A Primeira Ordem Vampírica do Ocidente




"Foram duas noites de terror. Sei que ela planeja a minha morte e talvez a de Otto. Bathory torna-se cada vez mais violenta e possessiva. O retorno de Karel ( filho dela com o camponês ) parece ter deixado-a um pouco mais calma, mas tenciono não mais retornar ao convívio dela (...) Estou certa de que Bathory e Karel mantém uma relação incestuosa, encontrei ambos nus em sua cama poucos dias após seu retorno ao castelo. As carícias entre ambos estavam longe daquelas verificadas entre mãe e filho (...) ela assume as práticas vampíricas ao extremo." 

Os trechos da carta encontrada no castelo por Gyorgy Thurzo, Palatino da Hungria e responsável pelo julgamento de Erzsébet, mostra que até mesmo aqueles que introduziram Bathory na magia negra já temiam pelo seu comportamento cada vez mais violento. O estranho neste fato e que mais tarde discutiremos, é o fato de os diários e escritos de Anna Darvulia e Helena Karponova não serem aceitos no julgamento de Bathory. Darvulia foi o braço direito de Bathory para assuntos particulares entre 1596 e 1601, quando esta veio a falecer.


(Novembro de 1604) O Pastor luterano Istvám Magyari pressiona as autoridades locais a respeito das notícias que vem de Vienna e Bratislava, locais onde Bathory têm propriedades. Após muita relutância, Thurzo convoca alguns notários para acompanhá-lo até o castelo de Bathory  e intimá-la a comparecer no julgamento em que será acusada por homicídio, estupro e ocultação de cadáveres. A discussão dos termos do julgamento ganha novo rumo quando os homens de Thurzo descobrem que existe participação de membros da corte e muitas mulheres de nobres nas festas orgiásticas que Bathory promovia no castelo. Fica acordado que Bathory não estará presente ao seu julgamento e que apenas poucas testemunhas e acusadores serão levados em consideração pelo júri.
(Fevereiro de 1605) O rei Matthias, que havia contraído um empréstimo vultuoso junto a Ferenc Nadasdy, enxerga no aprisionamento e execução de Bathory uma maneira de se ver livre dos débitos, já que sua corte encontra-se semi-falida no início do século dezessete. Além disso, Matthias planeja apossar-se das muitas propriedades de Bathory, inclusive as propriedades em Bratislava, Vienna e Sárvár.
(Inverno de 1609) A região registra o desaparecimento de quase quarenta meninas entre 11 e 14 anos de idade. Uma testemunha afirma junto aos juízes que viu dois homens em uma carroça carregada de corpos. Ao seguí-los noite adentro, pode vê-los amontoando os cadáveres e ateando fogo em todos eles. Foi a gota d'agua para que o Rei aumentasse a pressão sobre as autoridades locais, inclusive ameaçando-os com o cárcere caso não capturassem Bathory.
(Maio de 1610) Paul, filho mais novo de Bathory recebe Thurzo para acertar os últimos detalhes sobre o julgamento da mãe. Ao saber das ameaças de Bathory sobre os segredos de tantos nobres locais e suas relações comerciais ( proibidas na época ) com os Otomanos, Thurzo arquiteta junto a Helena Karponova e Paul Bathory a fuga de Bathory para Florença na Itália.
(Julho de 1610) Uma testemunha relata para os juízes a constituição física de Erzsébet Bathory, da qual a maioria dos cidadãos da região não viam há muitos anos: "Alta e esguia, cabelos longos castanho-avermelhados e bastante volumosos. Olhos negros como azeviche, pele branca como a mais branca das neves. Seios relativamente fartos e uma pele sem nenhuma marca de expressão, rugas ou manchas provenientes de alguma enfermidade, algo bastante incomum para uma mulher de quarenta anos de idade naquela época. E o mais assustador de tudo: Bathory não aparentava mais do que 20, no máximo 25 anos de idade. Sua jovialidade impressionava aqueles poucos que com ela conviveram.
 As acusações contra Erzsébet Bathory no tribunal:



1. Expôr as vítimas a temperaturas muito baixas ao ponto do congelamento por hipotermia.
2. Morte por inanição.
3. Espancamento por longos períodos de tempo até a morte devido a complicação dos ferimentos.
4. Queima ou mutilação de órgãos como mãos e braços e as vezes a genitália.
5. Ferimentos nas vítimas por mordidas na face, braços, pernas e genitália.


Todas as acusações eram feitas e aceitas pelo modo: ouvi dizer que alguém sabe ou viu ou ouviu; ou seja, a maioria dos que a acusavam jamais viu ou ouviu alguma coisa da própria acusada. Mesmo assim todas as acusações foram aceitas. O tal diário que continha as atrocidades de Bathory relatadas de próprio punho jamais foi encontrado se é que realmente existiu. Os supostos ajudantes de Bathory nos crimes: Dorottya Szentes, Ilona Jó, Katalin Benická e János Újváry tiveram as suas sentenças decretadas na tarde do dia 11 de Janeiro de 1611. 


Szentes, Ilona e Újváry foram considerados culpados. Os três tiveram as mãos decepadas e foram mantidos em cativeiro por dez dias para então, serem queimados em fogueiras assim como haviam procedido sob as ordens de Bathory. Benická não pôde ser acusada como culpada ( também era amante de um dos jurados do tribunal ). Decidiu-se que ela fora totalmente dominada por Bathory e que tinha apenas 12 anos quando começou a prestar seus serviços no castelo de Sárvár como criada da condessa. 


Severamente ameaçados por Paul Bathory, houve o recuo da acusação e uma proposta de acordo: Bathory deixaria o país e cederia grande parte de suas terras para Matthias e seus aliados. Além de perdoar a dívida contraída pelo rei junto ao falecido esposo. A farsa toda foi montada por Gyorgy Thurzó. Primeiramente ele assegurou-se de que não havia o menor risco de os escritos de Helena Karponova e Anna Darvulia caírem em mãos erradas - isso comprometeria gente do mais alto escalão burguês do império Austro-Húngaro, e que se caso isso ocorresse, se vingaria sobre os três filhos e os dois afilhados de Bathory. 


Para desespero de Matthias, isso seria o máximo que conseguiria pois as terras confiscadas serviriam apenas no abatimento da dívida do Império com exércitos mercenários e outras provisões necessárias. Na madrugada de 30 de Julho de 1611, Bathory deixa o castelo rumo ao porto de Varna, de onde embarcaria numa viagem para Florença e mais tarde Veneza. Uma camponesa é amarrada e atirada para dentro da cela que Bathory deveria ocupar em Csejte. Daí em diante, as autoridades fizeram e ainda fazem o possível e o impossível para manter longe da história da Hungria e da Eslováquia o nome e o legado de Erzsébet Báthory. Padres e estudiosos que coletaram material sobre a vida e o comportamento da Condessa até a sua fuga para a Itália desapareceram misteriosamente, até que tudo passasse a cheirar a lenda. A versão de sua prisão no castelo seguida de sua morte três anos depois acabou se tornando a versão oficial dos fatos. 


Helena Karponova e Otto von Graff também desapareceram e chega-se a especular se estes realmente eram os seus nomes. Ao longo do século 17, a família Bathory perde prestígio e poder. Pouca informação temos sobre o destino dos filhos e netos de Bathory. Especula-se que Karel, seu primeiro filho, tenha partido com a mãe para a Itália. Otto von Graff, assim como misteriosamente chegou, misteriosamente se foi. Mas há um interessante relato sobre este homem no díario de Karponova em 7 de Agosto de 1580, vigésimo aniversário da condessa: 


"Graff presenteou Bathory com esmeraldas quase tão lindas quanto os seus próprios olhos. A primeira vista, é muito difícil dizer se Otto é mesmo um homem ou alguma coisa de sexualidade confundível. Seus traços são tão delicadas quanto os de uma jovem da idade de Bathory. Seus lábios grossos e severamente avermelhados e sua incapacidade de sorrir sem ter de flertar com alguém. Isso enfurece Bathory, disse-me que ele é o único homem a quem ela poderia amar. A masculinidade agressiva e repleta de músculos e coragem não a atraem em nada. Bathory é amante de mulheres e homens com certeza. Mas lembro agora da longa e macia cabeleira de nosso belo Otto. Se eu acreditasse nos anjos, certamente acreditaria que este homem é um deles. Termino meus pensamentos de hoje e provavelmente o único desta semana a relembrar o sabor daquela tez branca e saudável. Feliz da fêmea que repousa em tua cama meu querido, e que Bathory não nos ouça." 


Já no século dezoito, pouca informação é tida como concreta a respeito de Erzsbet Báthory. Diversos biógrafos tentam repaginar a história apenas misturando lendas e tentando associar Báthory à história de Vlad Tepes. Embora sejam originários do mesmo local, jamais travaram qualquer tipo de contato. Possivelmente nem mesmo suas famílias tiveram relações mais estreitas.

Voduísmo - Descubra como acabar com seu inimigo!




Como em muitas religiões, o vodu também possui um templo. Mas o que caracteriza o santuário é uma coluna 
chamada poteau-mitan. Localizada no centro do templo, essa coluna é considerada sagrada pelos seguidores e 
é em sua volta que as cerimônias de comunicação com as divindades são realizadas. Ao redor da poteau 
encontram-se desenhos decorativos chamados vevers. São representações heliográficas de diversas
entidades adoradas no vodu. Aliás, entidades é que não faltam no vodu, que possui um grande panteão. 
Os nomes das divindades se alteram, dependendo da região onde o ritual é praticado, mas a maioria dos adeptos
dessa prática considera que o panteão veio do Oeste africano. As entidades desses panteões, por muitas vezes,
são consideradas pelos adeptos como espíritos de pessoas que já morreram, homens que tiveram importância 
dentro da comunidade religiosa, príncipes ou sacerdotes. Esses espíritos levam o nome de loas, e podem ser 
classificados em entidades de dois grupos: 
Rada:: entidades transmitidas por Daomé. 
Petros : entidades que, ao longo do tempo, infiltraram-se na prática religiosa vodu. 


Segundo o vudu, as manifestações dos grupos petros e rada têm personalidades e sensibilidades
definidas e procuram sempre seguir uma família específica de adeptos. Outras divindades são públicas,
manifestando-se em qualquer pessoa. 
Hungans e mambos 
A maioria das religiões possui líderes que conduzem seus cultos e rituais. No vudu isso também existe, 
eles são conhecidos por hungans. A mulher também tem a sua participação, porém, a terminologia a ela 
conferida é mambo. 


Existem algumas informações que apontam o voduísmo como uma religião matriarcal, na qual a mambo
é conhecida também como rainha, porém, é o hungan que preside o hunfort, o santuário religioso. 
O sacerdote vodu possui várias posições: atua como curandeiro, adivinho e exorcista. Nas comunidades em que 
se observa a falta do sacerdote a mulher toma a frente, sendo considerada a maior autoridade religiosa


Cerimoniais vudu 
Geralmente, as cerimônias são realizadas no período noturno. Fazem parte do ritual: bebidas de rum, frutas
e jarros de barros sangue,cádaver,cranios. As bebidas e comidas são erguidas e oferecidas aos loas, para invocá-los e entidades vudu. No intuito
de alegrar essas entidades, os voduístas lhes oferecem também sacrifícios de aves, porcos, galinhas,
bodes e afins. Após as oferendas com danças, os loas possuem os corpos de seus súditos. É interessante
que nas possessões os indivíduos não possuem consciência daquilo que fazem e, conseqüentemente, 
não se lembram de nada após o término do ritual. 
No vodu, mais ou menos como ocorre na Umbanda, as danças em volta da ponteau-mitan são de suma 
importância, pois servem para se obter a espiritualidade: as pessoas que envolvem com a dança são
mais rapidamente possuídas. Para cada divindade existe um tipo de música, instrumento e ritmos 
específicos, segundo o gosto de cada loa, que exige que tudo seja purificado e consagrado para o 
ritual. Na umbanda, os atabaques também são consagrados para fazer que os orixás de Aruanda e
Orum se manifestem. 


As serpentes também fazem parte de muitas cerimoniais no vudu. No ritual chamado mambo, o réptil é retirado
de um cesto e posto bem próximo do rosto do Reidovudu que, ao tocar no animal, recebe, supostamente,
visão especial e poderes sobrenaturais. 
Segundo o vudu, os primeiros homens criados eram cegos e foi justamente as serpente que conferiu 
visão à espécie humana


Misterios do voodoo

Boneco vudu 
Sem dúvida, o boneco vudu é o primeiro elemento que vem à mente dos leigos quando se fala em voduísmo.
Tal objeto é empregado para invocar os poderes dos deuses do vudu e recebe o nome de fetiche, que 
significa feitiço. O fetiche é confeccionado por quem irá realizar o trabalho de magia e, enquanto é feito, a 
pessoa tem de mentalizar os objetivos que quer alcançar com o ritual e “transmitir” sua energia ao boneco. 
O fetiche deve ser feito com a semelhança anatômica de uma pessoa: cabeça, tronco e membros. 
Partes indispensáveis para a “eficácia” da magia são os órgãos genitais masculinos ou femininos. O
boneco precisa ser batizado com o nome da pessoa que irá representar e, geralmente, é feito de
massa de modelar, nunca de pano ou outro material. 
Segundo o Reidovudu, tais bonecos são feitos para realizar o bem, para se alcançar prosperidade e
curas. O que pessoa precisa fazer é perfurá-los com espetos ou alfinetes. Mas na prática as intenções 
nem sempre são essas.


Vudu Bruxaria vem do continente Africano e é extremamente letal. Nos últimos anos, ele se espalhou para outras partes do mundo e está sendo misturado com outras formas de magia negra para prejudicar e matar pessoas certo procedimento se torna altamente efetivo para capturar à almas de uma pessoa e a obrigando as nos dar tudo que queremos amor dinheiro sexo fidelidade não importa qual seja o seu problema o vudu resolve.


As roupas, cabelos, unhas e imagens são usados para fazer um boneco que lembra a vítima, a área do coração da boneca é mantida aberta para o ritual final. uma área do coração da boneca é mantida aberta para o ritual final. Um ritual é realizado e um coração é retirado de um organismo de animais vivos, enquanto ele está vibrando e colocado na área do coração da boneca, neste momento a boneca é infundida com a vida de ligação da boneca com a vítima com uma corda invisível psíquica. procedimento se torna altamente efetivo para capturar à almas de uma pessoa e a obrigando as nos dar tudo que queremos amor dinheiro sexo fidelidade não importa qual seja o seu problema o vudu resolve.


Um homem com duas almas 
Os haitianos praticantes do vodu acreditam que o homem possui duas almas: 
Gros bon ange: cuja tradução é: “grande anjo bom”. Essa alma, segundo acreditam os haitianos, tem a
capacidade de sair do corpo enquanto a pessoa dorme. E, se não retornar, a pessoa morre. 
Petit bon ange: traduzido quer dizer “pequeno anjo bom”. Essa alma, segundo crêem, proteger e guiar o
adepto. Quando a pessoa morre, ela permanece por alguns dias guardando o corpo. Somente após um
período de nove dias, contando a partir do sepultamento, é realizado um ritual para afastá-la. 
Como a reencarnação faz parte da crença vodu, seus praticantes acreditam que a petit bon ange se
transforma em algum objeto ou animal, geralmente uma grande serpente. Após a transformação, se aos
rituais de sacrifícios e cerimônias, sob a responsabilidade dos parentes, forem negligenciados, a vingança 
da petit bon ange se volta contra eles.


Você tem pesadelos?






Pesadelo - é um sonho penoso com sensação de opressão torácica e dispneia, terminando por um despertar sobressaltado ou agitado e com ansiedade.
É uma perturbação qualitativa do sono, ou seja, algo ruim em que se passa na nossa cabeça quando dormimos (parasónia), na maior parte das vezes de origem psicoafetiva, embora não seja de excluir a sua etiologia comicial.
A palavra nightmare, que em língua inglesa significa "pesadelo" dizia respeito, há quatrocentos anos, exatamente a um demônio (o incubus) que vinha e sufocava as pessoas enquanto dormiam.
A fonte dos pesadelos são uma serie de pensamentos negativos que quando armazenados em grande escala tomam conta dos pensamentos enquanto se dorme em forma de imagens e sons criados pelo cérebro.




O pesadelo pode ser definido como um sonho assustador, triste ou intensamente desagradável de alguma forma. Enquanto sonha a pessoa experimenta sensações como medo, ansiedade e insegurança. Frequentemente quem tem um pesadelo acorda logo em seguida, por isso consegue lembrar do que sonhou na manhã seguinte. Embora as situações pareçam reais, não é comum o indivíduo gritar enquanto sonha nem acordar com sintomas físicos típicos de quando estamos frente a uma ameaça real, como coração acelerado e suor excessivo. Se esses sintomas se apresentam, talvez o problema seja terror noturno, um distúrbio do sono que afeta principalmente crianças.

Ter pesadelos não é indicação de nenhuma desordem psicológica. Cientistas afirmam que sonhos envolvendo situações de perigo, risco de morte e elementos sobrenaturais são comuns e desempenham um importante papel em nossas vidas. Há aqueles que acreditam que os pesadelos estejam relacionados à evolução das espécies. Para eles, os perigos que aparecem em nossos sonhos seriam uma espécie de preparação para o enfrentamento de ameaças reais. Quanto mais pesadelos, maior seria a capacidade de lidar com situações perigosas e sobreviver — consequentemente, maior a vantagem evolutiva dessa espécie em relação às demais. Isso leva a concluir que o cérebro humano foi sendo configurado ao longo de milhões de anos para ser naturalmente medroso, o que nos torna mais atentos e aumenta as nossas chances de sobrevivência.

Já foi observado pelos cientistas que uma das regiões cerebrais que mais trabalham durante a fase do sono REM, que é a fase em que acontecem os sonhos, é a amígdala. Trata-se da área do cérebro que regula a ansiedade e desencadeia nossas reações a ameaças, nos impelindo a fugir ou lutar. Acredita-se que esse funcionamento da amígdala durante os pesadelos tenha efeitos positivos sobre nosso equilíbrio emocional.

A ciência também considera a hipótese de que os sonhos ruins têm relação com nossa personalidade. Aqueles que têm pesadelos com enredos plausíveis e se enxergam em situações que realmente podem acontecer, como chegar atrasado em um compromisso muito importante, em geral são pessoas muito equilibradas. Esses costumam ter em mente limites bem definidos entre razão e emoção e possuir uma capacidade de concentração muito grande. No outro extremo, pessoas cujos pesadelos frequentemente envolvem situações surreais e elementos do sobrenatural têm tendência a misturar as coisas racionais com as emocionais e a sofrer mais com estresse. Geralmente são indivíduos de atenção dispersa, que parecem viver com o pensamento longe. A boa notícia é que pessoas que constantemente têm pesadelos absurdos são mais criativas e costumam ter mais talento para as artes.




O espírito fica preso no caixão para toda eternidade?



Cada um de nós é essencialmente um espírito imortal. Pois, a morte só existe para o corpo físico, que é perecível e reciclável em outros organismos. O corpo é um equipamento indispensável para a nossa manifestação no mundo material, assim como um equipamento de mergulho que permite a nossa atuação no meio sub-aquático. E assim como fazemos com o equipamento de mergulho, quando vence a sua validade, temos de abandonar o corpo que se tornou imprestável, para que seja reciclado pela natureza. Ao deixar o corpo de carne, isto é, desencarnar, nós retornamos ao mundo espiritual, que é o nosso verdadeiro lar, mas em determinadas situações somos autorizados a nos comunicarmos através de médiuns abnegados, que nada recebem de retorno material para isso. 

Engana-se quem diz, como se fosse dono da verdade, que ninguém voltou para contar como é a vida depois da vida. Chico Xavier psicografou mais de 400 livros e Divaldo Pereira Franco mais de 200 obras, ditadas por espíritos desencarnados, isto é, seres que aqui viveram como nós e cujos corpos jazem no cemitério. Centenas de espíritos que têm contado, através da psicografia dos mais diversos médiuns, as suas experiências no retorno ao mundo espiritual, dizem que, para eles, seus corpos e também os novos ambientes lhes parecem tão consistentes e tangíveis quanto antes, aqui na Terra. E esclarecem que o destino de cada um de nós segue a justiça divina, sintetizada por Jesus nesta frase: "A cada um será dado de acordo com as suas obras."


Permita-me alongar a resposta para mais uma informação:

- o microscópio revelou ao mundo a existência dos micro-organismos e de outros micro-objetos que,até o advento desse instrumento, eram ignorados;

- o telescópio alargou os limites do Universo conhecido antes da invenção desse instrumento. O Universo tornou-se imensamente maior, tanto no espaço como no tempo.

- o gravador magnético veio revelar a mais importante realidade, até agora apenas suspeitada e mal demonstrada pelas religiões: a vida após a morte ou a sobrevivência do espírito à morte do corpo físico. O contato direto e objetivo com aqueles que já desencarnaram e conseguiram comunicar-se através da Transcomunicação Instrumental(TCI). Desvendou-se aos nossos sentidos uma das mais consoladoras perspectivas.

A TCI, longe dos centros espíritas, confirma 2 dos princípios básicos da doutrina dos espíritos que são: a sobrevivência do espírito e a comunicação com os espíritos desencarnados.

Os primeiros contatos efetivos, através da TCI, datam de julho de 1959, quando Friedrich Jungerson gravou as primeiras vozes de espíritos, quando tentava gravar gorjeios de pássaros em Molbno, Suécia. Depois disso, inúmeros trabalhos têm sido publicados por pesquisadores idôneos, entre os quais se destaca a nossa Sônia Rinaldi.





A origem dos vampiros




O Rei Enkil, de Kemet, se casou com uma princesa de outra localidade. Akasha, a nova Rainha de Kemet, trouxe seus costumes a este local, proibindo as prticas de comer carne humanas muito comum h 6.000 anos. 

Por curiosidade, os reis de Kemet, querem conhecer as gmeas bruxas: Mekare e Maharet. Com a recusa dessas, a rainha arma um plano para apanh-las, impedindo que comessem o corpo de sua me (falecida dias antes), pratica sagrada para elas. 

Para provar a falta de poder das irms ruivas, o rei ordena que elas sejam estupradas perante os sditos. Esta atitude acaba provocando a ira de Amel, um esprito mal, que gosta de dar pequenas picadas nos seres humanos, tornando-se um adorador de sangue. 

Aps a partida das gmeas, Amel comea a atormentar Khayman, o homem que as havia violentado. O rei e a rainha de Kemet resolvem expulsar o esprito e vo para a casa de seu fiel escudeiro. Aps dias de tormento e ataque de Amel, acontece a grande transformao, como descreve a Rainha dos Condenados: 

Vieram nos matar, os traidores! Iam culpar os espritos, esse era o plano. E tudo para comer novamente a carne de seus pais, e a carne que adoravam caar. Entraram na casa e me atacaram com seus punhais, eu, sua soberana! Ela fez uma pausa, como se visse essas coisas novamente. Cai quando me apunhalaram, enfiaram suas adagas em meu peito. Ningum consegue sobreviver aos ferimentos que recebi, assim, quando cai no cho sabia que estava morta! Esto entendendo? Sabia que nada podia salvar-me. Meu sangue esparramava-se pelo cho. 


Akasha continuou: Mas naquele mesmo instante, vendo meu sangue empoar-se no cho, percebi que no estava dentro do corpo ferido, que j o tinha abandonado, que a morte me pegava e me puxava para cima, como se para um grande tnel que levava a um lugar onde eu no iria mais sofrer! No fiquei assustada; no sentia coisa alguma. Olhei para baixo e vi meu corpo cado, plido e coberto de sangue, naquela casinha. Porm no dei importncia. Estava livre dele. Mas de repente alguma coisa me segurou, segurou meu ser invisvel! O tnel tinha desaparecido; eu estava presa numa grande teia, como uma rede de pescador. Empurrei-a com todas as minhas foras; ela cedia, mas no se rompia. Agarrava-me, mantinha-me presa e eu no conseguia atravess-la para subir. 

Quando tentei gritar, estava de novo no meu corpo! Senti a dor dos ferimentos como se as adagas estivessem me lacerando outra vez. Mas aquela enorme rende ainda me prendia, e em vez de ser a coisa infinita que era antes, agora contraia-se numa malha apertada, como um grande vu de seda. E em volta de mim essa coisa visvel, porm invisvel rodopiava como se fosse vento, erguendo-me, jogando-me no cho, girando-me. O sangue dos meus cortes e penetrava na trama desse vu, exatamente como num tecido qualquer. 

E aquilo que era transparente ficou encharcado de sangue. E vi uma coisa monstruosa, informe, enorme, com meu sangue espalhado atravs dela. E essa coisa tinha ainda uma outra caracterstica, um centro, parecia, um minsculo centro ardente que estava em mim, correndo dentro do meu corpo como se fosse um animal assustado. Disparava pelas minhas pernas, debatendo-se e escoiceando. Fazia crculos dentro do meu ventre, enquanto eu enfiava as unhas na pela. Queria abrir minhas entranhas para tirar aquela coisa de dentro de mim! 


E parecia que aquela enorme coisa invisvel a nvoa de sangue que me rodeava era controlada por aquele pequenino centro, girando para um lado e outro enquanto o pequeno ncleo corria dentro de mim, chegando s minhas mos e de l correndo para os meus ps. Subia e descia pela minha coluna. Eu ia morrer, pensava. Ento houve um momento de cegueira e silncio. Aquilo me matara, tive certeza. Devia tentar levantar-me do corpo e subir, certo? No entanto, quando abri os olhos, estava sentada no cho como se nunca tivesse sido ferida; e enxergava com tamanha clareza! Khayman, a tocha brilhante na mo, as rvores no jardim... era como se nunca tivesse visto antes essas coisas simples como elas realmente eram! A dor desaparecera completamente, de dentro de mim e tambm das feridas. S a luz feria meus olhos; no conseguia suportar seu brilho. No entanto, tinha sido glorificado e tornado perfeito. A no ser... E ai ela parou de falar... 

Ento, quando a morte inevitvel atingiu o corpo de Akasha, o minsculo ncleo do esprito fundiu-se com a carne de seu corpo, como a energia dele j se fundira com a sua alma. Encontrou um lugar ou um rgo onde a matria fundiu-se com a matria, como o esprito j se fundira com o esprito; e formou-se uma coisa nova. 

Depois o Rei Enkil estava morrendo e provou o sangue da esposa, que lhe cobria o rosto; e seu corpo despertou e ele desejou aquele sangue, bebeu-o; e ento ficou igual a ela. Mas para ele no houvera aquela misteriosa nuvem de sangue. No houvera aquela coisa correndo solta, dentro de si. Mas a sede... insuportvel, declarou. 

S existe um Amel. O ncleo dele vive na rainha... ele quer mais seres como vocs. Quer entrar em outros e transform-los em bebedores de sangue, como fez com o rei. imenso demais para ser contido dentro de dois corpos pequenos. A sede s lhes ser suportvel quando fizerem outros, pois esses outros dividiro o seu fardo. 

SERVOS DO MISTICISMO NEGRO

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