O espírito fica preso no caixão para toda eternidade?



Cada um de nós é essencialmente um espírito imortal. Pois, a morte só existe para o corpo físico, que é perecível e reciclável em outros organismos. O corpo é um equipamento indispensável para a nossa manifestação no mundo material, assim como um equipamento de mergulho que permite a nossa atuação no meio sub-aquático. E assim como fazemos com o equipamento de mergulho, quando vence a sua validade, temos de abandonar o corpo que se tornou imprestável, para que seja reciclado pela natureza. Ao deixar o corpo de carne, isto é, desencarnar, nós retornamos ao mundo espiritual, que é o nosso verdadeiro lar, mas em determinadas situações somos autorizados a nos comunicarmos através de médiuns abnegados, que nada recebem de retorno material para isso. 

Engana-se quem diz, como se fosse dono da verdade, que ninguém voltou para contar como é a vida depois da vida. Chico Xavier psicografou mais de 400 livros e Divaldo Pereira Franco mais de 200 obras, ditadas por espíritos desencarnados, isto é, seres que aqui viveram como nós e cujos corpos jazem no cemitério. Centenas de espíritos que têm contado, através da psicografia dos mais diversos médiuns, as suas experiências no retorno ao mundo espiritual, dizem que, para eles, seus corpos e também os novos ambientes lhes parecem tão consistentes e tangíveis quanto antes, aqui na Terra. E esclarecem que o destino de cada um de nós segue a justiça divina, sintetizada por Jesus nesta frase: "A cada um será dado de acordo com as suas obras."


Permita-me alongar a resposta para mais uma informação:

- o microscópio revelou ao mundo a existência dos micro-organismos e de outros micro-objetos que,até o advento desse instrumento, eram ignorados;

- o telescópio alargou os limites do Universo conhecido antes da invenção desse instrumento. O Universo tornou-se imensamente maior, tanto no espaço como no tempo.

- o gravador magnético veio revelar a mais importante realidade, até agora apenas suspeitada e mal demonstrada pelas religiões: a vida após a morte ou a sobrevivência do espírito à morte do corpo físico. O contato direto e objetivo com aqueles que já desencarnaram e conseguiram comunicar-se através da Transcomunicação Instrumental(TCI). Desvendou-se aos nossos sentidos uma das mais consoladoras perspectivas.

A TCI, longe dos centros espíritas, confirma 2 dos princípios básicos da doutrina dos espíritos que são: a sobrevivência do espírito e a comunicação com os espíritos desencarnados.

Os primeiros contatos efetivos, através da TCI, datam de julho de 1959, quando Friedrich Jungerson gravou as primeiras vozes de espíritos, quando tentava gravar gorjeios de pássaros em Molbno, Suécia. Depois disso, inúmeros trabalhos têm sido publicados por pesquisadores idôneos, entre os quais se destaca a nossa Sônia Rinaldi.





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