Simplesmente um Demônio Árabe...












O ghoul (do inglês, pronunciado "gul") é um monstro folclórico associado com cemitérios e que consome carne humana, comumente classificado como morto-vivo. Na mitologia árabe, sua origem, é um monstro canibal que habita debaixo da terra e outros lugares desabitados. O nome de origem da criatura é الغول (ghūl), significando demônio. O ghoul é uma espécie de gênio diabólico árabe que muda de forma. Geralmente é traduzido para o português brasileiro como carniçal. Resumindo para forma coloquial brasileira seria algo para vampiro.
Da língua árabe, o termo الغول, "al-ghūl", significa "o ghoul" e seu nome feminino é "ghouleh", enquanto o plural é "ghilan". Ghoul então é o nome de um demônio habitante de desertos que assalta túmulos, bebe sangue, rouba moedas, come cadáveres e que assume a forma de sua última presa. A literatura popular mais antiga que faz referência ao ghoul é As Mil e Uma Noites.
A estrela Algol tem seu nome originário da criatura.
Na mitologia iraniana, ghouls são bestas parecidas com os humanos, apenas maiores e mais ameaçadoras, mas não necessariamente más. Muitos falantes da língua farsi se referem a ghuls como sendo pessoas altas (não sendo necessariamente um insulto).
O Poeta Lord Byron referiu-os no poema “The Giaour” #1813#: “…Go - and with Gouls and Afrits rave; / Till these in horror shrink away…”
Há referência a esta criatura mitológica na clássica obra da literatura árabe, “As Mil e Uma Noites”, da qual se retira a seguinte passagem: "Não ignorais que as goules de um e de outro sexo são demônios errantes. Vivem geralmente nas ruínas, de onde se lançam de repente sobre os transeuntes, a quem matam e cuja carne devoram. Quando estes faltam, vão de noite aos cemitérios para alimentar-se da carne dos mortos" [GALLAND, Antoine. As Mil e Uma Noites. Trad. Alberto Diniz. v. 2, Ediouro, 2002, p. 377].
Nos contos de H. P. Lovecraft se tem uma ótima retratação desses seres, tem feições caninas, pele escamosa e pelos em algumas partes do corpo, costumam andar em grupos organizados e não são seres totalmente maus, já que podem fazer amizade com humanos e até ajuda-los. Geralmente os humanos que tem amizade com eles costumam se transformar em Ghouls naturalmente.
Na novela de Bram Stoker Drácula, o personagem Reinfield, que foi hipnotizado pelo vampiro para ser seu servo é muitas vezes descrito como tendo características de um ghoul.
Os Morlocks são espécies mitológicas de ghouls canibais presentes em vários contos de RPG.
Em As Crônicas de Nárnia, de C.S.Lewis, feios e perigosos ghouls estão na Mesa de Pedra com a Feiticeira Branca na morte de Aslam. No filme de 2005, os ghouls são orcs pequenos e pálidos que carregam lanças.
Em Harry Potter, ghouls são criaturas inofensivas que vivem em casas de bruxos, fazendo barulho e ocasionalmente grunhindo. O contexto sugere que, no universo de Harry Potter, ghouls estão mais próximos de animais do que de seres humanos. Na versão brasileira, ghouls são chamados "vampiros".
No livro Os ritos do Dragão de Greg Stolze, Drácula refere se a si como ghoul, pois é assim que os muçulmanos chamam as criaturas como ele.
No anime e mangá Tokyo Ghoul , o mangá e o anime é todo voltado para ghouls que fala sobre um garoto chamado Kaneki Ken que por acidente vira um ghoul.
Existe o mito da criatura chamada de Papa-figo, "figo" no sentido de fígado. Um homem velho que perambula pelos cemitérios à noite, violando túmulos para se alimentar dos fígados dos cadáveres.
No jogo Wizard101 é um feitiço de ataque da escola da morte. Monstra uma espécie de zumbi com terno e cartola desgastados e uma pá.
O filme britânico The ghoul, de 1933, conta a história de uma besta egípcia que tem algumas relações com o deus Anúbis.
A série Sobrenatural no episódio 4x19 (O Irmão) descreve ghouls como criaturas das sombras, que se alimentam de cadáveres e eventualmente de gente viva e que após se alimentarem assumem a forma e as lembranças do defunto do qual se alimentaram.
No mangá Rosario+Vampire o personagem principal, Tsukune, se transforma em um Ghoul após receber o sangue da vampira Moka. Aqui eles tomam características semelhantes às dos vampiros.
No jogo Tibia, Ghoul são seres que os jogadores o assimilam a um tipo de zumbi, é tachado como um Undead (Morto-Vivo)
No jogo Warcraft 3 e nos outros da série, ghouls são seres canibais e os monstros básicos da raça dos Mortos-Vivos (Undead).
Em Monster in My Pocket#37, o ghoul é um monstro com grandes dentes, muda de forma e carrega uma pá.
No anime Hellsing, ghoul é um tipo de escravo do vampiro. Uma vez o vampiro ter mordido um humano, este pode se transformar ou em vampiro ou em ghoul(depende do vampiro). No anime, sua pele é cinza, e seus poderes semelhantes aos do vampiro, porém eles não tem consciência.
Na serie de jogos Fallout, Ghouls eram humanos que sofreram prolongada exposição a radiação, porem em quantidade não suficiente para matá-los, que vivem geralmente em túneis de trem e locais escuros. São criaturas deformadas com a pele necrosada, voz rouca, estéreis, porem ágeis e fortes, com expectativa de vida superior a dos humanos e resistentes a radiação. Vem em duas variações: ghouls inteligentes, que agem como pessoas comuns; e feral ghouls, que são iguais zumbis selvagens.
No MMORPG Ragnarok Online, os Ghoul ou Carniçais(versão em português) são criaturas semelhantes aos Zombies, porém mais poderosos e que rendem maior quantidade de experiência. Eles são da propriedade Morto-Vivo(Undead).
No jogo The Elder Scrolls III: Morrowind, há uma criatura chamada Ash Ghoul, que são monstros humanoides com nariz de tamanduá no lugar do rosto e pele cinzenta. São servos de Dagoth Ur, e podem transmitir doenças ao jogador.
Na série de jogos de luta Darkstalkers, onde os personagens costumam ser monstros como lobisomens e vampiros, há um ghoul, conhecido como Lord Raptor, que antes de ser ressuscitado como ghoul era um astro de uma banda de metal que se suicidou em um show ao vivo. Do contrário de ghouls comuns, é racional e não tem vontade de carne humana. Usa seus ossos como armas pontudas e uma de suas pernas se torna uma motosserra.
No jogo Batman Arkham City, que faz parte do Universo DC (via DC Comics) existe o Ra's Al Ghul seria um dos vilões de Batman
No anime Tokyo Ghoul, em que o personagem principal, Kaneki Ken, é quase devorado por Rize que revela ser um Ghoul mas acidentalmente ela é morta por vigas, quando estava prestes a matá-lo, após isso os órgãos de Rize são transplantados em Kaneki que se transforma em um meio Ghoul com sua aparência humana e somente um de seus olhos mudam de cor. Nesse anime os Ghouls tem aparência humana, seus olhos mudam na hora que vão atacar, se defender ou devorar alguém, e possuem habilidades sobre humanas.. Inclusive um chamado kagune que é uma arma que nasce com os ghouls e se pega por um "pombo" se torna uma quinque.
Aparecem em alguns jogos da série Castlevania, geralmente tem a mesma aparencia dos zumbis, porém mais fortes.

Os espíritos maus ainda são ativos hoje?




Aqueles que responderiam pelo negativo talvez citariam duas passagens: 2 Pedro 2:4,9 (“Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo”) e Judas 6 (“e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia”). Então é possível que estes espíritos estivessem derrotados eternamente, aprisionados para sempre, deixados completa e finalmente inativos. Dois problemas nos fazem hesitar em chegar a esta conclusão. Primeiro, os contextos de ambas as passagens parecem retornar a uma época anterior ao tempo de Jesus – leia cuidadosamente 2 Pedro 1:1-10 e Judas 5. Em segundo lugar, se aquelas passagens estão falando do fim total do trabalho dos demônios, como estão presos e acorrentados, isso não deveria também ser verdade em relação às passagens a respeito do diabo? Apocalipse 20:1-3 parece mostrar que o diabo estava eternamente derrotado e abolido para sempre. Porém Apocalipse 20:7-8 e 1 Pedro 5:8 indicam que foi permitido que o seu trabalho continuasse em gerações posteriores.Por outro lado, Paulo instruiu os efésios a colocarem toda a armadura de Deus, porque as forças que enfrentavam eram poderes espirituais. “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Efésios 6:11-12). Se o diabo ainda espreita como leão que ruge, um adversário que deve ser resistido, por que não devemos acreditar que os demônios podem também ainda trabalhar para ele? Não podemos afirmar que todos os anjos do diabo (mensageiros) foram rendidos inativos mais do que podemos alegar o mesmo do próprio diabo.







O que a Bíblia ensina sobre os demônios?





1. Há uma distinção entre o diabo e os demônios. A Bíblia chama os demônios de “espíritos malignos” (Lucas 8:2), e “espíritos imundos” (Lucas 8:29). Mateus chama Satanás de “maioral dos demônios” (Mateus 12:24). É razoável dizer que os demônios são os mensageiros do diabo, aqueles que foram enviados para cumprir o seu propósito. Mateus fala dos anjos do diabo (Mateus 25:41). 

2. Possessão por demônios e doenças físicas devem ser consideradas como categorias diferentes. Alguns hoje acreditam que todas as doenças físicas ou mentais sejam manifestações de possessão por demônios. Jesus discordaria. Note com cuidado que Jesus pôs a possessão por demônio na mesma lista que uma doença física ou mental, mas não foi dado aos demônios o crédito de originarem a doença (Mateus 4:23-24). Nem todo epilético ou paralítico sofria de possessão por demônios. É verdade que, às vezes, possessão causava os mesmos sintomas que essas doenças (Mateus 9:32-33; Marcos 5:1-5; Marcos 9:17-18). O fato de um homem ser mudo não quer dizer que ele esteja, necessariamente, possuído por demônios. E não devemos concluir que todas as pessoas insanas estejam possuídas por demônios.


3. O poder de Jesus sobre os demônios indica que o reino de Deus já chegou. Há muita confusão em relação ao reino de Deus. Alguns acreditam que o reino ainda virá. Muitas falsas interpretações do livro de Apocalipse se centram num conceito futurista do reino de Deus. No termo “reino”, o pensamento principal é o reinado soberano de Deus. Jesus ensinou que seu poder para expelir os espíritos malignos mostrava às pessoas que o reinado de Deus estava sendo estabelecido no mundo e que o diabo estava sendo derrotado. “Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós” (Mateus 12:28). Esta é uma explicação possível do motivo de Deus permitir o diabo a usar seus mensageiros violentos para criar tal confusão durante o ministério de Jesus na terra. Deus estava demonstrando poderosamente o estabelecimento de sua soberania através de seu Filho. 


4. Nem todos que alegam ser exorcistas de demônios o são. Em Atos 19, Deus estava dando grande êxito ao apóstolo Paulo na expulsão de demônios. “E Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários, a ponto de levarem aos enfermos lenços e aventais do seu uso pessoal, diante dos quais as enfermidades fugiam das suas vítimas, e os espíritos malignos se retiravam” (Atos 19:11-12). Alguns exorcistas judeus utilizaram o nome de Jesus de uma maneira errada, tentando duplicar o que Paulo fazia. Eles presumiam que o poder de Paulo se encontrava na forma de suas palavras. Os demônios responderam: “Conheço a Jesus e sei quem é Paulo; mas vós, quem sois?” (Atos 19:15). Os eventos seguintes são quase cômicos: o demônio se apoderou dos “exorcistas”! Jesus havia dado aos seus apostólos escolhidos e a alguns outros servos o poder de expelir demônios (Marcos 3:14-15; 9:38). Mas nem todos que alegavam ter poder sobre os demônios o tinham. Do exemplo em Atos 19, podemos concluir que até um espírito mal reconhece um fingido ao vê-lo. E nós, reconhecemos tais enganadores? Há muitas organizações religiosas, livros e rituais especiais utilizados hoje para supostamente expelir demônios. Há uma grande diferença no que as pessoas fazem hoje e o que Jesus e Paulo faziam. Jesus e Paulo não usavam rituais elaborados, nem fórmulas especiais. Se existiam pessoas, na época de Paulo, que alegavam ser exorcistas mesmo não sendo, não deve nos surpreender encontrar pessoas fazendo a mesma coisa hoje. A pergunta é se teremos discernimento para examinar as obras deles, ou se seremos levados, por falta de cautela, por seus espetáculos enganadores. 




SERVOS DO MISTICISMO NEGRO

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