Como conversar com Espíritos?



Essa "brincadeira" do copo (também feita com o tabuleiro Ouija) surgiu como técnica ocultista em uma época na qual de um lado estavam os cientistas céticos e de outro estavam as religiões cristãs, guerreando, com o ocultismo no meio dessa guerra... Assim, tudo o que o ocultismo dizia era ridicularizado pelos cientistas, os quais ridicularizavam também as religiões, e pelos religiosos, os quais ridicularizavam também os cientistas. Ambos, cientistas e religiosos, brincaram com a Ouija a fim de mostrar que é uma tolice e, assim, o que surgiu como técnica séria, acabou virando brincadeira de adolescentes. O negócio é que mesmo quando os cientistas e os religiosos brincavam com isso, saiam coisas ruins dessa brincadeira... Ainda assim, nenhum dos dois deu o braço a torcer e a coisa evoluiu ao ponto em que está.

Há diversos casos de pessoas traumatizados por terem brincado com isso! Há casos de pessoas que até se suicidam após jogar! Se você não tem controle sobre isso, não tente! Vai se dar mal!

O problema com esse "jogo" é que os espíritos de pessoas evoluidas estão mais ocupados com coisas importantes do que com joguinhos... Quem responde são espíritos de pessoas ruins. As respostas são sempre ruins. Não é coisa boa brincar com isso.



As Melhores Armadilhas dos Jogos Mortais


O Arame Farpado
Um homem cortou os pulsos em uma tentativa desesperada de chamar a atenção apesar de ter uma vida aparentemente normal. Por isso, JigSaw o prendeu em uma sala repleta de arame farpado enrolado de forma que para chegar até a saída – com um temporizador – ele precisaria passar entre o arame, cortando-se até chegar a porta. Se ele realmente pensou em morrer, bastava ficar parado e esperar o temporizador zerar e a porta fechar-se para sempre.
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Combustão
Um homem acostumado a fraudes e trambiques acordou em uma sala escura apenas de cueca, com um veneno em sua corrente sanguínea e benzutado em uma espécie de líquido inflamável. Para sair desta situação ele precisava encontrar a combinação para abrir o cofre e pegar o antídoto do veneno em menos de duas horas ou morreria. O problema é que a combinação do cofre estava escondida nas paredes da sala, junto com outros milhares de números que ele precisaria testar um a um, além de vidro moído no chão e apenas uma pequena vela para auxília-lo a enxergar. Resultado? A vela chegou muito perto do seu corpo (liquido inflamável, lembra?) e o rapaz foi carbonizado.
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Armadilha de urso reversa
Uma viciada em drogas acordou em uma sala, amarrada em uma cadeira e com um aparato metálico em sua cabeça. Segundo a fita de instruções, ela estava usando uma armadilha de urso reversa, que abriria sua mandíbula aos extremos e provavelmente arrancaria metade de sua cabeça. Para livrar-se deste fim, ela precisaria abrir o cadeado da armadilha (que tinha um temporizador) mas a chave se encontrava no estômago de um homem que se encontrava deitado atrás da sua cadeira. O detalhe é que ele não estava morto, apenas em estado de paralisia. Ela precisaria abrir o estômago dele com um bisturi, pegar a chave e abrir a armadilha de sua cabeça em tempo hábil.
Máscara com pregos
Um informante da polícia acordou em uma sala, apenas de cueca, utilizando um capacete “aberto” com milhares de pregos dentro. Segundo a fita de instruções a chave para livra-lo da armadilha foi cirurgicamente colocada atrás do seu olho. Munido com um bisturi ele precisaria rasgar o próprio olho e retirar a chave antes de zerar o cronômetro da armadilha, caso contrário, o capacete se fecharia e os pregos entrariam em sua cabeça, matando-o.
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Forno
Respirando gás venenoso, um homem precisava entrar em uma fornalha para conseguir pegar o antídoto. Dentro do forno existem duas seringas, uma para ele e outra pra ajudar alguém, o problema é que uma delas tinha uma armdilha – ao ser puxada prenderia o homem dentro da fornalha. Ele puxou a seringa que fechou a porta e queimou até a morte.
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Piscina de agulhas
Para não ter a porta fechada para sempre, Amanda foi jogada nesta piscina repleta de agulhas usadas a fim de encontrar a chave da porta.
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Caixa de Vidro
Uma caixa de vidro foi colocada com uma seringa contendo o antídoto de um veneno. A moça precisava colocar a mão nos orifícios da caixa, o problema é que se colocasse as duas mãos, o orifício tinha lâminas que impediam a mão de sair, sempre que tentasse tirar as lâminas entravam ainda mais na carne.
.Acorrentado
Troy acorda em um local que lembra uma sala de aula. Ele tem algumas correntes ligadas ao seu corpo, perfurando sua carne (pés, mãos, braços e rosto). A fita com instruções diz que ele passou a vida pulando entre presídios e agora teria uma chance de se regenerar. Para conseguir sair vivo daquela sala ele precisaria arrancar todas as correntes antes que uma bomba explodisse.
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Armadilha do Anjo
Kerry acordou suspensa por uma espécie de armadura no seu tórax. As instruções da fita informam que ela precisa pegar uma chave no pote a sua frente, com ácido até a borda, para abrir o cadeado da armadura antes do cronômetro zerar ou então a armadilha vai “abrir”, arrancando todas as suas costelas e fazendo com que seus órgãos da caixa toráxica sejam arremessados para fora.
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Água Gelada
Danica entrou em uma armadilha mas depende de outra pessoa para resgatá-la. Ela está suspensa pelos punhos, nua, dentro de um grande freezer. Existem doze jatos que sistematicamente borrifam sobre ela a água gelada. Para não morrer congelada, Danica precisa que Jeff pegue a chave para libertá-la, mas para isso ele vai precisar encostar em colunas e paredes congeladas a ponto de queimar a própria pele.
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Porcos em decomposição
O Juiz Halden acorda preso ao chão, por uma tira de metal em seu pescoço e dentro de uma vala. Porcos em decomposição vão sendo triturados e jogados nesta vala e para escapar ele depende que um outro homem aceite pegar uma chave dentro de um incinerador. Caso ele não consiga, irá morrer afogado em víceras de porco.
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O Crucifixo
Um homem é preso em uma espécie de crucifixo, mas com as pernas abertas. Sua cabeça, braços e pernas estão presos em uma máquina de rotação. Para escapar ele precisa da ajuda de um homem que esteja disposto a arriscar a vida para pegar a chave acoplada em uma arma, um movimento em falso e a arma dispararia. Caso não conseguisse pegar a chave, o crucifixo começa a girar uma parte de cada vez (pernas, braços e por ultimo, cabeça) em um movimento de 180º quebrando os membros dele.
O Cego e O Mudo
Um homem com a boca costurada e outro com os olhos costurados foram presos por  uma corrente amarrada em seus pescoços. Entre os dois uma máquina que puxava as correntes aproximando os homens que não tinham como se comunicar. Impossibilitados de manter alguma comunicação devido a tensão e medo, começaram a lutar entre si e não imaginavam que a chave que o libertava estava amarrada no pescoço do outro.
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Cadeira de Facas
Cecil foi preso a uma cadeira de madeira e com várias facas presas na altura do seu rosto. Para se livrar ele precisa empurrar as facas com o próprio rosto até que elas rasguem sua carne o suficiente para ele ficar todo marcado para o resto da vida.
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O Cabelo
Brenda foi presa a uma cadeira, com seu cabelo penteado em forma de trança, preso a uma engrenagem metálica. Para escapar da armadilha, ela precisou contar com a ajuda de Rigg para identifcar os números ique abririam o cadeado e a libertaria. Caso contrário, a engrenagem vai rodar e arrancar seu couro cabeludo.
.O Pêndulo
Seth acorda amarrado a uma espécie de tábua. Segundo as instruções, ele precisa colocar as duas mãos em engrenagens que vão esmagá-las. Apenas desta forma ele vai se livrar do pêndulo: uma lâmina afiada que está balançando sobre seu corpo e vai cortá-lo ao meio.
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Colares da morte
Cinco pessoas acordam presas por um colar no pescoço. Um temporizador é acionado e para não ter suas cabeças arrancadas, precisam pegar uma chave que se encontra em uma caixa a alguns metros. O problema é que ao esticar seu colar você aperta o das pessoas do lado. Só um trabalho em equipe pode salvá-los.
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Curto Circuito
Para conseguir escapar da sala eles precisam promover um curto circuito com energia suficiente para abrir a porta. O meio de conseguir isso é um deles entrar em uma banheira cheia de água e acionar a energia elétrica… o problema é que isso custará a vida de um deles.
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Mesa do Sacrifício
Para escapar da sala, duas pessoas precisam sacrificar seu sangue e carne. Foi colocado um recipiente dentro de  uma espécie de capsula onde contém espaços para colocar os braços. Nestes espaços existem serras que vão dilacerar o membro e o sangue escorrerá para um local, onde ao atingir a marcação 10 cm de sangue, abrirá a porta.
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Máscara da Morte Escarlate



A “Morte Escarlate” havia muito devastava o país. Jamais se viu peste tão fatal ou tão hedionda. O sangue era sua revelação e sua marca . A cor vermelha e o horror do sangue. Surgia com dores agudas e súbita tontura, seguidas de profuso sangramento pelos poros, e então a morte. As manchas rubras no corpo e principalmente no rosto da vítima eram o estigma da peste que a privava da ajuda e compaixão dos semelhantes. E entre o aparecimento, a evolução e o fim da doença não se passava mais de meia hora.

Mas o príncipe Próspero era feliz, destemido e astuto. Quando a população de seus domínios se reduziu à metade, mandou vir à sua presença um milhar de amigos sadios e divertidos dentre os cavalheiros e damas da corte e com eles retirou-se, em total reclusão, para um dos seus mosteiros encastelados. Era uma construção imensa e magnífica, criação do gosto excêntrico, mas grandioso do próprio príncipe. Circundava-a a muralha forte e muito alta, com portas de ferro. Depois de entrarem, os cortesãos trouxeram fornalhas e grandes martelos para soldar os ferrolhos. Resolveram não permitir qualquer meio de entrada ou saída aos súbitos impulsos de desespero do que estavam fora ou aos furores do que estavam dentro. O mosteiro dispunha de amplas provisões. Com essas precauções, os cortesãos podiam desafiar o contágio. O mundo externo que cuidasse de si mesmo. Nesse meio-tempo era tolice atormentar-se ou pensar nisso. O príncipe havia providenciado toda a espécie de divertimentos. Havia bufões, improvisadores, dançarinos, músicos, Beleza, vinho. Lá dentro, tudo isso mais segurança. Lá fora, a “Morte Escarlate”.

Lá pelo final do quinto ou sexto mês de reclusão, enquanto a peste grassava mais furiosamente lá fora, o príncipe Próspero brindou os mil amigos com um magnífico baile de máscaras.

Era um espetáculo voluptuoso, aquela mascarada. Mas antes vou descrever onde ela aconteceu. Eram sete: um suíte imperial. Em muitos palácios, porém, essas suítes formam uma perspectiva longa e reta, quando as portas se abrem até se encostarem nas paredes de ambos os lados, de tal modo que a vista de toda essa sucessão é quase desimpedida. Ali, a situação era muito diferente, como se devia esperar da paixão do duque pelo fantástico. Os salões estavam dispostos de maneira tão irregular que os olhos só podiam abarcar pouco mais de cada um por vez. Havia um desvio abrupto a cada vinte ou trinta metros e, a cada desvio, um efeito novo. À direita e à esquerda, no meio de cada parede, uma alta e estreita janela gótica dava para um corredor fechado que acompanhava as curvas da suíte. A cor dos vitrais dessas janelas variava de acordo com a tonalidade dominante na decoração do salão para o qual se abriam. O da extremidade leste, por exemplo, era azul , e de um azul intenso eram suas janelas. No segundo salão os ornamentos e tapeçarias, assim como as vidraças, eram cor de púrpura. O Terceiro era inteiramente verde, e verdes também os caixilhos das janelas. O quarto estava mobiliado e iluminado com cor alaranjada, o quinto era branco, e o sexto, roxo. O sétimo salão estava todo coberto por tapeçarias de veludo negro, que pendiam do teto e pelas paredes, caindo em pesadas dobras sobre um tapete do mesmo material e tonalidade. Apenas nesse salão, porém, a cor das janelas deixava de corresponder à das decorações. As vidraças, ali, eram escarlates: uma violenta cor de sangue.


Ora, em nenhum dos sete salões havia qualquer lâmpada ou candelabro, em meio à profusão de ornamentos de ouro espalhados por todos os cantos ou dependurados do teto. Nenhuma lâmpada ou vela iluminava o interior da seqüência de salões. Mas nos corredores que circundavam a suíte havia, diante de cada janela, um pesado tripé com um braseiro, que projetava seus raios pelos vitrais coloridos e, assim, iluminava brilhantemente a sala, produzindo grande número de efeitos vistosos e fantásticos. Mas no salão oeste, ou negro, o efeito do clarão de luz que jorrava sobre as cortinas escuras através das vidraças da cor do sangue era desagradável ao extremo e produzia uma expressão tão desvairada no semblante do que entravam que poucos no grupo sentiam ousadia bastante para ali penetrar.

Era também nesse apartamento que se achava, encostado à parede oeste, um gigantesco relógio de ébano. Seu pêndulo oscilava de um lado para o outro com um bater surdo, pesado, monótono; quando o ponteiro dos minutos completava o circuito do mostrador e o relógio ia dar as horas, de seus pulmões de bronze brotava um som claro e alto e grave e extremamente musical, mas em tom tão enfático e peculiar que, ao final de cada hora, os músicos da orquestra se viam obrigados a interromper momentaneamente a apresentação para escutar-lhe o som; com isso os dançarinos forçosamente tinham de parar as evoluções da valsa e, por um breve instante, todo o alegre grupo mostrava-se perturbado; enquanto ainda soavam os carrilhões do relógio, observava-se que os mais frívolos empalideciam e os mais velhos e serenos passavam a mão pela teste, como se estivessem num confuso devaneio ou meditação. Mas, assim que os ecos desapareciam interiormente, risinhos levianos logo se riam do próprio nervosismo e insensatez e, em sussurros, diziam uns aos outros que o próximo soar de horas não produziria neles a mesma emoção; mas, após um lapso de sessenta minutos (que abrangem três mil e seiscentos segundos do Tempo que voa), quando o relógio dava novamente as horas, acontecia a mesma perturbação e idênticos tremores e gestos de meditação de antes.
Apesar disso tudo, que festa alegre e magnífica! Os gosto do duque eram estranhos. Sabia combinar cores e efeitos. Menosprezando a mera decoração da moda, seus arranjos mostravam-se ousados e veementes, e suas idéias brilhavam com um esplendor bárbaro. Alguns podiam considerá-lo louco, sendo desmentidos por seus seguidores. Mas era preciso ouvi-lo, vê-lo e tocá-lo para convencer-se disso.


Para essa grande festa, ele próprio dirigiu, em grande parte, a ornamentação cambiante dos sete salões, e foi seu próprio gosto que inspirou as fantasias dos foliões. Claro que eram grotescas. Havia muito brilho, resplendor, malícia e fantasia: muito daquilo que foi visto depois no Hernani. Havia figuras fantásticas com membros e adornos que não combinavam. Havia caprichos delirantes como se tivessem sido modelados por um louco. Havia muito de beleza, muito de libertinagem e de extravagância, algo de terrível e um tanto daquilo que poderia despertar repulsa. De um ao outro, pelos sete salões, desfilava majestosamente, na verdade, uma multidão de sonhos. E eles, os sonhos, giravam sem parar, assumindo a cor de cada salão e fazendo com que a impetuosa música da orquestra parecesse o eco de seus passos. Daí a pouco soa o relógio de ébano colocado no salão de veludo. Então, por um momento, tudo se imobiliza e é tudo silêncio, menos a voz do relógio. Os sonhos se congelam como estão. Mas os ecos das batidas extinguem-se duraram apenas um instante e risos levianos, mal reprimidos, flutuam atrás dos ecos, à medida que vão morrendo. E logo a música cresce de novo, e os sonhos revivem e rodopiam mais alegremente que nunca, assumindo as cores das muitas janelas multicoloridas, através das quais fluem os raios luminosos dos tripés. Ao salão que fica a mais oeste de todos os sete, porém, nenhum dos mascarados se aventura agora; pois a noite está se aproximando do fim: ali flui uma luz mais vermelha pelos vitrais cor de sangue e o negror das cortinas escuras apavora; para aquele que pousa o pé no tapete negro, do relógio de ébano ali perto chega um clangor ensurdecido mais solene e enfático que aquele que atinge os ouvidos dos que se entregam às alegrias nos salões mais afastados.
Mas nesses outros salões cheios de gente batia febril o coração da vida. E o festim continuou em remoinhos até que, afinal, começou a soar meia-noite no relógio. Então a música cessou, como contei, as evoluções dos dançarinos se aquietaram, e, como antes, tudo ficou intranqüilamente imobilizado. Mas agora iriam ser doze as badaladas do relógio; e desse modo mais pensamentos talvez tenham se infiltrado, por mais tempo, nas meditações dos mais pensativos, entre aqueles que se divertiam. E assim também aconteceu, talvez, que, antes de os últimos ecos da última badalada terem mergulhado inteiramente no silêncio, muitos indivíduos na multidão puderam perceber a presença de uma figura mascarada que antes não chamara a atenção de ninguém. E, ao se espalhar em sussurros o rumor dessa nova presença, elevou-se aos poucos de todo o grupo um zumbido ou murmúrio que expressava a reprovação e surpresa  e, finalmente, terror, horror e repulsa.
Numa reunião de fantasmas como esta que pintei, pode-se muito bem supor que nenhuma aparência comum poderia causar tal sensação. Na verdade, a liberdade da mascarada dessa noite era praticamente ilimitada; mas a figura em questão ultrapassava o próprio Herodes, indo além dos limites até do indefinido decoro do príncipe. Existem cordas, nos corações dos mais indiferentes, que não podem ser tocadas sem emoção. Até para os totalmente insensíveis, para quem a vida e morte são alvo de igual gracejo, existem assuntos com os quais não se pode brincar. Na verdade, todo o grupo parecia agora sentir profundamente que na fantasia e no rosto do estranho não existia graça nem decoro. A figura era alta e esquálida, envolta do pés a cabeça em veste mortuárias. A máscara que escondia o rosto procurava assemelhar-se de tal forma com a expressão enrijecida de um cadáver que até mesmo o exame mais atento teria dificuldade em descobrir o engano. Tudo isso poderia ter sido tolerado, e até aprovado, pelos loucos participantes da festa, se o mascarado não tivesse ousado encarnar o tipo da Morte Escarlate. Seu vestuário estava borrifado de sangue ? e sua alta testa, assim como o restante do rosto, salpicada com o horror escarlate.


Quando os olhos do príncipe Próspero pousaram nessa imagem espectral (que andava entre os convivas com movimentos lentos e solenes, como se quisesse manter-se à altura do papel), todos perceberam que ele foi assaltado por um forte estremecimento de terror ou repulsa, num primeiro momento, mas logo o seu semblante tornou-se vermelho de raiva.
- Quem ousa… ? perguntou com voz rouca aos convivas que estavam perto - quem ousa nos insultar com essa caçoada blasfema? Peguem esse homem e tirem sua máscara, para sabermos quem será enforcado no alto dos muros, ao amanhecer!
O príncipe Próspero estava na sala leste, ou azul, ao dizer essas palavras. Elas ressoaram pelos sete salões, altas e claras, pois o príncipe era um homem ousado e robusto e a música se calara com um sinal de sua mão.
O príncipe achava-se no salão azul com um grupo de pálidos convivas ao seu lado. Assim que falou, houve um ligeiro movimento dessas pessoas na direção do intruso, que, naquele momento, estava bem ao alcance das mãos, e agora, com passos decididos e firmes, se aproximava do homem que tinha falado. Mas por causa de um certo temor sem nome, que a louca arrogância do mascarado havia inspirado em toda a multidão, não houve ninguém que estendesse a mão para detê-lo; de forma que, desimpedido , passou a um metro do príncipe e, enquanto a vasta multidão, como por um único impulso, se retraía do centro das salas para as paredes, ele continuou seu caminho sem deter-se, no mesmo passo solene e medido que o distinguira desde o inicio, passando do salão azul para o púrpura , do púrpura para o verde , do verde para o alaranjado, e desse ainda para o branco , e daí para o roxo, antes que se fizesse qualquer movimento decisivo para dete-lo. Foi então que o príncipe Próspero, louco de raiva e vergonha por sua momentânea covardia, correu apressadamente pelos seis salões, sem que ninguém o seguisse por causa do terror mortal que tomara conta de todos. Segurando bem alto um punhal desembainhado, aproximou-se, impetuosamente, até cerca de um metro do vulto que se afastava, quando este, ao atingir a extremidade do salão de veludo, virou-se subitamente e enfrentou seu perseguidor. Ouviu-se um grito agudo, e o punhal caiu cintilando no tapete negro, sobre o qual, no instante seguinte, tombou prostrado de morte o príncipe Próspero. Então, reunindo a coragem selvagem do desespero, um bando de convivas lançou-se imediatamente no apartamento negro e, agarrando o mascarado, cuja alta figura permanecia ereta e imóvel à sombra do relógio de ébano, soltou um grito de pavor indescritível, ao descobrir que, sob a mortalha e a máscara cadavérica, que agarravam com tamanha violência e grosseria, não havia qualquer forma palpável.


E então reconheceu-se a presença da Morte Escarlate. Viera como um ladrão na noite. E um a um foram caindo os foliões pelas salas orvalhadas de sangue, e cada um morreu na mesma posição de desespero em que tombou no chão. E a vida do relógio de Ébano dissolveu-se junto com a vida do último dos dissolutos. E as chamas dos braseiros extinguiram-se. E o domínio ilimitado das Trevas, da Podridão e da Morte Escarlate estendeu-se sobre tudo.

Espíritos Negros


Muitas pessoas pensam que o sobrenatural e uma mera bobagem,já outros tem curiosidades em ver um espirito,pois bem essa e minha historia,sou de uma familia de mediuns,cada qual de forma diferente do outro,meu irmão mais velho ver e fala com eles,meu pai tambem pode velos,diferente dos meus outros irmãos sonos desenvolvemos isso com mais facilidade,não se escolhe você já nasce assim,eu nao poia velos mais era muito curioso a respeito disso,estava na casa de minha namorada com um amigo,que tambem e medium,em uma brincadira de contar historias assombradas em uma noite de lua cheia ,minha namorada e sua irmã ficaram com muito medo,mais continuamos falando ate que em um momento em que ele parou de falar eu pude ver dois espíritos em pé perto da porta,não falei nada para não assustar ninguem mais mais des desse dia fui atormentado,e meu amigo incorporou varios deles eu tive que lutar contra ele muitas vezes par ele não se machucar,ate ai eu estava cuidando  dele mais,foi quando fui para casa da mãe de minha namorada que pude perceber que eu realmente estava bem proximo deles.tinha pelo menos umas sete pessoas no quarto,todas conversando,quando derrepente so ficou eu e minha namorada,ela falou que não estava com sono mais no mesmo instante ela durmiu um sono profundo,fio quando deu 12hs da noite meus olhos começaram a pesar tanto que nao aguentei fui fechando bem devagar e antes de fechar totalmente vi uma criatura monstruosa que caia em cima de mim,pude ver em todos os detalhes,não tinha olhos nem nariz ,suas mãos eram enormes seu cabelo era gigantesco e todo espalhado na ponta de um dos lados tinha uma caveira suas roupas estavam toda rasgada,quando caiu em cima de mim parecia que tinha 10 homens em cima de mim,foi ai que pensei estar sonhando masi podia sentir que nao pois ainda esta com os olhos abertos estava com a mão  em cima da perna de minha namorada mais nao conseguia me mover nem falar foi ai que pensei vou respirar bem forte pode ser que alguem perceba masi ninguem acordou então fechei os olho se me vi em um lugar escuro de joelhos rezei um pai nosso e um credo foi quando tornei eu estava com minhas pernas cruzadas uma sobre a outra ,só depois elas também acordaram quando contei elas não acreditaram,mais a mãe delas sim pois ela também já tinha visto essa criatura.Desse dia em diante não tive mais descanso,foi ai que percebi que eu também poderia ajudar outras pessoas sendo instrumento nas mãos de deus,detalho sua vida só em falar com você ,muitos tem medo mais outros se sentem bem,venho tendo sonhos com o passado que eu nem vi,com o futuro e com pessoas morrendo e que estão mortas,e outros que me contam coisas e falam comigo em sonho.

 Me sinto fora do normal e quando falo com alguém e como se eu pudesse saber o que ela ira falar,mais sei o que realmente tem la dentro de si,coisas que nem a própria pessoa sabe.Se alguém e assim gostaria de conhece-las.











Medo da Escuridão




"Ficar sozinha, com seus pensamentos, transforma a criança em uma verdadeira realizadora de filmes de terror, enchendo sua cabeça com imagens assustadoras". A frase é da psicóloga Selma Fisch e ilustra o que acontece com os pequenos quando chegar a hora de dormir. A criança não tem companhia e com as luzes apagadas não há distrações. Sua imaginação fica livre e diversas idéias vêm à mente. Mas isto não acontece apenas com os pequenos. Algumas vezes, quando os pais se deitam, também afloram muitas idéias. A diferença é que são outros medos, o salário que está curto, as contas a pagar, problemas com emprego, criação dos filhos... Porém, adultos sabem diferenciar aquilo está apenas no imaginário do que acontece na realidade. A doutora Alaídes Olmos explica, "Inicialmente existe um pensamento - no escuro aparecem fantasmas, monstros, ladrões - que criam posteriormente sentimentos de insegurança, incerteza, pavor". Dormir vendo televisão é uma técnica para não pensar demais, ocupar a mente com imagens e conseguir pegar no sono. Mas, ouvir estórias ou ver filmes de terror pode atrapalhar, aquelas personagens da ficção entram na imaginação infantil. De acordo com a doutora, "se a nossa mente é alimentada com pensamentos perturbadores que não somos capazes de dominar, eles nos dominarão". Geralmente, o medo do escuro começa a partir de um ano e meio de idade e pode durar até a adolescência. Mas, é importante lembrar que na infância as pessoas se preparam para a maturidade. As coisas vivenciadas nesta época formam caráter e personalidade. 


Se o medo não for superado, pode continuar existindo e interferir no cotidiano do adulto. Solução Os pais podem tentar ajudar. Para isto, devem observar e conversar com a criança, falar que tudo o que existe no escuro, também existe no claro. O fundamental é descobrir a causa do medo, saber quais os monstros e fantasmas aparecem quando tudo está apagado. Às vezes, o problema não é o escuro, na verdade, a criança pode temer ser abandonada pelos pais no quarto. Neste caso, o problema pode ser angústia de separação. Deixar um foco de luz aceso pode dar mais segurança à criança, é uma forma de acabar com o medo. Acima de tudo, é preciso ter paciência e compreensão. Caso não consigam ajudar, podem tentar um especialista. De acordo com Fisch, "nos casos em que a criança acorda aterrorizada durante a noite, sofre com seus pesadelos, e seus medos são intensos e freqüentes, é positivo que os pais procurem a ajuda de um psicólogo". Não é só o escuro Outros problemas também atrapalham o sono dos pequenos. É o caso do Terror Noturno, que atinge cerca de 3% das crianças e pode assustar os pais. É uma parassônia, distúrbio benigno do sono. Durante a crise, a pessoa parece estar desperta e assustada. Treme e demonstra muito medo, como se estivesse vivendo alguma situação pavorosa. Na realidade, ela está semi-acordada e não reconhece rostos. 


Dra. Olmos complementa, "apesar das manifestações serem muito fortes, no dia seguinte a criança não lembra do ocorrido". O grande problema de quem sofre do Terror Noturno é não ter um sono restaurador. Normalmente, o tratamento é simples e acontece com "medidas de higiene do sono", por exemplo, ter horários fixos para dormir e acordar. Apenas em alguns casos, é necessário tomar remédios. Mais uma parassônia complica o sono das crianças, o sonambulismo. Dormindo a criança pode realizar atividades cotidianas, como conversar, sentar na cama e tomar banho. Raramente é necessária medicação, "devem ser tomadas medidas para que a criança não se machuque ou machuque aos outros - guardar facas, fechar as janelas e portas, esconder as chaves", diz a médica. Se estes cuidados forem tomados, o sonambulismo não prejudicará em nada a criança.


A Morte Está Por Perto



Historicamente, tentativas de definir o momento exato da morte foram problemáticas. A identificação do momento exato da morte é importante, entre outros casos, no transplante de órgãos, porque tais órgãos precisam de ser transplantados (cirurgicamente) o mais rápido possível.

Morte foi anteriormente definida como parada cardíaca e respiratória mas, com o desenvolvimento da ressuscitação cardiopulmonar e da desfibrilação, surgia um dilema: ou a definição de morte estava errada, ou técnicas que realmente ressuscitavam uma pessoa foram descobertas (em vários casos, respiração e pulso cardíaco podem ser restabelecidos). A primeira explicação foi aceita, e atualmente, a definição médica de morte é conhecida como morte clínica, morte cerebral ou parada cardíaca irreversível. 



A morte cerebral é definida pela cessão de atividade eléctrica no cérebro. Porém, aqueles que mantêm que apenas o neo-córtex do cérebro é necessário para a consciência argumentam que só a atividade eléctrica do neo-córtex deve ser considerada para definir a morte. Na maioria das vezes, é usada uma definição mais conservadora de morte: a interrupção da atividade elétrica no cérebro como um todo, e não apenas no neo-córtex, é adoptada, como, por exemplo, na "Definição Uniforme de Morte" nos Estados Unidos.




Até nesses casos, a definição de morte pode ser difícil. EEGs podem detectar pequenos impulsos elétricos onde nenhum existe, enquanto houve casos onde atividade cerebral em um dado cérebro mostrou-se baixa demais para que EEGs os detectassem. Por causa disso, vários hospitais possuem elaborados protocolos determinando morte envolvendo EEGs em intervalos separados.



A história médica contem muitas referências a pessoas que foram declaradas mortas por médicos, e durante os procedimentos para embalsamento eram encontradas vivas. Histórias de pessoas enterradas vivas (e assumindo que não foram embalsamadas) levaram um inventor no começo do século XX a desenhar um sistema de alarme que poderia ser ativado dentro do caixão.



Por causa das dificuldades na definição de morte, na maioria dos protocolos de emergência, mais de uma confirmação de morte (de médicos diferentes) é necessária. Alguns protocolos de treinamento, por exemplo, afirmam que uma pessoa não deve ser considerada morta a não ser que indicações óbvias que a morte ocorreu existam, como decapitação ou dano extremo ao corpo.



 Face a qualquer possibilidade de vida, e na ausência de uma ordem de não-ressuscitação, equipes de emergência devem proceder ao transporte o mais imediato possível até ao hospital, para que o paciente possa ser examinado por um médico. Isso leva à situação comum de um paciente ser dado como morto à chegada do hospital.



SERVOS DO MISTICISMO NEGRO

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