A verdade de Amityville



Em 13 de novembro de 1974, Ronald DeFeo Jr., de 24 anos, entrou freneticamente pela porta do Henry´s Bar, na pacata cidade de Amityville.

Ao chegar no pequeno bar, Ronald disse que alguém havia baleado seus pais. Ele confessou ao dono do estabelecimento ter assassinado sua familia por ordens de vozes que ouvia. Ao chegar no número 112 da Ocean Avenue, o dono do bar se deparou com uma cena terrível: seis pessoas mortas a tiros, de bruços e com as mãos na cabeça.
As seis vítimas foram identificadas como a família de Ronald DeFeo Jr.:
sua mãe e seu pai, Ronald e Louise DeFeo;
seus irmãos, John, de 9 anos e Mark de 12;
suas irmãs, Allison, de 13 anos e Dawn de 18.
Em seu julgamento, DeFeo alegou que ouvia vozes frequentemente, estas vozes o teria convencido a cometer os assassinatos. A certa altura do julgamento, declarou: "Sempre que olhava ao meu redor, não via ninguém, então deve ter sido Deus que falava comigo". DeFeo foi condenado a seis penas de prisão perpétua consecutivas na Penitenciária Greenhaven, em Nova York. Sua liberdade condicional foi negada, em 1999.





 





O Esquartejador Ed Gein




Edward Theodore Gein,1 mais conhecido como Ed Gein  foi um homicida (foi culpado pela morte de apenas 2 pessoas, desta maneira tecnicamente não se encaixa na definição de serial killer) e também ladrão de lápide americano. Gein foi condenado pelos homicídios de duas pessoas, e suspeito no desaparecimento de outras 5 pessoas. Os seus crimes ganharam notoriedade quando as autoridades descobriram que Gein exumava cadáveres de cemitérios locais e fazia troféus e lembranças com eles.

A polícia suspeitou do envolvimento de Ed no desaparecimento de Bernice Worden, em 16 de Novembro de 1957. Entraram na propriedade de Ed à noite e descobriram o cadáver de Worden. Tinha sido decapitada, o seu corpo estava suspenso de pernas para o ar, os seus tornozelos estavam presos a uma viga. O seu tronco estava vazio, as suas costelas estavam separadas, tal como um veado. Estas mutilações ocorreram depois da sua morte, causada por vários tiros.

Depois de revistarem a sua casa, encontraram:

Crânios humanos empilhados sobre um dos cantos da cama;
Pele transformada num abajur/quebra-luz e usada para estofar assentos de cadeiras;
Peitos usados como seguradores de copos;
Crânios usados como tigelas de sopa;
Um coração humano (o local onde se encontrava é alvo de discussões: alguns afirmam que estava numa panela no forno, outros que estava num saco de papel);
Pele do rosto de Mary Hogan, proprietária da taberna local, encontrado numa bolsa de papel;
Puxador de janela feito de lábios humanos;
Cinto feito com mamilos humanos;
Meias feitas de pele humana;
Bainha de pele humana;
Caixa com vulvas, que Ed confessou usar;
Cabeças prontas para exposição ordenadas
Várias crianças da vizinhança, das quais Gein ocasionalmente tomava conta, tinham visto as cabeças que Ed descreveu como relíquias dos Mares do Sul, enviados por um primo que tinha servido na Segunda Guerra Mundial. A investigação policial concluiu que eram peles faciais humanas, cuidadosamente tiradas de cadáveres e usadas por Gein como máscaras.

Ed confessou ter desenterrado várias sepulturas de mulheres de meia idade, que se pareciam com a sua mãe. Ele levava-as para casa, onde ele bronzeava as peles, um ato descrito como insano ritual travesti. Ed negou ter tido relações sexuais com os cadáveres, porque, segundo ele, estes "cheiravam demasiado mal".

Gein também admitiu que matou Mary Hogan, desaparecida desde 1954. Pouco depois da morte da sua mãe, Gein decidiu que queria uma mudança de sexo. Ele criou uma woman suit (roupa de mulher), que vestia para fingir ser mulher.

Art Schley, um dos policiais que interrogou Ed, o agrediu fisicamente, esmurrando a sua cabeça e empurrando o seu rosto contra um tijolo, o que tornou o primeiro depoimento de Gein inadmissível. Schley morreu com um ataque cardíaco um mês depois de testemunhar no julgamento de Ed. Os seus amigos afirmam que Schley estava traumatizado pelo horror dos crimes.





O Psicótico Norman Bates




Norman Bates tem uma infância bastante atribulada graças à exagerada autoridade revelada pela sua mãe. De acordo com ela, o sexo era maligno e todas as mulheres (excepto ela) eram prostitutas. Os dois viveram juntos muito dependentes um do outro após a morte do pai de Norman. Quando ele já era um adolescente, a sua mãe arranjou um namorado, situação que veio a despertar um sentimento louco de inveja em Norman. Norman Bates acaba por envenená-los, guardando depois o corpo da sua mãe. Após o crime, Norman desenvolve um transtorno dissociativo de identidade, doença mental que faz com que ele assuma por vezes a personalidade da sua mãe falecida.
Norman acaba por ficar a gerir o Hotel Bates, que, devido ao seu isolamento, não tem muitos clientes. Numa noite, Marion Crane procura refúgio no Hotel Bates e Norman apaixona-se por Marion. No momento em que os seus desejos de paixão por Marion aumentam, a personalidade da sua mãe acaba por vir ao de cima. Norman acaba por assassinar Marion Crane no banho (vestido com as roupas da sua mãe). De acordo com o filme, quando Norman se apaixona por Marion, a personalidade da sua mãe ficou com ciúmes (o mesmo sentimento que ele sentiu em relação ao namorada da sua mãe) e decidiu assassinar a amada do seu filho. Quando a polícia investiga o caso, Norman assassina também o agente policial, visto que este tenta entrar sorrateiramente na sua casa, numa tentativa de falar com a sua mãe (Norman manteve o cadáver da sua mãe numa cadeira do quarto do segundo andar da sua casa). Norman Bates acaba por ser detido e declarado como louco, sendo internado num hospital psiquiátrico.






Os Mestres Satânicos



Os mestres satânicos são exímios no conhecimento de vibração, polaridade, ritmo, transmutação e causalidade do fenômeno “energia e matéria” ! E os quimbandeiros da Terra, então cedem o seu cetro ao comando diabólico desencarnado, passando a trabalhar sob o regime de escravidão e cumprindo fielmente as ordens malfeitoras ! Ante a covardia dos homens, que temem enfrentar os seus desafetos no campo raso da vida física, o serviço de enfeitiçamento aumenta e moderniza-se, porque os feiticeiros modernos se ajustam, cada vez mais, à terminologia científica de ondas, raios, elétrons, átomos, frequências, oscilações magnéticas, eletricidade biológica, eletronismo e ionização. Os bruxos encarnados transformam-se em agentes representativos da verdadeira indústria de bruxaria sediada no astral inferior, a qual exerce a sua vasta atividade nas regiões limítrofes do planeta. As confrarias negras do Além ampliam a capacidade de ação, pois fundam novas filiais tenebrosas entre os próprios encarnados, graças ao adensamento do éter físico em torno do orbe, o qual é alimentado pela corrupção e a sangueira da própria humanidade.


Deste modo, os espíritos malfeitores podem atender à multiplicidade de “pedidos” e “contratos” dos clientes encarnados, que desejam afastar o próximo do seu caminho, ou vingarem-se dos seus desafetos, concorrentes e venturosos. Aqui, o cidadão comodista convoca o feitiço para expulsar certa família do apartamento que lhe foi prometido; ali, a noiva ou o noivo que rompeu o compromisso matrimonial, há de sofrer no leito o embruxamento requerido pela outra parte frustrada; acolá, o feitiço é feito até para se vingar do vizinho, que não prende a cabra daninha ! 




SERVOS DO MISTICISMO NEGRO

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