora a luxúria, o homossexualismo, a bebedice, a glutonaria e a magia negra seja expressões da carne pecaminosa, essas estão entre as práticas que podem também ser expressões da atividade demoníaca na vida das pessoas. A Esquizofrenia pode ser uma doença mental em alguns, mas em outros pode ser uma possessão dos demônios.

 Os anjos possui uma hierarquia, os demônios também tem seus maiorais, "principados e potestades", certamente cidades e regiões são supervisionadas por alguns destes maiorais.

 No mundo invisível há conflitos entre os mensageiros de Deus e as forças demoníacas. As orações do Povo de Deus são usadas para restringir as atividades demoníacas e direcionar a ação dos poderes angelicais para controlá-los.




Cadeira Elétrica




 A cadeira elétrica é um instrumento de aplicação da pena de morte por eletrocução inventado e utilizado essencialmente nos Estados Unidos da América, onde o condenado é imobilizado numa cadeira, sofrendo depois tensões elétricas de 2.000 volts. Seu uso foi largamente abandonado ultimamente, sendo substituída pela injeção letal.
Em 2003, ela continuava a ser um dos métodos legais de execução nos estados de Alabama, Flórida, Nebraska, Carolina do Sul, Tennessee e Virgínia. No Nebraska, é o único método utilizado. Os outros estados citados têm métodos de substituição que também podem ser empregados. Além dos Estados Unidos, a cadeira elétrica foi também utilizada nas Filipinas.

O condenado à morte é colocado sentado e amarrado a uma cadeira especial. Colocam-se eletrodos em certas partes do corpo, normalmente uma parte do crânio raspado e uma parte inferior do corpo. Uma melhor condutividade é obtida colocando-se esponjas molhadas de uma solução condutora (eletrólitos) nos eletrodos; antigamente, os executores contentavam-se em molhar bastante a zona de contato.
Acidentes ocorreram, principalmente pela má colocação da solução condutora ou a contatos defeituosos nos eletrodos. Nestes casos, a agonia do condenado prolonga-se, e a pele e carne em contato com o eletrodo podem queimar e desprender fumaça.
No estado da Flórida, as execuções fracassadas de 1990, 1997 e 1999 chamaram a atenção da mídia. Por essas razões, o uso da cadeira elétrica, inicialmente inventada para ser um meio de execução moderno, eficaz e "humano", foi contestado e abandonado na grande maioria dos estados que o empregavam.

William Kemmler (9 de maio de 1860, Buffalo, Nova Iorque – 6 de agosto de 1890) foi a primeira pessoa a ser executada numa cadeira elétrica.
Após ter assassinado a machadadas Tillie Ziegler, sua companheira, a 29 de março de 1889, Kemmler foi condenado à morte e executado em 6 de agosto de 1890, às 7 horas, na prisão Auburn, no estado de New York.
No entanto, após 17 segundos com uma tensão de mais de 1000 volts aplicada sobre seu corpo, William Kemmler voltou a respirar, sendo ligada novamente dessa vez por 2 longos minutos, gerando fumaça na sala de execução e causando vómitos em um dos presentes, Kemmler foi executado.



SERVOS DO MISTICISMO NEGRO

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