Crianças vampiras




Existem crianças vampiras ? Nunca podemos admitir algo tão absurdo e demoníaco como um fato como este. Mas podemos dá a certeza de que o mal se disfarça dos mais variados tipos de seres, até mesmo uma simples e delicada criança . 
Vestígios históricos nos trazem muitas pinturas e retratos de crianças fantasmagóricas que certamente escondem uma terrível história de sua vida. para uma criança vampira o melhor disfarce não poderia ser melhor! Em um crime misterioso, nos meados dos anos de 1766 na França , não se sabe ao certo o município que ocorreu o tão horroroso e sangrento episódio, mas que foram achados 66 corpos de professores , zeladores e inspetores, com várias mordidas e boca extremamente pequenas e violentamente algumas delas com a carne arrancada! Sangue, muito sangue! Você deve está se perguntando o quão é mal o feitor dessas criaturas. Sim é claro que fora um vampiro com uma intenção bem satisfatória de seus princípios horrendos. 
Crianças vampiras não podem ser exterminadas pois são extremamente calculistas e perversas.Não se pode reconhecê-las e ao mesmo tentar impedir sua vontade de ser cumprida. 








Casa amaldiçoada




Em meados de 1972, numa cidade do interior gaúcho, morava uma família composta de sete pessoas: quatro filhos homens, três filhas, pai e mãe. Era de uma classe média e os filhos freqüentavam bom clubes e escolas.Sómente o pai sustentava a casa.Nas férias costumavam viajar e visitar parentes. 

A casa sempre estava com visita que vinham de vários lugares e o padre da paróquia local costumava comparecer aos almoços de domingo daquela família de descendentes italianos. 

Os dias transcorriam tranqüilos e os anos sem nenhuma modificação. A família italiana era barulhenta como tantas,mas normal.O chefe da família ia adquirindo bem e se tornando mais participativo na sociedade local,freqüentando reuniões com a elite.Destacava-se na profissão e era muito conhecido naquela pacata cidade.A família foi fazendo muitas amizades e o sobrenome era conhecido nas altas rodas. 

Os filhos cresceram e tomaram seu rumo com a ajuda de pai, pois cada um queria ter seu próprio negócio. Com o passar dos anos, a vida começou a mudar:os filhos homens,agora adultos,foram criando problemas financeiros que o pai tinha que saldar para não ficarem com o nome sujo na praça.Dessa forma,a família foi se descapitalizando à medida que o pai pagava a dívida dos filhos.Estes fechavam bordéis na cidade,pagavam bebida para os parceiros e anunciavam que naquela noite o gasto era por conta deles.O tempo passava e o pai preocupado com os filhos e a dívida,começou a adoecer.As filhas mais velhas casaram e constituíram novos lares,mas restava a caçula,que gostava de estudar,ler e escrever.Passava os dias envolvida com livros e dava aula para as bonecas,não percebendo o que acontecia a sua volta:vivia sua vidinha de menina num mundo de fantasia. 

Estudava em colégio de freiras, o melhor da época. Aos domingos,pela manhã,freqüentava igreja matriz e,à tarde,ia ao cinema com as amigas.Hoje,já não recebiam tantos convidados para almoçar,mas mesmo assim,a melhor porcelana e as taças de cristal na mesa.Essa família sempre primou pelo bom gosto. 

Os homens também foram constituindo família; sendo assim, sobrava a filha menor, que agora é adolescente. O pai ainda pagava as dívidas dos filhos que,embora tendo seus negócios,recorriam a sua ajuda.Este,agora mais velho,já não possuía tanto dinheiro e seu crédito estava no fim,só restando as terras herdadas de seus avós para vender e assim foi feito. 

Em 1972 só, restava à casa do centro da cidade para ser vendida e quitar a dívida dos filhos. Foi ai que tudo começou: a filha adolescente observava tudo sem se manifestar,até que um dia chega o futuro comprador e ela lança uma maldição sobre aquela casa.Dali em diante,todo morador não ficaria muito tempo na casa,pois coisas sinistras aconteciam à noite,quando todos iam dormir:portas e janelas eram abertas sem ninguém abri-las,ouvi-se vozes nos corredores e no pátio e caminhadas e gargalhadas nos cantos da casa. 

Sendo assim, as pessoas não permaneciam muito tempo por ali. A casa foi colocada a venda e muitas pessoas passaram por ela. 

Longos anos se passaram e, agora adulta, aquela menina do inicio da história entra novamente em sua antiga casa, agora como proprietária. Olha em volta e sorri,pois aquela linda morada era unicamente dela.Abre as janelas e procura por todos os cantos vestígios dos velhos tempos de sua infância feliz.Promete a si mesma que nunca irá se desfazer daquele patrimônio que o pai construiu.Hoje,seus pais já não existem e ela quer tornar aquela casa o símbolo de seu amor pelos pais. 

Manda pintar a casa e plantar flores nos antigos jardins de inverno e verão e cuidar do grande pátio onde havia plantações de uva. 

A casa amaldiçoada voltou a brilhar com sua proprietária que hoje abre suas portas para receber intelectuais envolvidos com a cultura da cidade, pois a caçula da família tornou-se uma escritora de sucesso nacional e internacional. O local é referência na cidade e sempre aberto para os amigos,sendo,assim,o término da maldição. 






O porão assombrado




Anos atrás minha família decidiu passar as férias na serra gaúcha e para isto alugou uma pequena e antiga casa em Gramado para ficarmos durante duas semanas.

No andar térreo a casa possuía uma sala, banheiro e a cozinha. Os quartos eram no andar superior e havia ainda um porão que era usado apenas como depósito de coisas velhas contendo um sofá, armários e outras coisas sem muita importância.

O primeiro dia nesta casa transcorreu de forma tranquila: passeamos pela cidade, voltamos a tardezinha, fizemos um delicioso fondue, brincamos e dormimos todos esgotados pelas atividades do dia.

Na segunda noite algo aconteceu: fomos acordados no meio da noite por um grito terrível vindo do quarto de minha irmã. Quando meu pai chegou correndo até lá encontrou a garota sentada na cama gritando e chorando muito. Meu pai se sentou ao seu lado, a abraçou e perguntou o que havia ocorrido.

Ela contou que tinha acordado sentindo um cheiro horrível. Quando ela abriu os olhos disse ter visto o quarto inteiro encharcado de sangue, as paredes possuíam marcas de mãos e pés, o liquido vermelho escorria pelas paredes e havia respingos por todos os lados.

Todos pensaram que havia sido apenas um pesadelo, porém minha irmã se recusou a dormir novamente naquele cômodo e acabou se mudando para o de meus pais até o final das férias.

Em outro dia minha mãe estava fazendo o almoço, enquanto meu pai estava fora,  e nós explorávamos o porão, examinando cada coisa velha que achávamos por lá. Até que ouvimos um estalo e a luz apagou nos deixando na escuridão. Apesar de ser dia, o lugar ficava quase todo escuro iluminado apenas por uma claridade que vinha do andar superior, nos permitindo ver apenas as paredes de pedras antigas.

Eu comecei a ficar com medo, sem claridade aquele porão era assustador, nós estávamos paralisadas  sem saber direito o que fazer. De repente um mau cheiro começou a invadir nossos narizes, me fazendo sentir náuseas... Era cheiro de carne podre, como se houvesse algum animal morto por ali.


Um barulho veio de um canto escuro, parecia que algo se arrastava pelo chão. Eu e minha irmã gritamos e saímos correndo em direção da porta. Subimos a escada e lá embaixo podíamos ouvir algo como se tivesse arranhando o chão, o cheiro de podridão aumentava e a porta não queria abrir. Nós batíamos na porta e gritávamos sem parar, até que minha mãe a abriu com cara de assustada.

Contamos o que havia acontecido: a escuridão, sobre o cheiro de coisa podre e da coisa que se arrastava pelo chão. Ela prontamente disse que estávamos impressionadas pelo lugar antigo e que desceria até lá e substituiria a lâmpada, que provavelmente estaria queimada.

Apreensivas ficamos no topo da escada enquanto ela descia para o porão com uma lâmpada e uma lanterna nas mãos, o tempo que ela ficoua lá embaixo pareceu uma eternidade. De repente ela surgiu da escuridão subindo os degraus correndo, fechou a porta do porão e sentou-se em uma cadeira. Seu rosto estava branco e seus olhos arregalados de medo.

- Eu não quero que vocês descam até lá novamente. – disse ela em voz alta, quase gritando.


Em seguida pegou o telefone e foi para a sala onde ligou para a policia. Nós ouvimos ela falando que havia visto alguém no porão. Enquanto esperávamos a policia, ficamos todas juntas, olhando assustadas para a porta que ia para o andar inferior, receosas que a qualquer momento, alguma coisa saísse de lá. Nossa mãe recusou a dizer o que tinha visto lá embaixo.

Quando a policia chegou, nossa mãe os recebeu e os chamou para entrar na casa. Chegou até a porta do porão, a destrancou e eles desceram até a escuridão, empunhando lanternas e as armas em punho. Ficaram por um longo tempo procurando, mas não encontraram nada. O mais curioso é que não havia outra forma de sair lá debaixo, pois o porão não tinha outras portas ou janelas.

Assim que os policiais saíram, minha mãe contou o que havia visto lá no porão: ela estava rosqueando a lâmpada no bocal quando começou a sentir o cheiro horrível que havíamos descrito para ela, quase em seguida passou a ouvir um barulho estranho. Então ela apontou a lanterna por todos os cantos até que avistou algo entre um móvel antigo e a parede.

Era um homem agachado, suas roupas estavam rasgadas, seus cabelos eram compridos e desgrenhados, seu rosto estava todo distorcido, como se estive com uma expressão de ódio. Assim que a luz da lanterna apontou em seu rosto, minha mãe viu seus olhos vermelhos e então ele fez um movimento para o lado, desaparecendo por entre as coisas velhas que haviam por lá. Neste instante minha mãe deixou a lanterna cair de suas mãos e saiu correndo.

Depois disso, tivemos que ficar mais aquela noite na casa. Trancamos a porta do porão e colocamos algumas cadeiras na frente. Todos dormiram no quarto de meus pais com a porta bem trancada. Nossas férias acabaram mais cedo e no dia seguinte voltamos para casa...





Espelhos Amaldiçoados




Segundo o que dizem alguns estudiosos húngaros, existem sete espelhos amaldiçoados em todo o mundo, algumas pessoas admitam ter percebido a maldição pois após alguns anos em convivência com o móvel dentro de suas casas , suas vidas se tornaram um mar de desgraças. O espirito que foi aprisionado dentro dos espelhos foram vários alguns por nome de Medram om "demônio da sombra'', Silandrona''demônio da água'', e assim sucessivamente. 
Crianças recém nascidas são proibidas de se refletirem em espelhos pois libertam os demônios para a vida das pessoas que ali habitam. Se você se posicionar em frente a um espelho por muitas horas com muita sorte perceberá a existência de criaturas que não fazem parte de seu ambiente. 
O universo negro facilita a entrada desses seres em nosso mundo ao refletirem pecados graves em sua imagem. Os demônios não tem piedade nem pudor na hora que são libertados, podem simplesmente causar muitos danos para a vida de suas vítimas.Espelhos amaldiçoados não podem se destruídos e sempre são considerados obras de arte ou mesmo relíquias, e por esse motivo continuam existindo. 





O Fantasma de Heilbronn




O caso do Fantasma de Heilbourn, também conhecido como “A mulher sem face”, é uma das maiores séries de crimes de toda a história que ainda está sem uma solução definitiva.

Entre 1993 e 2009, mais de quarenta crimes, incluindo 6 assassinatos em diversos países da Europa, foram cometidos por uma mulher, que jamais foi identificada. A única ligação entre ela e os crimes é o DNA que foi encontrado em todas os locais.

Esse mistério fez a polícia europeia enlouquecer. Como poderia uma mulher viajar por todos esses países, assassinar e assaltar dezenas de pessoas e nunca ter seu rosto revelado?

Depois de anos de investigações, a polícia começou a suspeitar de algo extremamente improvável, mas possível: Talvez os instrumentos utilizados para pegar o DNA na cena do crime estivessem infectados com o DNA de uma mulher e causando alterações nos resultados.

Após a conferência do material utilizado por diversas polícias europeias, foi descoberto que todas usavam o item de um mesmo produtor. Para recolher amostras de DNA, a polícia usa uma espécie de cotonete feito com materiais esterilizados e guardado com diversos cuidados, pois qualquer mínima exposição pode infectar o material e inutilizá-lo. Isso fez com que a ideia de uma mulher supercriminosa acabasse ficando de lado, porém, mesmo assim, os crimes ainda não tinham culpados…



Um vulto no escuro...




Hoje vou falar sobre um assunto um tanto tenso. É a história de uma coisa que
algumas pessoas afirmam já ter visto e que talvez alguns dos que leiam essa
postagem irão se identificar. Desde já aviso para aqueles que tem problemas em
dormir à noite, para não ler essa postagem porque a informação contida nela pode
acabar sendo impactante demais.
Bom, existem relatos de uma criatura chamada Carazi, que algumas pessoas afirmam
já ter visto pela noite em algum lugar da casa. O que se sabe sobre ele é que aparenta
ser um menino de seis anos de idade, porém o que o diferencia de uma criança normal
é que o olho dele é totalmente negro, sem íris e no escuro causa certo reflexo, ele
também não tem uma boca, onde deveria ter uma, há apenas pele como no resto do
rosto. Alguns também dizem que ele tem garras nas mãos ao invés de dedos.
O Carazi entra à noite na casa das pessoas em qualquer cômodo, menos nos quartos,
e procura algum canto escuro, geralmente em baixo ou atrás de armários, sofás,
estantes, ou na parte de cima, caso haja local para se esconder. Mas ele não está
limitado a espaços que uma criança estaria, ele contorce e expreme o corpo de forma
horrenda para entrar em qualquer lugar e ficar ali.
Durante à noite ele fica observando qualquer movimento pela casa, e quando alguém
se levanta para fazer algo como ir ao banheiro ou beber água, ele passa a observar a
pessoa, causando efeitos como insônia e pesadelos.O Carazi é muito silencioso em
seus movimentos e gosta de ficar observando, mas às vezes é possível ouvir os seus
passos pela casa quando está mudando de lugar, sua respiração feita apenas pelo
nariz quando o ambiente está muito quieto, ou mesmo algum objeto que ele encoste.
Depois que o Carazi vê a primeira pessoa, é como se recebesse a permissão pra
entrar no quarto dela, e assim ele vai para o quarto da pessoa. Normalmente enquanto
ela está no banheiro ou cozinha, ele aproveita o momento para ir até o quarto e se
esconder em algum lugar, sendo que o mais comum é em baixo da cama. Aí é que as
coisas começam a piorar, as pessoas ouvem barulhos noturnos muitas vezes sem
saber o que são. As coisas variam, tem gente que ouve alguém arranhando em baixo
da cama, outros que ouvem algum barulho próximo, mas apesar de acharem estranho,
ignoram achando que é só uma coincidência.
A presença do Carazi causa um grande mau estar na pessoa, fazendo com que
inicialmente tenha dificuldades em dormir apenas, mas depois comece a ter insônia e
às vezes virar noites inteiras acordado, sem saber que ele está ali observando. Com o
passar do tempo, a pessoa passa a ver a criatura ali, sentir quando ela está perto, e a
ficar paranóicas, alguns chegando até mesmo a enxergá-la durante o dia, em cima de
estantes, em baixo de mesas, mas as outras pessoas não vêem e acabam
considerando a vítima paranóica. Algumas pessoas até mesmo desistem de falar
sobre o assunto e apenas olham o Carazi e fingem que ele não está ali.
Então, quando levantar à noite e não ligar a luz, mas ter a impressão de que viu um
vulto de uma pessoa no escuro, se prepare porque pode ser que não tenha sido
apenas impressão. Quando você estiver em sua cama embrulhado e ouvir um som
estranho ao lado ou em baixo da cama, ou ter a sensação de estar sendo observando,
pode ser que ele tenha sido convidado pra entrar no seu quarto. Vocês já tiveram
alguma experiência parecida? Se sim digam como foi.






Como Nasce um Fantasma

Seria o fantasma uma aberração da natureza?  Esta é uma questão relativa: ora, tudo o que acontece, se acontece, é porque a Natureza permite que aconteça e, portanto, necessariamente, é natural. Todavia, pode-se argumentar que a existência na condição de fantasma não é a regra geral para os Espíritos que também podem ser chamados Egos inferiores, Egos condicionados ou personalidades desprovidos de corpo físico terreno; isto porque a condição ontológica ideal [estado de Ser] para a experiência de vida na Terra é a condição de Ser encarnado. Para viver na Terra um Espírito deve estar em integração ótima com um corpo físico de matéria terrena; corpo adequado para as condições existenciais deste planeta do ponto de vista anatômico, químico e físico ou seja, uma estrutura corpórea constituída basicamente de carbono e água, baseada em suporte celular organizados em "tecidos" ósseos-esqueléticos-cartilaginosos e musculares.



O fantasma, sendo um desencarnado existindo entre encarnados está, sem dúvida, deslocado do ambiente próprio à sua condição e, por isso, ser fantasma é uma anomalia, no mínimo, um desajuste. Se o individuo morreu para o mundo-Terra e, no entanto, continua existindo no plano físico deste planeta, alguma coisa errada ocorreu no processo de passagem desta para outra... condição de vida-existência; algo que mantém aquele indivíduo "preso" a um lugar que não é ideal para o seu estado de Ser. Por isso, a manifestação dos fantasmas é vista, por muitos estudiosos da Ciências Ocultas, quase sempre, como um fato negativo. O fantasma não deveria estar aqui! ─ e diferentes povos possuem métodos-rituais para despachar estas entidades, em definitivo, para o "outro mundo" ou dimensão cósmica-existencial à qual eles pertencem

Os manifestações dos fantasmas são, assim, consideradas, um distúrbio da Natureza porque as razões que que mantêm um Espírito desencarnado entre viventes terrenos, em geral, não são nada boas: é ponto pacifico nas mais diversas crenças, sejam evoluídas ou primitivas, que fantasmas são espíritos insatisfeitos, preocupados e/ou atormentados; foram pessoas que morreram em circunstâncias sofridas e/ou inesperadas:

mortes súbitas [por fatalidade do destino, acidentes, por exemplo, ou falência inesperada de órgãos vitais, com ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral]. Situações que provocam um grande susto, surpreendem o Espírito, gerando confusão na percepção da própria condição de desencarnado e, muitas vezes, frustração por ter deixar tarefas inacabadas;
 morte súbitas trágicas. São casos clássicos: assassinados, suicidas. Permanecem no orbe movidos por sentimentos negativos: vingança, ressentimento, remorso, culpa.
 mortes preocupadas, quando o espírito está apegado a problemas deste mundo e acredita que precisa resolvê-los [ao invés de deixar a aporrinhação para os viventes terrenos]: são segredos não revelados, dívidas que arruinarão a família, sentimentos de dever em relação a parentes, amigos e até em relação à pátria. Existem muitos relatos de "fantasmas-da-botija" [no Brasil] e fantasmas de tesouros. Não têm sossego enquanto não conseguem "desenterrar" a riqueza um dia tão bem guardada e que, para o fantasma, já não serve para nada.
 existem aqueles que permanecem presos por afeições desmedidas a pessoas e lugares onde viveram momentos felizes que não querem deixar para trás; outros, ligados ao mundo pelos vícios prazerosos da carne, álcool, drogas, comida, sexo.
 e, finalmente, os fantasmas dos condenados, que expiam faltas graves, caso dos assassinos, que temem a dimensão ontológica do post mortem dos criminosos, o inferno ou Umbral dos Espíritas, onde acredita-se, padecerão inúmeros desconfortos e/ou torturas até que tenham sido purificados das maldades perpetradas. È a "lei da gravidade noética [espiritual]": consciência pesada puxa o sujeito para baixo... muito baixo.

Por isso fantasmas são ditos "espíritos apegados"; prisioneiros da realidade mundana, não conseguem "ir", seja para a treva, seja para a luz, não seguem o curso normal de sua existência pós-desencarnação.




A Verdade Sobre a Loira do Banheiro




Taxonomicamente a Loira do Banheiro faz parte de um grupo bem conhecido de assombrações conhecidas como Mulher da Meia-Noite. Este nome varia de cultura para cultura, são também conhecidas como Belas da Noite, Mulheres de Branco, etc. Curiosamente suas descrições são basicamente a mesma no mundo todo, menos na América do Sul, onde os relatos a seu respeito e suas diferents formas são relatadas.

Uma Mulher da Meia-Noite é o fantasma de uma mulher que morreu de forma tão violenta que produziu um espírito perturbado e psicopata que busca algum tipo de retaliação, seja vingança, seja matar as pessoas em busca de companhia. Neste segundo caso o problema é que dificilmente um espírito se prenderá a uma Mulher da Meia-Noite, o que a obriga a continuar matando.

Os registros sobre esse tipo de aparição são tão antigos quanto o homem, mas ganharam uma atenção especial graças à novela The Woman in White de Wilkie Collins, escrita em 1859. 

No Brasil a Mulher de Branco recebe o nome de Mulher da Meia-Noite, Bela da Noite, também é conhecida como Mulher de Branco (ou de vermelho, ou de preto, de acordo com as roupas que usa na ocasião de sua aparição). Na Venezuela é conhecida como La Sayona, no México de La Llorona, nos Andes é conhecida e temida como Paquita Muñoz.


A origem de cada versão da lenda varia não apenas de país para país, como de estado para estado e cidade para cidade. Isso acontece porque diferente de outros tipos de fantasmas, como o Holandês Voador, não existe uma única Mulher da Meia-Noite ou uma que originou tudo, onde há uma mulher morrendo de forma violenta o suficiente para se perturbar seu espírito, ou quebrar seu espírito como muitos dizem, nascerá uma nova Mulher da Meia-Noite.

Assim não existe uma Loira do Banheiro, mas sim assombrações de Mulheres da Meia-Noite que podem ter um Modus Operandi que envolva banheiros ou o ritual de chamada.

Não existe um registro original sobre a Loira que possa ser averiguado. A história varia muito, alguns dizem que era uma aluna de colêgio que por inúmeras razões se escondeu no banheiro de um colégio. Alguns afirmam que ela foi ao banheiro apra fumar escondida, outros para poder "namorar" algum colega, outros simplesmente que ela foi matar aula. Nesta versão a aluna, cuja idade varia dos 12 aos 17 anos, escorregou no chão, bateu a cabeça no chão ou na privada e morreu.


Uma outra versão fala de uma professora que teve um caso com um aluno e durante uma sessão de "namoro" no banheiro foi assassinada pelo marido que desconfiando da esposa a seguiu.

Seja aluna ou professora, muitos relatos dizem que ela tenta seduzir os garotos ou garotas que ficam sozinhos no banheiro. Isso talvez seja um indicativo de que sua morte teve algo a ver de fato com um relacionamento.

Talvez a lenda da Loira do Banheiro desaparecesse com o tempo se permanecesse apenas entre crianças, mas ela já foi vista fora de escolas em centros comerciais e hospitais. Caminhoneiros falam de histórias da loira que surge em banheiros de beira de estrada. Conseguem ver seu reflexo quando estão de frente para o espelho, e lá está ela, de costas, linda, corpo e pernas perfeitos, mas quando se viram para encarar o homem mostram um rosto deformado e coberto de sangue.

Esse aspecto da sedução é recorrente a várias Mulheres de Meia-Noite, que para buscar vingança ou companhia usam a promessa de sexo para atrair suas vítimas. Muitas pessoas que já viram a Loira do Banheiro afirmam que ela se mostra cínica, primeiro tentando seduzir com beijos e olhares e uma vez cativada a confiança ela ataca. Vale dizer que as pessoas não percebem que estão na presença de um espírito até ser tarde demais.


A Primeira Ordem Vampírica do Ocidente




"Foram duas noites de terror. Sei que ela planeja a minha morte e talvez a de Otto. Bathory torna-se cada vez mais violenta e possessiva. O retorno de Karel ( filho dela com o camponês ) parece ter deixado-a um pouco mais calma, mas tenciono não mais retornar ao convívio dela (...) Estou certa de que Bathory e Karel mantém uma relação incestuosa, encontrei ambos nus em sua cama poucos dias após seu retorno ao castelo. As carícias entre ambos estavam longe daquelas verificadas entre mãe e filho (...) ela assume as práticas vampíricas ao extremo." 

Os trechos da carta encontrada no castelo por Gyorgy Thurzo, Palatino da Hungria e responsável pelo julgamento de Erzsébet, mostra que até mesmo aqueles que introduziram Bathory na magia negra já temiam pelo seu comportamento cada vez mais violento. O estranho neste fato e que mais tarde discutiremos, é o fato de os diários e escritos de Anna Darvulia e Helena Karponova não serem aceitos no julgamento de Bathory. Darvulia foi o braço direito de Bathory para assuntos particulares entre 1596 e 1601, quando esta veio a falecer.


(Novembro de 1604) O Pastor luterano Istvám Magyari pressiona as autoridades locais a respeito das notícias que vem de Vienna e Bratislava, locais onde Bathory têm propriedades. Após muita relutância, Thurzo convoca alguns notários para acompanhá-lo até o castelo de Bathory  e intimá-la a comparecer no julgamento em que será acusada por homicídio, estupro e ocultação de cadáveres. A discussão dos termos do julgamento ganha novo rumo quando os homens de Thurzo descobrem que existe participação de membros da corte e muitas mulheres de nobres nas festas orgiásticas que Bathory promovia no castelo. Fica acordado que Bathory não estará presente ao seu julgamento e que apenas poucas testemunhas e acusadores serão levados em consideração pelo júri.
(Fevereiro de 1605) O rei Matthias, que havia contraído um empréstimo vultuoso junto a Ferenc Nadasdy, enxerga no aprisionamento e execução de Bathory uma maneira de se ver livre dos débitos, já que sua corte encontra-se semi-falida no início do século dezessete. Além disso, Matthias planeja apossar-se das muitas propriedades de Bathory, inclusive as propriedades em Bratislava, Vienna e Sárvár.
(Inverno de 1609) A região registra o desaparecimento de quase quarenta meninas entre 11 e 14 anos de idade. Uma testemunha afirma junto aos juízes que viu dois homens em uma carroça carregada de corpos. Ao seguí-los noite adentro, pode vê-los amontoando os cadáveres e ateando fogo em todos eles. Foi a gota d'agua para que o Rei aumentasse a pressão sobre as autoridades locais, inclusive ameaçando-os com o cárcere caso não capturassem Bathory.
(Maio de 1610) Paul, filho mais novo de Bathory recebe Thurzo para acertar os últimos detalhes sobre o julgamento da mãe. Ao saber das ameaças de Bathory sobre os segredos de tantos nobres locais e suas relações comerciais ( proibidas na época ) com os Otomanos, Thurzo arquiteta junto a Helena Karponova e Paul Bathory a fuga de Bathory para Florença na Itália.
(Julho de 1610) Uma testemunha relata para os juízes a constituição física de Erzsébet Bathory, da qual a maioria dos cidadãos da região não viam há muitos anos: "Alta e esguia, cabelos longos castanho-avermelhados e bastante volumosos. Olhos negros como azeviche, pele branca como a mais branca das neves. Seios relativamente fartos e uma pele sem nenhuma marca de expressão, rugas ou manchas provenientes de alguma enfermidade, algo bastante incomum para uma mulher de quarenta anos de idade naquela época. E o mais assustador de tudo: Bathory não aparentava mais do que 20, no máximo 25 anos de idade. Sua jovialidade impressionava aqueles poucos que com ela conviveram.
 As acusações contra Erzsébet Bathory no tribunal:



1. Expôr as vítimas a temperaturas muito baixas ao ponto do congelamento por hipotermia.
2. Morte por inanição.
3. Espancamento por longos períodos de tempo até a morte devido a complicação dos ferimentos.
4. Queima ou mutilação de órgãos como mãos e braços e as vezes a genitália.
5. Ferimentos nas vítimas por mordidas na face, braços, pernas e genitália.


Todas as acusações eram feitas e aceitas pelo modo: ouvi dizer que alguém sabe ou viu ou ouviu; ou seja, a maioria dos que a acusavam jamais viu ou ouviu alguma coisa da própria acusada. Mesmo assim todas as acusações foram aceitas. O tal diário que continha as atrocidades de Bathory relatadas de próprio punho jamais foi encontrado se é que realmente existiu. Os supostos ajudantes de Bathory nos crimes: Dorottya Szentes, Ilona Jó, Katalin Benická e János Újváry tiveram as suas sentenças decretadas na tarde do dia 11 de Janeiro de 1611. 


Szentes, Ilona e Újváry foram considerados culpados. Os três tiveram as mãos decepadas e foram mantidos em cativeiro por dez dias para então, serem queimados em fogueiras assim como haviam procedido sob as ordens de Bathory. Benická não pôde ser acusada como culpada ( também era amante de um dos jurados do tribunal ). Decidiu-se que ela fora totalmente dominada por Bathory e que tinha apenas 12 anos quando começou a prestar seus serviços no castelo de Sárvár como criada da condessa. 


Severamente ameaçados por Paul Bathory, houve o recuo da acusação e uma proposta de acordo: Bathory deixaria o país e cederia grande parte de suas terras para Matthias e seus aliados. Além de perdoar a dívida contraída pelo rei junto ao falecido esposo. A farsa toda foi montada por Gyorgy Thurzó. Primeiramente ele assegurou-se de que não havia o menor risco de os escritos de Helena Karponova e Anna Darvulia caírem em mãos erradas - isso comprometeria gente do mais alto escalão burguês do império Austro-Húngaro, e que se caso isso ocorresse, se vingaria sobre os três filhos e os dois afilhados de Bathory. 


Para desespero de Matthias, isso seria o máximo que conseguiria pois as terras confiscadas serviriam apenas no abatimento da dívida do Império com exércitos mercenários e outras provisões necessárias. Na madrugada de 30 de Julho de 1611, Bathory deixa o castelo rumo ao porto de Varna, de onde embarcaria numa viagem para Florença e mais tarde Veneza. Uma camponesa é amarrada e atirada para dentro da cela que Bathory deveria ocupar em Csejte. Daí em diante, as autoridades fizeram e ainda fazem o possível e o impossível para manter longe da história da Hungria e da Eslováquia o nome e o legado de Erzsébet Báthory. Padres e estudiosos que coletaram material sobre a vida e o comportamento da Condessa até a sua fuga para a Itália desapareceram misteriosamente, até que tudo passasse a cheirar a lenda. A versão de sua prisão no castelo seguida de sua morte três anos depois acabou se tornando a versão oficial dos fatos. 


Helena Karponova e Otto von Graff também desapareceram e chega-se a especular se estes realmente eram os seus nomes. Ao longo do século 17, a família Bathory perde prestígio e poder. Pouca informação temos sobre o destino dos filhos e netos de Bathory. Especula-se que Karel, seu primeiro filho, tenha partido com a mãe para a Itália. Otto von Graff, assim como misteriosamente chegou, misteriosamente se foi. Mas há um interessante relato sobre este homem no díario de Karponova em 7 de Agosto de 1580, vigésimo aniversário da condessa: 


"Graff presenteou Bathory com esmeraldas quase tão lindas quanto os seus próprios olhos. A primeira vista, é muito difícil dizer se Otto é mesmo um homem ou alguma coisa de sexualidade confundível. Seus traços são tão delicadas quanto os de uma jovem da idade de Bathory. Seus lábios grossos e severamente avermelhados e sua incapacidade de sorrir sem ter de flertar com alguém. Isso enfurece Bathory, disse-me que ele é o único homem a quem ela poderia amar. A masculinidade agressiva e repleta de músculos e coragem não a atraem em nada. Bathory é amante de mulheres e homens com certeza. Mas lembro agora da longa e macia cabeleira de nosso belo Otto. Se eu acreditasse nos anjos, certamente acreditaria que este homem é um deles. Termino meus pensamentos de hoje e provavelmente o único desta semana a relembrar o sabor daquela tez branca e saudável. Feliz da fêmea que repousa em tua cama meu querido, e que Bathory não nos ouça." 


Já no século dezoito, pouca informação é tida como concreta a respeito de Erzsbet Báthory. Diversos biógrafos tentam repaginar a história apenas misturando lendas e tentando associar Báthory à história de Vlad Tepes. Embora sejam originários do mesmo local, jamais travaram qualquer tipo de contato. Possivelmente nem mesmo suas famílias tiveram relações mais estreitas.

Voduísmo - Descubra como acabar com seu inimigo!




Como em muitas religiões, o vodu também possui um templo. Mas o que caracteriza o santuário é uma coluna 
chamada poteau-mitan. Localizada no centro do templo, essa coluna é considerada sagrada pelos seguidores e 
é em sua volta que as cerimônias de comunicação com as divindades são realizadas. Ao redor da poteau 
encontram-se desenhos decorativos chamados vevers. São representações heliográficas de diversas
entidades adoradas no vodu. Aliás, entidades é que não faltam no vodu, que possui um grande panteão. 
Os nomes das divindades se alteram, dependendo da região onde o ritual é praticado, mas a maioria dos adeptos
dessa prática considera que o panteão veio do Oeste africano. As entidades desses panteões, por muitas vezes,
são consideradas pelos adeptos como espíritos de pessoas que já morreram, homens que tiveram importância 
dentro da comunidade religiosa, príncipes ou sacerdotes. Esses espíritos levam o nome de loas, e podem ser 
classificados em entidades de dois grupos: 
Rada:: entidades transmitidas por Daomé. 
Petros : entidades que, ao longo do tempo, infiltraram-se na prática religiosa vodu. 


Segundo o vudu, as manifestações dos grupos petros e rada têm personalidades e sensibilidades
definidas e procuram sempre seguir uma família específica de adeptos. Outras divindades são públicas,
manifestando-se em qualquer pessoa. 
Hungans e mambos 
A maioria das religiões possui líderes que conduzem seus cultos e rituais. No vudu isso também existe, 
eles são conhecidos por hungans. A mulher também tem a sua participação, porém, a terminologia a ela 
conferida é mambo. 


Existem algumas informações que apontam o voduísmo como uma religião matriarcal, na qual a mambo
é conhecida também como rainha, porém, é o hungan que preside o hunfort, o santuário religioso. 
O sacerdote vodu possui várias posições: atua como curandeiro, adivinho e exorcista. Nas comunidades em que 
se observa a falta do sacerdote a mulher toma a frente, sendo considerada a maior autoridade religiosa


Cerimoniais vudu 
Geralmente, as cerimônias são realizadas no período noturno. Fazem parte do ritual: bebidas de rum, frutas
e jarros de barros sangue,cádaver,cranios. As bebidas e comidas são erguidas e oferecidas aos loas, para invocá-los e entidades vudu. No intuito
de alegrar essas entidades, os voduístas lhes oferecem também sacrifícios de aves, porcos, galinhas,
bodes e afins. Após as oferendas com danças, os loas possuem os corpos de seus súditos. É interessante
que nas possessões os indivíduos não possuem consciência daquilo que fazem e, conseqüentemente, 
não se lembram de nada após o término do ritual. 
No vodu, mais ou menos como ocorre na Umbanda, as danças em volta da ponteau-mitan são de suma 
importância, pois servem para se obter a espiritualidade: as pessoas que envolvem com a dança são
mais rapidamente possuídas. Para cada divindade existe um tipo de música, instrumento e ritmos 
específicos, segundo o gosto de cada loa, que exige que tudo seja purificado e consagrado para o 
ritual. Na umbanda, os atabaques também são consagrados para fazer que os orixás de Aruanda e
Orum se manifestem. 


As serpentes também fazem parte de muitas cerimoniais no vudu. No ritual chamado mambo, o réptil é retirado
de um cesto e posto bem próximo do rosto do Reidovudu que, ao tocar no animal, recebe, supostamente,
visão especial e poderes sobrenaturais. 
Segundo o vudu, os primeiros homens criados eram cegos e foi justamente as serpente que conferiu 
visão à espécie humana


Misterios do voodoo

Boneco vudu 
Sem dúvida, o boneco vudu é o primeiro elemento que vem à mente dos leigos quando se fala em voduísmo.
Tal objeto é empregado para invocar os poderes dos deuses do vudu e recebe o nome de fetiche, que 
significa feitiço. O fetiche é confeccionado por quem irá realizar o trabalho de magia e, enquanto é feito, a 
pessoa tem de mentalizar os objetivos que quer alcançar com o ritual e “transmitir” sua energia ao boneco. 
O fetiche deve ser feito com a semelhança anatômica de uma pessoa: cabeça, tronco e membros. 
Partes indispensáveis para a “eficácia” da magia são os órgãos genitais masculinos ou femininos. O
boneco precisa ser batizado com o nome da pessoa que irá representar e, geralmente, é feito de
massa de modelar, nunca de pano ou outro material. 
Segundo o Reidovudu, tais bonecos são feitos para realizar o bem, para se alcançar prosperidade e
curas. O que pessoa precisa fazer é perfurá-los com espetos ou alfinetes. Mas na prática as intenções 
nem sempre são essas.


Vudu Bruxaria vem do continente Africano e é extremamente letal. Nos últimos anos, ele se espalhou para outras partes do mundo e está sendo misturado com outras formas de magia negra para prejudicar e matar pessoas certo procedimento se torna altamente efetivo para capturar à almas de uma pessoa e a obrigando as nos dar tudo que queremos amor dinheiro sexo fidelidade não importa qual seja o seu problema o vudu resolve.


As roupas, cabelos, unhas e imagens são usados para fazer um boneco que lembra a vítima, a área do coração da boneca é mantida aberta para o ritual final. uma área do coração da boneca é mantida aberta para o ritual final. Um ritual é realizado e um coração é retirado de um organismo de animais vivos, enquanto ele está vibrando e colocado na área do coração da boneca, neste momento a boneca é infundida com a vida de ligação da boneca com a vítima com uma corda invisível psíquica. procedimento se torna altamente efetivo para capturar à almas de uma pessoa e a obrigando as nos dar tudo que queremos amor dinheiro sexo fidelidade não importa qual seja o seu problema o vudu resolve.


Um homem com duas almas 
Os haitianos praticantes do vodu acreditam que o homem possui duas almas: 
Gros bon ange: cuja tradução é: “grande anjo bom”. Essa alma, segundo acreditam os haitianos, tem a
capacidade de sair do corpo enquanto a pessoa dorme. E, se não retornar, a pessoa morre. 
Petit bon ange: traduzido quer dizer “pequeno anjo bom”. Essa alma, segundo crêem, proteger e guiar o
adepto. Quando a pessoa morre, ela permanece por alguns dias guardando o corpo. Somente após um
período de nove dias, contando a partir do sepultamento, é realizado um ritual para afastá-la. 
Como a reencarnação faz parte da crença vodu, seus praticantes acreditam que a petit bon ange se
transforma em algum objeto ou animal, geralmente uma grande serpente. Após a transformação, se aos
rituais de sacrifícios e cerimônias, sob a responsabilidade dos parentes, forem negligenciados, a vingança 
da petit bon ange se volta contra eles.


SERVOS DO MISTICISMO NEGRO

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