A verdade de Amityville



Em 13 de novembro de 1974, Ronald DeFeo Jr., de 24 anos, entrou freneticamente pela porta do Henry´s Bar, na pacata cidade de Amityville.

Ao chegar no pequeno bar, Ronald disse que alguém havia baleado seus pais. Ele confessou ao dono do estabelecimento ter assassinado sua familia por ordens de vozes que ouvia. Ao chegar no número 112 da Ocean Avenue, o dono do bar se deparou com uma cena terrível: seis pessoas mortas a tiros, de bruços e com as mãos na cabeça.
As seis vítimas foram identificadas como a família de Ronald DeFeo Jr.:
sua mãe e seu pai, Ronald e Louise DeFeo;
seus irmãos, John, de 9 anos e Mark de 12;
suas irmãs, Allison, de 13 anos e Dawn de 18.
Em seu julgamento, DeFeo alegou que ouvia vozes frequentemente, estas vozes o teria convencido a cometer os assassinatos. A certa altura do julgamento, declarou: "Sempre que olhava ao meu redor, não via ninguém, então deve ter sido Deus que falava comigo". DeFeo foi condenado a seis penas de prisão perpétua consecutivas na Penitenciária Greenhaven, em Nova York. Sua liberdade condicional foi negada, em 1999.





 





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