Tudo sobre como ver Espíritos


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De todas as manifestações espíritas, as mais interessantes são sem dúvidas aquelas pelas quais os Espíritos podem se tornar mais visíveis. Pela explicação desse fenômeno veremos que ele, como os outros, nada tem de sobrenatural. Damos inicialmente as respostas dos Espíritos a respeito do assunto.
        1. Os Espíritos podem se tornar visíveis?
— Sim, sobretudo durante o sono. Entretanto, certas pessoas os vêem também no estado de vigília, mas isso é mais raro.           
Nota de Kardec: Enquanto o corpo repousa o Espírito se desprende dos laços materiais, fica mais livre e pode mais facilmente ver os outros Espíritos e entrar em comunicação com eles. O sonho é uma recordação desse estado. Quando não nos lembramos de nada, dizemos que não sonhamos, mas a alma não deixou de ver e de gozar da sua liberdade. Tratamos aqui mais particularmente das aparições no estado de vigília. – Sobre o estado do Espírito durante o sono ver nº 409 de O Livro dos Espíritos.
            2. Os Espíritos que se manifestam pela visão pertencem a uma determinada categoria?
            —  Não; podem pertencer a todas as categorias, das mais elevadas às mais inferiores.
            3. É permitido a todos os Espíritos manifestarem-se visivelmente?
            — Todos o podem, mas nem sempre tem a permissão nem o desejo de fazê-lo.
            4. Com que fim os Espíritos se manifestam visivelmente?
            — Isso depende; segundo sua natureza, o fim pode ser bom ou mau.
            5. Como pode ser permitido, quando o fim é mau?
            — É então para por à prova aqueles que os vêem. A intenção do Espírito pode ser má, mas o resultado pode ser bom.
            6. Qual o objetivo dos Espíritos que se fazem ver com má intenção?
            — Assustar e muitas vezes vingar-se.
            7. Qual o objetivo dos Espíritos que aparecem com boa intenção?
            — Consolar os que lamentam a sua partida; provar-lhes que continuam a existir e estão perto deles; dar conselhos e algumas vezes pedir assistência para si mesmos.
            8. Que inconveniente haveria em ser permanente e geral a possibilidade de ver os Espíritos? Não seria essa uma forma de tirar a dúvida aos mais incrédulos?
            — Estando o homem constantemente cercado de Espíritos, o fato de vê-los sem cessar o perturbaria, constrangendo-o nas suas atividades, e lhe tiraria a iniciativa na maioria dos casos, enquanto, julgando-se só, pode agir com mais liberdade. Quanto aos incrédulos, dispõem de muitos meios para se convencerem, caso queiram aproveitá-los e se não estiverem cegos pelo orgulho. Sabes de pessoas que viram e nem por isso acreditam, pois dizem que se trata de ilusões. Não te inquietes por essa gente, de que Deus se encarrega.    
        Nota de Kardec: Haveria tanto inconveniente de estarmos sempre na presença dos Espíritos, como em vermos o ar que nos cerca ou as miríades de animais, microscópicos que pulam ao nosso redor. Do que devemos concluir que o que Deus faz é bem feito e que Ele sabe melhor do que nós o que nos convém.
            9. Se a visão dos Espíritos tem inconvenientes, porque é permitida em alguns casos?
            — Para dar uma prova de que nem tudo morre com o corpo e de que a alma conserva a sua individualidade após a morte. Essa visão passageira é suficiente para dar a prova e atestar a presença dos amigos ao vosso lado, não tendo os inconvenientes da visão incessante.
            10. Nos mundos mais adiantados que o nosso a visão dos Espíritos é mais freqüente?
            — Quanto mais os homens se aproximam da natureza espiritual, mais facilmente entra em relação com os Espíritos. É a grosseria do vosso corpo que torna mais difícil e mais rara a percepção dos seres etéreos.
            11. É racional assustar-se com a aparição de um Espírito?
            — Aquele que refletir a respeito há de compreender que um Espírito, seja qual for, é menos perigoso que um vivo. Os Espíritos, aliás, estão por toda parte e não tens a necessidade de vê-los para saber que podem estar ao teu lado. O Espírito que desejar prejudicar alguém pode fazê-lo sem ser visto, e até com mais segurança. Ele não é perigoso por ser Espírito, mas pela influência que pode exercer no pensamento do homem, desviando-o do bem e impelindo-o ao mal.
         Nota de Kardec: As pessoas que tem medo da solidão e do escuro, raramente compreendem a causa do seu pavor. Elas não saberiam dizer do que tem medo, mas certamente deviam recear-se mais de encontrar homens do que Espíritos, porque um malfeitor é mais perigoso em vida do que após a morte. Uma senhora de nosso conhecimento teve uma noite, em seu quarto, uma aparição tão bem definida que acreditou estar na presença de alguém e sua primeira sensação foi de pavor. Certificando-se de que ali não havia nenhuma pessoa, disse a si mesma: Parece que se trata apenas de um Espírito; posso dormir tranqüila.
            12. Aquele que vê um Espírito poderia conversar com ele?
            — Perfeitamente. E é justamente o que se deve fazer nesse caso, perguntando quem é o Espírito, o que deseja e o que se  pode fazer por ele. Se o espírito for infeliz e sofredor, o testemunho de comiseração o aliviará. Se for um Espírito benévolo, pode acontecer que tenha a intenção de dar bons conselhos.
            13. Como o Espírito poderia responder?
            — Às vezes falando, como uma pessoa viva; a maioria das vezes por uma transmissão de pensamentos.
            14. Os Espíritos que aparecem com asas realmente as têm, ou essas asas são apenas uma aparência simbólica?
            — Os Espíritos não tem asas. Não precisam delas, pois podem transportar-se por toda parte como Espíritos. Aparecem dessa forma porque querem impressionar a pessoa a que se mostram. Uns aparecerão com suas roupas habituais, outros envolvidos em panos, alguns com asas, como atributo da categoria espiritual que representam.
            15. As pessoas que vemos em sonho são sempre as que aparentam ser?
— São quase sempre as mesmas pessoas que o teu Espírito vai encontrar ou que te vêm encontrar.
            16. Os Espíritos zombadores não poderiam tomar a aparência das pessoas que nos são caras e nos iludirem?
            — Tomam aparências fantasiosas para se divertirem a vossa custa, mas há coisas com as quais não lhes é permitido brincar.
            17. Como o pensamento é uma espécie de evocação, compreende-se que possa atrair o Espírito. Mas por que, quase sempre, as pessoas em que mais pensamos, que ardentemente desejamos rever, jamais aparecem nos sonhos, enquanto vemos outras que não nos interessam e nas quais nunca pensamos?
        —  Os Espíritos nem sempre tem a possibilidade de manifestar-se visivelmente, mesmo em sonhos e apesar do desejo que tenhamos de vê-los. Causas independentes da sua vontade podem impedi-los. Quase sempre é também uma prova que o mais ardente desejo não pode afastar. Quanto às pessoas que não interessam, embora não penseis nelas, é possível que pensem em vós. Aliás, não podeis fazer uma idéia das relações no Mundo dos Espíritos, onde reencontrais uma multidão de conhecidos íntimos, antigos e novos, dos quais nem tendes a menor idéia quando acordados.
        Nota de Kardec: Quando não há nenhum meio de controlar as visões ou aparições, podemos sem dúvida levá-las à conta de alucinações, mas quando elas são confirmadas pelos acontecimentos não poderíamos atribuí-las à imaginação. Essas são, por exemplo, as aparições do momento da morte, em sonho ou no estado de vigília, de pessoas em quem não pensávamos e que, por diversos sinais, revelam as circunstâncias absolutamente inesperadas do seu falecimento. Viram-se tantas vezes cavalos empinarem e empacarem diante de aparições que assustavam os cavaleiros. Se a imaginação é alguma coisa entre os homens, seguramente nada é para os animais. Aliás, se as imagens que vemos em sonho fossem sempre conseqüência das preocupações de vigília, nada explicaria o fato, tão freqüente, de jamais sonharmos com as coisas em que mais pensamos.
            18. Por que certas visões são mais freqüentes nas doenças?
            — Elas ocorrem igualmente no estado de perfeita saúde, mas na doença os laços materiais se afrouxam e a fraqueza do corpo deixa mais livre o Espírito, que entra mais facilmente em comunicação com outros Espíritos.
            19. As aparições espontâneas parecem mais freqüentes em certas regiões. Alguns povos são mais bem dotados que outros para essas manifestações?
            — Fizeste um relatório geral das aparições? As aparições, os ruídos e todas as manifestações expandem-se igualmente por toda a Terra, mas apresentam características próprias segundo os povos em que se verificam. Entre estes, por exemplo, a escrita é pouco desenvolvida e não há médiuns escreventes; entre outros eles abundam; além disso há mais freqüência de manifestações ruidosas e de movimento de objetos que de comunicações inteligentes, porque estas são menos apreciadas e procuradas.
            20. Por que as aparições se verificam mais à noite?
            — Pela mesma razão que vês as estrelas à noite e não em pleno dia. A claridade intensa pode ofuscar uma aparição delicada. Mas é errôneo supor que a noite tenha algo de especial para isso. Interpela todos os que as viram, e constatarás que a maioria ocorre de dia.    
        Nota de Kardec: Os fenômenos de aparição são muito mais freqüentes e gerais do que se pensa, mas muitas pessoas não os revelam por medo do ridículo e outras os atribuem à ilusão. Se parecem mais abundantes em certos povos é porque esses conversam mais cuidadosamente as tradições verdadeiras ou falsas, quase ampliadas pelo fascínio do maravilhoso, a que se o aspecto das localidades se presta mais ou menos. A credulidade faz ver, então, efeitos sobrenaturais aos fenômenos mais vulgares; o silêncio da solidão, o escapamento dos caminhos, o rumorejar das florestas, o estrépito das tempestades, o eco das montanhas, a forma fantástica das nuvens, as sombras, as miragens, tudo enfim se presta à ilusão das imaginações simples e ingênuas, que propagam de boa fé aquilo que viram ou que acreditam ter visto. Mas ao lado da ficção há o real,que o estudo sério do Espiritismo consegue livrar dos acessórios ridículos da superstição.
            21. A visão dos Espíritos ocorre no estado normal ou somente durante o êxtase?
     —      Pode ocorrer em condições perfeitamente normais; entretanto, as pessoas que os vêem estão quase sempre num estado especial, próximo do êxtase que lhes dá uma espécie de dupla vista. (Ver O Livro dos Espíritos, nº 447)
            22. Os que vêem os Espíritos o fazem com os olhos?
            — Eles pensam que sim, mas na realidade é a alma que vê. A prova é que podem vê-los de olhos fechados.
            23. Como o Espírito pode tornar-se visível?
            — O princípio é o mesmo de todas as manifestações e está nas propriedades do perispírito, que pode sofrer diversas modificações, à vontade do Espírito.
            24. O Espírito propriamente dito pode fazer-se visível ou só o faz com a ajuda do perispírito?
            — Na vossa situação material o Espírito só pode manifestar-se com a ajuda do seu invólucro semimaterial. É este o intermediário pelo qual eles agem sobre os vossos sentidos. Graças a esse invólucro é que eles aparecem algumas vezes com a forma humana ou outra qualquer, seja nos sonhos ou no estado de vigília, assim a plena luz como na obscuridade.
            25. Poderíamos dizer que é pela condensação do fluido do perispírito que o Espírito se torna visível?
            — Condensação não é o termo. Trata-se apenas de uma comparação que pode ajudar a compreender o fenômeno, pois não há realmente uma condensação. Pela combinação dos fluidos produz-se no perispírito uma disposição especial, sem possibilidade de analogia para vós, e que o torna perceptível.
            26. Os Espíritos que aparecem são sempre inacessíveis ao fato e não podemos pegá-los?
            —  No estado normal de Espíritos não podemos pegá-los, como pegamos os sonhos. Não obstante, podem impressionar o nosso tato e deixar sinais de sua presença. Podem mesmo, em alguns casos, tornarem-se momentaneamente tangíveis, o que prova a existência de matéria entre eles e vós.
            27. Todos são aptos a ver os Espíritos?
            — Durante o sono, todos. Mas não quando estão acordados. No sono, a alma vê diretamente; quando estais acordados ela sofre em maior ou menor grau a influência dos órgãos. Eis porque as condições não são as mesmas nos dois casos.
            28. Como podemos ver os Espíritos em estado de vigília?
            — Isso depende do organismo, da facilidade maior ou menor do fluido do vidente de se combinar como o do Espírito. Assim, não basta o espírito querer mostrar-se; é também necessário que a pessoa a quem se quer mostrar tenha a aptidão para vê-lo.
            29. Essa faculdade pode desenvolver-se pelo exercício?
            — Pode, como todas as outras faculdades. Mas é daquelas cujo desenvolvimento natural é melhor do que o provocado, quando corremos o risco de superexcitar a imaginação. A visão geral e permanente dos espíritos excepcional e não pertence às condições normais do homem.(1)
            30. Pode-se provocar a aparição dos espíritos?
            — Pode-se algumas vezes, mas muito raramente. Ela é quase sempre espontânea. Para provocá-la é necessário que se possua uma faculdade especial.
            31. Os Espíritos podem fazer-se visíveis com outra aparência, além da humana?
            — A forma humana é a sua forma normal. O Espírito pode variá-la na aparência, mas conservando sempre o tipo humano.
            32. Não podem manifestar-se com a forma de flamas?
            — Podem produzir flamas, clarões, como qualquer outro efeito para demonstrar a sua presença, mas essas coisas não são o próprio Espírito. A flama é quase sempre apenas um efeito óptico ou uma emanação do perispírito. Em todos os casos é somente uma parte do perispírito, que só aparece inteiramente nas visões.(2)

            33. Que pensar da crença que os fogos fátuos são almas ou Espíritos?

                 —   Superstição, produzida pela ignorância. A causa física dos fogos fátuos é bem conhecida.

            34. A chama azul que apareceu sobre a cabeça de Servius Tullius, na infância, foi real ou, apenas uma lenda?

            - Era real, produzida pelo Espírito Familiar que desejava advertir a mãe. Esta, médium vidente, percebeu uma irradiação do Espírito protetor de seu filho. Os médiuns videntes variam de grau no tocante à percepção, como os médiuns escreventes variam na escrita. Enquanto essa mãe via uma chama outro médium poderá ver o próprio Espírito.(3)
            35. Os Espíritos poderiam se apresentar com a forma de animais?
           — Isto pode acontecer, mas são sempre Espírito inferiores os que tomam essas aparências. Mas seriam sempre, em todos os casos, aparências passageiras, pois seria absurdo acreditar que um animal pudesse ser a encarnação de um Espírito. Os animais são sempre animais e nada mais do que isso.(4)
        Nota de Kardec: Somente a superstição pode levar a crer que certos animais são encarnações de Espíritos. É necessário ter uma imaginação muito condescendente ou muito impressionável para ver algo de sobrenatural nas atitudes às vezes um pouco estranhas que eles tomam, mas o medo freqüentemente faz ver aquilo que não existe. Aliás o temor nem sempre é a fonte dessa idéia. Conhecemos uma senhora, por sinal muito inteligente, que estimava demais um gato preto, acreditando que ele possuía uma natureza super animal. Nunca, entretanto ouvira falar de Espiritismo. Se o tivesse conhecido, compreenderia o ridículo da causa de sua predileção, pois a doutrina lhe provaria a impossibilidade dessa metamorfose.

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13 Almas




Há quase quarenta anos um incêndio parou São Paulo. Era sexta-feira, 1º de fevereiro de 1974 (uma sexta-feira), e aproximadamente 756 pessoas distribuíam-se pelos 25 andares do Edifício Joelma (hoje nomeado Edifício Praça da Bandeira), localizado no nº 225 da Avenida Nove de Julho, Praça da Bandeira, região Central de São Paulo - Brasil.

Por volta das 08:50' um funcionário ouviu um ruído de vidros sendo quebrados, proveniente de um dos escritórios do 12º andar.
Foi até lá para verificar e constatou que um aparelho de ar condicionado estava queimando.
Em seguida foi correndo até o quadro de luz daquele piso para desligar a energia, mas ao voltar encontrou fogo seguindo pela fiação exposta ao longo da parede.
As cortinas se incendiaram rapidamente e o incêndio começou a se propagar pelas placas inflamáveis do forro.
O funcionário correu para apanhar o extintor portátil, mas ao chegar não conseguiu mais adentrar à sala, devido à intensa fumaça.
Então ele subiu as escadas até o 13º andar, alertou os ocupantes e ao tentar voltar ao 12º pavimento, encontrou densa fumaça e muito calor.
A partir daí o incêndio, sem controle algum, tomou todo o prédio.
Foram feitas várias viagens com os elevadores enquanto o oxigênio permitiu, salvando dessa forma muitas pessoas.
No final, uma ascensorista, na tentativa de salvar mais vidas, prosseguiu, mas como a fumaça havia piorado, ficou sem oxigênio e acabou falecendo no 20º andar.
Segundo perícias, a causa do incêndio foi um curto-circuito em um equipamento de ar-condicionado em um dos andares, provocando um super aquecimento na fiação elétrica, gerando o primeiro foco de fogo, o qual se espalhou por todo o edifício.

O saldo da tragédia foi de 191 mortos e mais de 300 feridos.

Muitos acreditam que os espíritos das pessoas mortas no incêndio vagueiam pelo prédio até os dias de hoje.

Uma das tragédias desse incêndio que mais impressionou, foi o fato de que (13) treze pessoas tentaram escapar por um elevador, não conseguindo, e morrendo carbonizadas em seu interior, sendo que devido ao estado dos cadáveres, os corpos não foram identificados, pois naquela época ainda não existia a análise de DNA, sendo então enterrados lado a lado no Cemitério São Pedro, localizado na Av. Francisco Falconi, 837, Vila Alpina em São Paulo.
Os corpos deram origem ao mistério das Treze Almas, e a elas são atribuídos milagres, ficando conhecidas como as 13 Almas não identificadas. 
As sepulturas atraem centenas de curiosos, principalmente às segundas-feiras, dia das almas.
Ao lado das sepulturas, foi construída a "Capela das Treze Almas", onde diariamente muitos visitantes fazem suas preces agradecendo à Deus pelas graças alcançadas e também fazendo seus pedidos.

O local ficou conhecido algum tempo depois do sepultamento das 13 vítimas não identificadas do Joelma, quando pessoas ouviram gemidos e choros misteriosos.
Assustados, procuraram verificar de onde vinha aquilo, sendo que descobriram que os gemidos e choros saiam das sepulturas das 13 vítimas.
Então sabendo como morreram (queimados), foi derramada água sobre as sepulturas, sendo que em seguida os gemidos e choros cessaram.
Sabendo do ocorrido, pessoas começaram à fazer orações para as 13 almas, pedindo graças diversas.
Muitas dizem que foram atendidas, e como agradecimento colocam faixas e "placas" com mensagens de gratidão no local.

Quem visita os túmulos das "Treze Almas" no Cemitério São Pedro, sempre pode verificar a existência de um copo com água sobre cada sepultura, isso com o objetivo de tranquilizar as almas dessas vítimas do incêndio do Edifício Joelma, as quais morreram carbonizadas em um imenso calor.






7 Personalidades Históricas que supostamente fizeram Pacto com o Diabo



O mito de que algumas personalidades famosas alcançaram grande destaque e reconhecimento entre o público e que fizeram pactos com o Diabo não é algo recente. Há tempos que algumas pessoas acusam artistas, cientistas, escritores ou músicos de possuírem relações com o Satanás e conseguirem um êxito precoce ou suspeito. Os assassinos macabros também entram nessas listas, justamente por conta de suas ações sinistras.

Evidentemente, essas especulações não são afirmações que podem ser tomadas como verdade, porém são boatos que tentam explicar as áureas estranhas que envolviam essas personalidades. Lendas urbanas ou não, veja quais são sete desses conhecidos que possuem, supostamente, misteriosas relações satânicas:


1 – Robert Johnson

Ele é conhecido por ser um dos músicos que, segundo boatos, fez pacto com o Demônio. É difícil explicar onde o mito de Johnson é iniciado, porém as histórias mais comuns dizem que ele se encontrou com o Diabo no cruzamento das estradas 61 e 49, no estado do Mississippi, e que vendeu a alma ao ser maligno.

Em troca, ele pediu para ser o melhor artista de blues de todos os tempos – o que se tornou parcialmente verdade, pois Robert se transformou um grande ícone do blues. Os mitos aumentam quando os relatos dizem que antes do tal encontro, Johnson não era detentor de qualquer dom em especial, porém que depois do acerto de contas com o Diabo suas músicas fascinaram milhões de pessoas.


2 – Charles Manson

Charles Manson é, infelizmente, um dos assassinos em série mais famosos do século XX. A vida de Manson foi atípica desde o começo: preso adolescente por inúmeros delitos, só foi solto ao completar 33 anos. Na década de 60, ele fundou um grupo misterioso e repleto de lendas chamado "Família Manson" – que foi responsabilizado por muitos crimes, como o cruel assassinato da atriz Sharon Tate (grávida de oito meses). Algumas pessoas dizem que cultos satânicos eram realizados entre os membros da "Família Manson", já que os discursos do fundador sempre tiveram um viés religioso.

Mensagens escritas nas paredes dos locais dos crimes com o sangue de vítimas também contribuíram para essas especulações. Entretanto, grandes quantidades de drogas sempre foram encontradas com o assassino; ele também foi considerado mentalmente instável. Hoje, ele cumpre prisão perpétua nos Estados Unidos. Os responsáveis judiciais pelo caso de Manson classificaram o assassino como "o homem mais maligno e satânico que já caminhou na face da Terra".


Giuseppe Tartini
3 – Giuseppe Tartini

Tartini é um famoso músico italiano que abertamente afirmou ter encontrado o Diabo em sonhos. Pode não ter sido um pacto, porém o próprio músico disse que foi uma colaboração sobrenatural. Quando Tartini tinha 21 anos, ele sonhou que o Demônio apareceu em seus sonhos e que tocou uma canção deslumbrante em um violino.  

Ao acordar, Tartini tentou reproduzir os acordes da tal canção, porém fez somente versões inferiores – segundo ele mesmo. Depois de algum tempo, ele conseguiu recriar parte da canção, originando uma de suas obras mais conhecidas: "O Trilo do Diabo". Após compor essa sonata, Tartini ficou famosíssimo e se tornou um grande músico.


4 – Urbain Grandier

A história das relações demoníacas desse padre francês são bastante curiosas. Grandier foi um sacerdote católico carismático, que chegou ao convento de Londun em 1615. Entretanto, Urbain possuía algumas características que não eram desejadas para pessoas de sua posição, como um forte desejo por mulheres.

Ele ignorou seus votos de celibato e ficou com muitas mulheres do próprio convento. Posteriormente, foi acusado de bruxaria, por envolver as freiras e obrigar que elas tivessem relações sexuais com ele. O verdadeiro ultimato contra Urbain Grandier ocorreu quando um documento foi encontrado nos seus aposentos (provavelmente forjado), em que ele escreveu em latim ter feito um pacto com o Demônio, entregando sua alma ao senhor do inferno para que ele conquistasse todas as mulheres que quisesse. Urbain morreu queimado na fogueira.


5 – Charles Baudelaire

Esse poeta precursor do simbolismo e do estilo moderno de poesia foi considerado satânico e adorador do Diabo. O principal motivo era o tal reconhecimento artístico que ele almejava – porém que quase nunca chegou. Entretanto, por possuir algumas poemas que falam de Satã (e de certa admiração por ele), Baudelaire foi tido como amigo do maligno.

Essas noções aumentaram com as constantes declarações de ateísmo do autor, que também quebrou alguns códigos morais e conceitos estabelecidos para os padrões da época. Contudo, os seus versos que glorificam o Diabo não devem ser tomados como literais, porém simbólicos – já que o demônio se tornou uma representação de rebeldia e revolução moral para o escritor.

6 – Gilles de Rais

Gilles de Rais foi um dos principais tenentes de Joana d`Arc e, provavelmente, um dos primeiros assassinos em série do mundo. Conhecido por ser extremamente cruel e violento, Rais foi feroz desde jovem – fato que o estimulou a se tornar militar. Depois que Joana d`Arc faleceu, o homem ficou mais excêntrico e instável, retornando as suas propriedades originais na cidade de Nantes; lugar em que começou a praticar suas barbaridades.

Lá, ele sequestrou, abusou, torturou e assassinou centenas de crianças e jovens, principalmente meninos. Por ser rico, suas ordens jamais eram negadas, já que dispunha de inúmeros servos. Ele se cercou de "bruxas", orquestrando rituais malignos nos seus salões em todas as madrugadas. O consideraram como adorador do Diabo por essas razões, já que ficou cada vez mais perturbado e aficionado pelos rituais, tomando ações mais dolorosas com suas vítimas. Por fim, foi denunciado e morto queimado na fogueira, em 1440.

7 – Niccolò Paganini

Paganini é um dos violinistas mais famosos de todos os tempos, comumente chamado de "Violista Diabólico". Ele possuía um aspecto um tanto cadavérico por ser magro demais, além de ter dedos exageradamente longos. A sua aparência esquisita deu origem aos boatos de que o violinista fez um pacto com o Demônio para tocar tão bem o violino – como se fosse uma moeda de troca do talento pelo físico peculiar.

Entretanto, é bastante provável que ele sofresse com a Síndrome de Marfan, cujos sintomas típicos são dedos mais longos e esqueléticos. Talvez, o mito do pacto perdurasse por que ele sempre viajava em carruagens puxadas por cavalos negros. O fato é que as lendas ao redor dele ficaram tão fortes que alguns padres rejeitaram enterrá-lo.

O Lado Obscuro da Igreja Católica




A Igreja Católica é uma das mais antigas e poderosas instituições do mundo, criada há dois mil anos ela surgiu de um homem e cresceu até ser “dona do mundo”, mas para isso sua história foi marcada com mortes, traições, roubos, pecados e até mesmo associação com alguns dos piores vilões de nossa história.

E nós vamos contar esses segredos e mostrar o que eles querem esconder, mostrando que a maior intuição religiosa do mundo também é uma das mais ricas, possuindo tantas coisas que poderia mudar o rumo do planeta com seu dinheiro e sua influência.

Além disso, falaremos sobre as figuras que moldaram a Igreja: os Papas. Contaremos o que alguns desses poderosos homens fizeram para conseguir o poder e todas as loucuras que fizeram para mantê-lo, indo desde assassinatos de concorrentes até a união com nazistas e fascistas.
Então se você quer desvendar os segredos mais obscuros desses dois mil anos de história da Igreja Católica e todo seu poder, não deixe de curtir esse post, que semana que vem lançaremos a primeira parte dessa história, mostrando o início dessa poderosa instituição e seus primeiros segredos, que poucos ouviram falar.

O começo
Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;
E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.
Mateus 16:18-19

Assim surgiu a Igreja Católica e uma espécie de primeiro Papa, que veio a ser o Pedro. Durante muitos anos a Igreja era apenas um conjunto de ensinamentos de Cristo e não uma instituição oficial, pois Roma não tinha essa religião como a verdadeira.

Mas no ano de 312, os problemas romanos eram muitos e o Imperador resolveu oficializar o catolicismo, assim Constantino se utilizou da nova religião para tentar unificar seu povo, não que ele realmente acreditasse nela de verdade.
Com essa legalização a Igreja Católica começou a ganhar forma, pois deixava de ser ilegal e agora era parte do Império. Rapidamente seu poder e influência cresceram, a tal ponto que o próprio imperador estava descontente com a religião se metendo em seu estado e acabou recebendo uma
carta do Papa Gelásio: “Existem, Augusto Imperador, dois poderes principais que governam o mundo: a autoridade dos Bispos e o poder Real. Dentre eles, o poder sacerdotal é muito mais importante.”

Durante séculos a Igreja floresceu junto com o Império Bizantino, porém quando as coisas começaram a ficar ruins, devido a muitas batalhas contra bárbaros, a Igreja viu que talvez fosse a hora de buscar novos aliados e sem pensar duas vezes, ela traiu as mesmas pessoas que haviam a criado como uma instituição legítima.
Dessa maneira no século 8, a Igreja se aliou a Pepino, o Breve, monarca franco, que comandava as regiões que depois se tornariam a França. Assim a Itália foi invadida e as terras conquistadas por Pepino foram doadas a Igreja, que se tornou um reino independente com grande poder.

Anos mais tarde, no reinado de Carlos Magno, o Papa Leão III proclamou o monarca como Imperador do Ocidente, deixando Constantinopla furiosa e também amedrontada.

Agora a Igreja Católica não era mais apenas uma religião pregando sua palavra para as pessoas, e sim uma instituição poderosa, possuindo grandes terras e tendo influência sobre o principal Imperador daquele tempo. Além disso, ela era capaz de coroar e tirar coroas de Reis, o que lhe deu poderes políticos maiores do que qualquer outro reino ou imperador.
Parecia que nada poderia deter a poderosa Igreja, com suas terras, riquezas e influência, mas estava para surgir um inimigo a altura, uma nova religião, que poderia abalar os alicerces da Igreja Católica…

Primeira Cruzada
A Igreja Católica, que no início era formada por alguns pobres homens pregando a palavra de Deus, agora era uma poderosa instituição capaz de coroar e derrubar Reis, sendo dona de vastas terras e riquezas enormes, assim nos meados do século 11 ela era imbatível e nada temia, porém um inimigo novo surgiu para ameaçar seu reinado.
A religião muçulmana, que surgiu por volta do século VII, vinha crescendo de maneira rápida, agregando cada vez mais fiéis e conquistando muitas terras, que iam da Espanha até a Índia.Vendo isso a Igreja resolveu tomar alguma atitude e assim surgiu o que todos conhecemos como a Primeira Cruzada.

A Igreja a chama de “Guerra Santa”, mas nada mais era que a tentativa de diminuir a força da nova religião vista como inimiga pelos líderes católicos da época, por isso várias desculpas para a tal guerra foram dadas, tendo como principal a retomada da cidade de Jerusalém, contudo os interesses por trás das batalhas eram muito maiores.

No ano de 1095, sob as ordens do Papa Urbano II, os europeus armaram-se a foram para a guerra em nome de Deus. Durante quatro anos de grandes derramamentos de sangue, a Igreja conseguiu assumir o controle sobre Jerusalém e da Terra Santa, o que acabou trazendo ainda mais batalhas, pois os muçulmanos queriam suas terras de volta.

A Igreja agora era um poder econômico, territorial e bélico, maior do que muitos reinos europeus. Todo esse poder começou a transformar a instituição religiosa, que deveria apenas pregar a palavra de Deus em uma monarquia comandada por tiranos mesquinhos.
Quando o movimento cultural do Renascimento atingiu a Europa, os Papa eram os principias compradores de arte, contratando os melhores artistas, como Michelangelo e Rafael, para pintarem suas obras. Além disso, os Papas esbanjavam em tudo que faziam, mostrando que naquela época a Igreja nada mais era do que uma monarquia como outra qualquer, onde poucos comandavam tudo e tinha todos os bens e muitos nada tinham e morriam trabalhando para sustentar seus Reis ou Papas no caso da Igreja.

Os Papas, que deveriam ser os principais representantes de Deus na Terra, agora eram corruptos, tinham diversas amantes e alguns eram tão violentos, que até mesmo os Reis os temiam.
A Igreja Católica havia perdido totalmente seu propósito e como se não bastasse ela ainda iria criar algo para usar contra seus inimigos, em um dos movimentos mais cruéis da história, ela criou um tribunal para julgar seus inimigos, mas no qual eles não poderiam se defender: a Inquisição.
Caso queria saber tudo que foi feito com a Inquisição, não deixe de curtir e recomendar esse post para ele ganhar uma continuação!

Inquisição
A Igreja, que no início era uma instituição de fé, havia se tornado em um grande reino envolvido na política, Este post não tem interesse de influenciar nenhuma religião, tendo apenas a intenção de divulgar fatos históricos que são encontrados em diversos livros pelo mundo.economia e suas terras se espalhavam por todos os cantos de Velho Mundo. Tamanho poder começou a gerar inveja e desconfiança até mesmo dos amigos mais próximo, assim a Igreja,que já havia feito guerra com os muçulmanos para tentar acabar com essa nova religião, também tinha que defender-se dos seus próprios aliados.

Como não podia simplesmente declarar guerra contras seus amigos, ela resolveu criar uma arma que poderia ser usada contra qualquer um, sem nem ao menos eles terem chance de se defender, assim surgiu a temida Inquisição.

Essa nova parte da Igreja nada mais era que um tribunal feito para julgar os hereges, pessoas que aos olhos da Igreja haviam cometido pecados. No início parecia algo nobre, afinal eles queriam manter as pessoas na linha, seguindo a palavra de Deus, mas em pouco tempo todos notaram verdadeira face desse tribunal: matar quem interessava que fosse morto pela Igreja e não perseguir pecadores.

Estabelecida em 1184, a Inquisição teve um dos seus principais trabalho focado na perseguição aos cátaros, uma seita que divergia da Igreja e estava conseguindo muitos seguidores. Então os acusando de heresia, mandou matar todos como pecadores e até uma pequena guerra foi feita contra eles.
A Inquisição também perseguia qualquer coisa que fosse considerada ruim para Igreja, assim alguns livros eram proibidos e quem os lesse, vendesse ou tivesse qualquer envolvimento seria condenado à morte sem defesa. Além disso, a Igreja obrigava as pessoas a entregarem qualquer herege que conhecessem e muitos usaram isso para matarem inimigos ou desafetos, acusando-os de heresia e assim os vendo queimar na fogueira pelas mãos da Igreja.

Conta-se que certa vez mais de 1500 pessoas foram injustamente queimadas, pois foram denunciadas por inimigos e como não havia maneira de se defender acabaram mortos. A Inquisição, quando recebia uma denúncia de heresia, simplesmente torturava o suposto herege até ele confessar seu pecado e na grande maioria das vezes a pessoa não tinha feito nada de errado, mas dizia que sim para acabar com o sofrimento da tortura. Por isso milhares foram mortos em todo o mundo injustamente.
Não eram apenas os divergentes da Igreja que sofriam com a Inquisição. Qualquer pessoa que ameaçasse o poder dos Papas era acusada de heresia e morta pela Igreja, mesmo que fosse devota ou uma santa, isso não interessava mais, tudo estava focado no lado politico das ações.

Por esse motivo a Igreja, com medo de um os seus maiores e mais poderosos aliados, resolveu acabar com eles e realizou uma manobra macabra contra homens que eram mil vezes mais santos que qualquer Papa da época. Assim aconteceu um dos maiores golpes de traição da história, que marcou o mundo e até hoje é motivo para discussões.

Bruxas Malditas


À afirmativa de existência de bruxas à forma retratada em registros da Idade Média, incluindo histórias infantis que permaneceram em evidência até os dias atuais, admite-se uma ressalva: elas parecem ter existido apenas no imaginário popular como uma velha louca por feitiços enigmáticos, surgidas na esteira de uma época dominada por medos, quando qualquer manifestação diversa ou mesmo a crença na inexistência de bruxas da forma retratada pelas autoridades clericais era implacavelmente perseguida pela Igreja.

A feitiçaria já era citada desde os primeiros séculos de nossa era. Autores como o filósofo grego Lucius Apuleius (123-170) fazia alusão a uma criatura que se apresentava em forma de coruja (lilith) que na verdade era uma forma descendente de certas mulheres que voavam de madrugada, ávidas de carne e sangue humanos.

Para os intelectuais, estes acontecimentos não passavam do imaginário popular, sonhos, pesadelos e, assim, recusavam-se a admitir a existência de bruxas. Porém, entre muitos povos não era assim: os éditos dos francos salianos falavam da Estrige como se ela existisse de fato. Os penitenciais atestavam a crença nessas mulheres luxuriosas. No início do século XI, Burchard, o bispo de Worms, pedia aos padres que fizessem perguntas às penitentes no intuito de descobrir se eram seguidoras de Satã, (…) se tinham o poder de matar com armas invisíveis cristãos batizados (…) Se sim, quarenta dias de jejum e sete anos de penitências.

Até ao século XIII a Igreja não condenava severamente esse tipo de crendice. Mas nos século XIV e XV, o conceito de práticas mágicas, heresias e bruxarias se confundiam no julgo popular graças à ignorância. Eram, em geral, mulheres as acusadas. Hereges, cátaros e templários foram violentamente condenados pela Inquisição, tomando a vez aos judeus e muçulmanos, que eram os principais alvos da primeira inquisição (século XIII). Curiosamente, foi exatamente a partir da primeira inquisição que a iconografia cristã passou a representar o "Arcanjo Decaído" não mais como um arcanjo, mas com a aparência de deuses pagãos, como Pã e Cernunnos. Tal fato levou, séculos após, à suposição de que bruxas eram adoradoras do demônio, o que não faz sentido, uma vez que a figura do demônio faz parte do dogma cristão, não pertencendo às crenças pagãs e nem existindo personagem de caráter equivalente ao diabo em qualquer panteão pagão. O uso alternativo do nome Lúcifer para designar o mal encarnado, na visão cristã, agravou a ignorância a respeito do culta das bruxas, uma vez que o nome Lúcifer, pela raiz latina, representa portador/fabricante da luz (Lux Ferre), inescapável semelhança ao mito grego de Prometeu, que roubou o fogo dos céus para trazê-lo aos homens.







SERVOS DO MISTICISMO NEGRO

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