O ENDEREÇO DO MEDO NO BRASIL. Conheça a história oculta de alguns prédios e outras construções

Casa da Dona Yayá: onde Sebastiana de Mello Freire ficou trancafiada até a morte
Por trás de alguns edifícios, parques, igrejas e outros lugares turísticos de algumas cidades, existem histórias de dar calafrios. Uns dizem que são apenas lendas urbanas, outros acreditam que espíritos realmente vagam por determinados endereços principalmente nas madrugadas paulistanas.
Mito ou verdade, a questão é que muitos pontos guardam histórias, no mínimo, curiosas. Conheça algumas.Em 1920, Sebastiana de Mello Freire foi diagnosticada com sérios problemas mentais. O conselho do médico foi que toda a família se mudasse para um bairro mais tranquilo, onde a moça pudesse ficar afastada da agitação da cidade. No novo endereço do Bixiga, Sebastiana perdeu primeiro suas irmãs e, depois, seus pais. Sem família, a mulher permaneceu na residência apenas com uma empregada que se encarregava dos cuidados da enferma. Dizem que ela ficou trancafiada na própria casa por 40 anos, morreu louca e seu espírito nunca deixou aquele endereço. CASA DA DONA YAYÁ.

          Edifício Martinelli: loira assombra os corredores do lugar         Não é só o status de primeiro arranha-céu da América Latina que dá fama à construção na Sé. Uma moradora do além se tornou famosa na cidade e é conhecida por todos como a loira do Martinelli. Em meados dos anos 30, a jovem teria cometido suicídio no prédio e, desde então, não sai mais do local. Segundo a lenda, sempre no final do expediente, o fantasma da moça de cabelos claros e longos aparece para assombrar aqueles que estão no edifício.    EDIFÍCIO MARTINELLI.



Como todo teatro antigo, este também parece ter algo de mal-assombrado. Segundo a lenda, os espíritos dos artistas que se apresentaram nos palcos do Municipal perambulam pelas dependências do local. Vigias e funcionários que trabalham no turno da noite garantem já terem visto luzes acenderem, escutado o dedilhar no piano e percebido movimento nos camarins e no palco. TEATRO MUNICIPAL.

Castelinho da Rua Apa é rodeado por histórias de assombrações

A construção em condições precárias já foi residência de uma família da aristocracia paulistana. Também foi o local de um crime nunca solucionado pela polícia. No dia 12 de maio de 1937, Álvaro Reis matou seu irmão e sua mãe, tirando a própria vida em seguida. O fato misterioso é que este rapaz teria sido encontrado com duas balas na cabeça, algo pouco comum em casos de suicídio. A polícia acredita que existia uma quarta pessoa envolvida no crime, mas isso nunca foi comprovado. Alguns dizem que é melhor tomar cuidado ao passear pelo endereço de noite, já que a alma penada de Reis perturba aqueles que colocam os pés no que um dia foi o seu lar. O CASTELINHO DA RUA APA.


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