Bonecos Aterrorizantes e as crianças




Bonecos aterrorizantes sempre assustaram nossas infâncias . Pessoas maníacas nunca sentem nada diante de tais horripilantes figuras. Mas é certo que crianças com distúrbios psicológicos tendem á ter uma certa afinidade com esse tipo de imagem. Alguns desses bonecos expostos em nosso blog hoje fizeram parte de uma ceita diabólica. Alguns achamos em nossas pesquisas na net. Mas é certo que cada vez mais  muitos são os artifícios usados em práticas obscenas. Agora restou a vez de inocentes bonecos se transformarem em verdadeiros demônios.Divirta-se! e não deixe de me adicionar no facebook: https://www.facebook.com/rakbruvitorino  e curtir a página  do MISTICISMO NEGRO OU RAKBRUWORD.








Trevas sobre á Terra



Há dezenas de profecias vindas de profetas e culturas diferentes sobre um período onde a luz solar não alcançaria o solo terrestre. Alguns precisam a duração como sendo de três dias ou ainda de setenta e duas horas. Neste evento, uma grande parte da humanidade morreria. A razão e a data não estão claras. Isto poderia ocorrer durante a terceira guerra mundial ou pouco antes do fim do mundo e do julgamento final predito por Jesus Cristo. Poderia ser pela explosão de uma bomba química ou uma bomba de outro tipo. Poderia ser ainda devido a uma explosão solar , um choque com um astro, pela saída da Terra de sua órbita ou ainda um fenômeno inexplicável pela ciência. Enfim, qualquer fenômeno que impedisse a penetração da luz solar. Por alguma razão, as companhias fornecedoras de luz elétrica não funcionariam também. Seriam cerca de 70 horas de trevas contínuas. Muitas destas profecias dizem que isto será um castigo de Deus e que somente aqueles que ficarem dentro de casa, com uma vela benta acesa e rezando, sobreviverão. Falam que a água estará contaminada etc. Aqui serão apresentadas algumas profecias sobre este tema misterioso que ocorrerá no futuro de nosso planeta. 
Na visão do profeta alemão Alois Irlmaier (1894-1959), com várias profecias confirmadas, estes dias de trevas ocorreriam durante a terceira guerra mundial: 


"Haverá escuridão um dia, durante a guerra. 
Então, cairá granizo com raios e trovões e um terremoto sacudirá a terra. Então, não saiam de casa! Não haverá mais luz, a não ser de vela, a energia elétrica será interrompida. Quem respirar com força a poeira ficará com caimbras e morrerá. Não abram a janela, pendurem nela papel preto. Toda água exposta ficará envenenada e todo alimento exposto que não for enlatado. Também todo o alimento em vidros ou em copos serão afetados porque o vidro não os protegerá. Lá fora haverá a morte pelo pó, muitas pessoas morrerão. Após 72 horas tudo passará, mas digo mais uma vez: não saiam e nem olhem pela janela. Deixem acesas as velas consagradas ou as de cera. E rezem. Pois nessa noite, morrerão mais pessoas do que nas duas guerras mundiais." 


A Sibila de Praga foi uma vidente que por volta de 1650, aos noventa anos, ditou mensagens ao seu jardineiro. Várias de suas profecias foram confirmadas, como sobre "arames finos disseminados por toda terra", "corre uma carruagem sem cavalos, impelida por um líquido estranho", "o cogumelo que alcança as nuves e traz a morte" (bomba atômica), "pássaros prateados voam pelos ares".  


"Nuvens imensas escurecem a Terra, envolvendo-a em gelo e escuridão. No dia de Santa Verônica (4 de fevereiro), a humanidade lança um grito de espanto e terror". 

A Maldição do Ódio



O ódio é um sentimento intenso de raiva. Traduz-se na forma de antipatia, aversão, desgosto, rancor, inimizade ou repulsa contra uma pessoa ou algo, assim como o desejo de evitar, limitar ou destruir o seu objetivo.
A palavra tem origem no latim odiu.
O ódio pode se basear no medo a seu objetivo, já seja justificado ou não. O ódio é descrito com frequência como o contrário do amor, ou a amizade; outros, como Elie Wiesel, consideram a indiferença como o oposto do amor.
O ódio não é necessariamente irracional. É razoável odiar pessoas ou organizações que ameaçam ou fazem sofrer.



O Mosteiro de Satanás


1952, quinta feira, dia 23 de dezembro. Leonel sai de casa para passar o natal com a família no Rio de Janeiro. Nas estradas mineiras chovia como ele nunca tinha visto antes. Sozinho no carro Leonel sentiu um calafrio como se estivesse prestes a morrer. Na mesma hora ele parou o carro. Começou a sentir febre e a suar frio. Na estrada não passava um veículo e a chuva tinha apertado mais. Quase cego com a tempestade Leonel avista uma luminosidade não muito longe dali. Caminhando com dificuldade o pobre homem chega até o portão do queparecia ser um mosteiro franciscano . Ele bate na porta e grita por ajuda mas desmaia antes dela chegar.
Leonel acorda com muita dor de cabeça em um quarto escuro. Ele estava deitado numa cama simples e pela janela podia ver que a chuva não havia reduzido. Quando tentou levantar-se da cama a porta se abre e um homem alto vestido de monge entra no quarto. "Você deve deixar o mosteiro imediatamente." falou, com uma voz preocupada. "Estou doente, não podem me mandar embora deste jeito, por favor deixe-me ficar.", agonizou Leonel quase chorando. O monge não disse mais nada e se retirou do recinto. Preocupado em ter que ir embora Leonel se levanta e sai do quarto sorrateiramente. O lugar mais parecia um calabouço medieval. O coitado não sabia o que fazer. Por instinto Leonel  desce as escadas da masmorra. Uma voz o chama. Ela vem de uma cela, a porta está trancada e pela pequena grade um homem magro de cavanhaque conversa com Leonel. "Amigo, você precisa me ajudar. Esses monges me prenderam aqui e me torturam quase diariamente. E eles farão isso com você também se não fugirmos logo. Por fa..."Antes do sujeito concluir o monge alto grita com Leonel. "Saia daí!!!" agarrando-o pelo braço o monge arrasta o enfermo rapaz escada acima. O pobre Leonel não tinha forças para reagir e foi levado facilmente.
Já em uma sala gigantesca repleta de monges Leonel se vê como um réu sendo julgado. O franciscano que parecia o líder falou. "Rapaz, você deve ir embora imediatamente. Foi um erro nosso tê-lo deixado entrar aqui. Sabemos do seu estado de saúde mas não podemos deixá-lo ficar". Leonel mal ouviu o homem e desmaiou novamente. O infeliz viajante acorda mais uma vez na masmorra.
A porta do quarto estava aberta e Leonel sai a procura do homem que estava preso no andar de baixo. Sem vigília, ele consegue chegar até a cela do magrelo. Mal se aproxima e Leonel é surpreendido com o sujeito na pequena grade já pedindo ajuda. “Por favor, me tire daqui. Eles vão nos torturar, eles são de uma seita maligna. São adoradores de Satanás.” Tremendo como uma vara verde em dia de chuva, Leonel corre atéum pequeno depósito em busca de uma ferramenta capaz de abrir a cela. Minutos depois ele retorna com um imenso pé de cabra.
Com um pouco de esforço a porta é arrombada. O sujeito magro sai correndo da cela e rindo como se uma piada hilária tivesse acabada de ter sido contada. Sem saber do que se tratava, Leonel corre também, mas dá de cara com um monge de quase dois metros de altura. “ O que você acaba de fazer, maldito?!” Rugiu o franciscano. “Me solte! Me solte seu filho de Satanás!” Gritava Leonel tentando se soltar do agarrão  do monge. Com um olhar de temor e raiva o homem alto encara o pobre Leonel... “Você não sabe o que fez... sua vida está condenada agora. Você acaba de libertar o próprio Satanás. E ele fará de você o seu servo predileto. Sua alma será dele”. Logo após o monge ter terminado de falar Leonel dá um grito de pavor... seu último grito de pavor. Naquele instante o pobre e inocente viajante acaba de ter um fulminante ataque cardíaco que levou sua alma literalmente para  os quintos dos Infernos, ao lado do, agora, seu eterno mestre, Satanás.


SERVOS DO MISTICISMO NEGRO

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