COMO SABER SE VOCÊ ESTÁ COM UM ESPÍRITO OBSESSOR?


“Invocação do Mal” mostra que o gênero Terror tem salvação


Antes de desenvolver melhor o tema vamos definir alguns conceitos que serão utilizados para explicação do conteúdo:
OBSESSOR:
Algo ou alguém que exerce influência sobre outra parte, alterando, diminuindo, drenando ou desorganizando a sua vibração.
OBSESSOR ESPIRITUAL:
É uma entidade desencarnada, portanto extrafísica, a qual aos olhos destreinados torna-se invisível. Trata-se de um espírito em estágio menos avançado de aprimoramento moral, e por sua condição, permanece em sintonia com seres de mesma frequência vibratória, em condição de simbiose.
Existem muitas evidencias que podem indicar que você está sofrendo uma obsessão espiritual, as quais vou procurar apresentar nas próximas linhas, contudo, é importante que você entenda que a causa principal da obsessão é o seu próprio conjunto de comportamentos, pensamentos e sentimentos. Mesmo porque, a sintonia só acontece se você estabelece a mesma frequência na qual vibra o obsessor.
A culpa nunca é do obsessor!
A culpa nunca é do obsessor!
A culpa nunca é do obsessor!
Não estou louco não. Eu escrevi três vezes propositalmente para que você possa refletir sobre a importância dessa afirmação. 
Todo processo de obsessão acontece por compatibilidade, portanto o que determina a simbiose entre uma pessoa e seu obsessor é uma ligação por ressonância que respeita essas leis naturais.
Se você chegar a conclusão de que está com um obsessor espiritual, não saia correndo gritando de medo, com desespero e pânico, simplesmente pelo fato de que o obsessor que uma pessoa atrai, é a consequência de suas falhas no equilíbrio emocional, mental e na capacidade de sentir amor.
Uma vez que você perceber alguma intromissão na sua energia pessoal, a melhor forma de reverter o quadro é mudando o seu conjunto de pensamentos, sentimentos e emoções, que em outras palavras quer dizer, aumentando a sua elevação moral e o seu estado de amor.

ALGUNS SINAIS QUE PODEM INDICAR A PRESENÇA DE OBSESSÃO ESPIRITUAL:
-Falta de paciência: sentimento repentino e intenso de irritação e intolerância. Você explode fácil e não consegue se controlar;
-Irritação: você sente irritação com mais frequência, aparentemente tudo começa lhe aborrecer;
-Fragilidade emocional: qualquer coisa é motivo para que emoções fortes surjam, como choro, angustia e tristeza, mesmo com motivos sem importância;
-Dores: surgem dores nas costas e na região do estômago sem associação a nenhum problema físico ou acontecimento relacionado. Também existe a sensação de pressão na cabeça e peso nos ombros. Muitas pessoas podem sentir essas sensações por motivos diversos os quais não tem qualquer relação com a obsessão espiritual, portanto tenha cuidado ao fazer a análise. Mas em caso de haver uma associação desses sintomas com os sintomas acima citados, então as chances são muito mais reais de haver a obsessão espiritual;
-Pensamentos impróprios: sem que você queira, surgem pensamento impróprios sobre as coisas ou situações. São pensamentos que brotam no seu interior os quais não são positivos e de alguma maneira causam medo, desconforto, agressividade, paranóia ou sentimentos parecidos;
-Bocejo em excesso e cansaço físico contínuo: o bocejo é um indicador de ajuste do seu campo energético ou aura. Para que ele se organize e se harmonize em diversas situações da vida, o bocejo aparece como forma de contração e descontração da aura, promovendo assim um efeito descarga. Mas se o bocejo é muito presente e constante, pode indicar que a pessoa está precisando se limpar e não está conseguindo. O bocejo é normal, mas o excesso deve ser observado.  Já o cansaço físico permanente pode apontar problemas de ordem física e também deficiências na alimentação. Contudo, se surgirem os estados de cansaço além do que consideramos normal na vida diária, além disso, se estiverem associados aos estados citados anteriormente, pode ser um forte sinal de obsessão espiritual.



Desgraçada Sexta Feira 13




Alguns incidentes ocorridos nessa data:

Mu, terra de nossos ancestrais, foi destruído em uma sexta-feira 13, e esta seria a origem do medo deste dia, segundo o pseudo-historiador James Churchward.4
13 de Dezembro de 1968: O governo militar do Brasil decreta o AI-5, que, entre outras coisas, suspendeu direitos e garantias políticas, decretou estado de sítio no Brasil e dava poderes aos militares de fechar o Congresso.
O pior incêndio de florestas na história da Austrália ocorreu em uma sexta-feira 13 de 1939, onde aproximadamente 20 mil quilômetros de terra foram queimados e 71 pessoas morreram.
A queda do avião que levava a equipe uruguaia de rúgbi nos Andes foi em uma sexta-feira 13 de 1972. Os acontecimentos neste acidente deram origem ao livro Sobreviventes: a Tragédia dos Andes, de Piers Paul Read, e ao filme Alive (Vivos) de 1993 com direção de Frank Marshall (Resgate Abaixo de Zero).




10 demônios para você nunca esquecer



Asmodeus

Asmodeus é considerado um dos cinco príncipes do inferno abaixo de Lúcifer. É o demônio regente do sexo e da Luxúria. Também influi nas brigas entre casais. No livro deuterocanonico de Tobias, é citado como o assassino dos noivos de Sara. Deus envia o Arcanjo Rafael para guiar Tobias, encontrar Sara e prender o dêmonio nos mais altos picos terrestres. Depois de completar sua missão, o Arcanjo cura Tobit pai de Tobias e retorna para a Corte celeste.


Astaroth

Dizem certos autores de demonologia que Astaroth é um grão duque do Inferno, sendo Satanás o imperador; seus principais ajudantes são três demônios chamados Aamon, Pruslas e Barbatos. No Dicionário Infernal, Astaroth é representado como um homem desnudo com asas, mãos e pés de dragão e um segundo par de asas com plumas abaixo do principal, levando uma coroa, segurando uma serpente com uma mão e cavalgando sobre um lobo ou um cachorro.
De acordo com Sebastian Michaelis é um demônio de primeira hierarquia que seduz por meio da beleza, da vaidade, filosofías racionalistas de ver o mundo e seu adversário é São Bartolomeu, que pode proteger contra ele porque venceu as tentações de Astaroth. Inspira aos matemáticos, artesãos, pintores e outros artistas liberais, pode dar invisibilidade aos homens, pode conduzir os homens a tesouros escondidos que tenham sido enterrados por feitiços de magos e contesta a qualquer pergunta feita em forma de letras e números em varias línguas.


Lilith

Lilith é referida na Cabala como a primeira mulher do bíblico Adão, sendo que em uma passagem ela é acusada de ser a serpente que levou Eva a comer o fruto proibido. No folclore popular hebreu medieval, ela é tida como a primeira esposa de Adão, que o abandonou, partindo do Jardim do Éden por causa de uma disputa sobre igualdade dos sexos, chegando depois a ser descrita como um demônio.


Leviatã

No Satanismo, de acordo com escritor ocultista Anton LaVey, Leviatã representa o elemento Água e a direção do Ocidente. O elemento Água no Satanismo é associado com a vida e a criação, e pode ser representado por um cálice durante o ritual. Na Bíblia Satânica, Leviatã é listado como um dos Quatro Príncipes do Inferno.


Beelzebuth

Beelzebuth deformação do nome de uma divindade filistéia ou cananéia: Baal Zebub ou Baal Zebulou vulgo Belzebu, Príncipe dos Demônios, Senhor das Moscas e da pestilência, Mestre da Ordem é conhecido principalmente como O Terceiro dos Três. Tem essa nomeação por ser o terceiro demônio mais poderoso do inferno, curvando-se somente perante Lúcifer e o próprio Shaitan, de Tenebras.
Baalzebub é uma entidade amalgamada de outras duas poderosas entidades conhecidas da mitologia Cananéia e Fenícia; o deus Baal ou Bael, senhor dos trovões, agricultura e fertilidade.Também associado à morte e crueldade e Zebub, o deus das moscas e da pestilência.


Cerberus

Na mitologia grega, Cérbero era um monstruoso cão de múltiplas cabeças e cobras ao redor do pescoço que guardava a entrada do Hades, o reino subterrâneo dos mortos, deixando as almas entrarem, mas jamais saírem e despedaçando os mortais que por lá se aventurassem.


Diabo

Diabo (do latim diabolus, "caluniador" ou "acusador") é o título mais comum atribuído à entidade sobrenatural maligna da tradição judaico-cristã. Tratado como a representação do mal, em sua forma original de um anjo serafim, responsável pela guarda celestial, que foi expulso dos Céus por ter criado uma rebelião de anjos contra Deus com o intuito de tomar-lhe o trono.


Caramulhão

Um dos demônios do folclore brasileiro. Uma pessoa faz o pacto com o Capeta oferecendo-lhe sua alma, em troca de muita riqueza. Então ela procura um ovo de galinha especial, fecundado na ave pelo próprio Diabo. Daí, a pessoa leva o ovo para casa, e após 40 dias nasce um Diabinho. Pode ser chamado de Caramulhão, Cramulhão, Cramunhão ou Diabinho da Garrafa. É ele quem vai enriquecer seu dono. E no final da vida do mesmo, o Caramulhão leva a sua alma para o Inferno.


Baal

Baal (às vezes também escrito como Bael) é um dos sete príncipes do Inferno. Ele é amplamente mencionado no Antigo Testamento, como o principal ídolo pagão dos fenícios, frequentemente associada com a deusa pagã Astarté. A princípio, porém, Baal ("Senhor", "Mestre") era um título honorífico utilizado para vários deuses que eram adorados nas cidades no Levante, cognato ao acadiano Belu.


Azrael

Azrael é o Arcanjo da Morte islâmico. Ele também é o Anjo da Morte na tradição e folclore Judaíco-Cristã. 
Primeiramente conhecido como Azra,o descendente de Abraão e escriba da Babilônia. Nos primeiros anos do Cristianismo ele foi conhecido como Esdras, o profeta que profetiza a vinda do Messias. No ínicio da história cristã foi dito que Azrael subiu aos céus sem realmente morrer. Ele foi mencionado pelo herege Marcião nomeado como "Anjo da Lei".


Bônus Devil:

Ifrit

Na mitologia árabe, é o nome nomes dado a uma classe de Jinni infernais, notórios por sua grande força e astúcia.
Apresenta-se como uma enorme criatura alada constituída de fogo, que vive no subsolo e costuma freqüentar ruínas. Armas comuns nada podem contra eles, todavia, sendo suscetíveis à magia, podem se tornar vítimas ou escravos de humanos que dominam as técnicas apropriadas. Os ifrits vivem numa sociedade organizada nos moldes tribais árabes, com reis, tribos e clãs.



Ritual Negro: Causando o sofrimento dos inimigos




Acessórios:

- 1 coração de galo;
- 1 caixa de alfinetes de aço;
- 1 fotografia da pessoa;
- 1 prego de ferro:
- 1 saquinho de seda natural de cor vermelho sangue.


Ritual:

Este ritual deve ser feito uma terça-feira entre a lua nova e a lua cheia, seja entre as 7h e 8h da manhã, seja entre as 14h e as 15h.

No dia escolhido para realizar o ritual, ponha o coração do frango num prato,  e espete nele todos os alfinetes, um por um. A cada alfinete que espetar lance um malefício diferente para cima da pessoa a quem está a embruxar.
Pegue no prego e trans perce o coração de par em par, e diga:

“Que este prego te segure á vida por muito e muito tempo,
E que de nenhuma prova sejas poupada”

 

Pegue na fotografia e ponha-lhe o coração em cima.
Quando o coração estiver completamente seco (11 dias), conserve-o no saco de seda, em local escuro e apenas de si conhecido. Não o retire de lá nunca mais.
Os efeitos do feitiço começarão a fazer-se sentir passados 21 dias após o ritual.


Mas lembre-se que se você começar o ritual e não terminá-lo da forma correta você pode receber a visita indesejável de algum ser do mundo negro.

Morte




Morte , óbito  , falecimento , passamento  , ou ainda desencarne, são sinônimos usados para se referir ao processo irreversível de cessamento das atividades biológicas necessárias à caracterização e manutenção da vida em um sistema outrora classificado como vivo. Após o processo de morte o sistema não mais vive; e encontra-se morto. Os processos que seguem-se à morte (pós-mortem) geralmente são os que levam à decomposição do sistema. Sob condições ambientais específicas, processos distintos podem segui-la, a exemplo aqueles que levam à mumificação natural ou a fossilização de organismos.

A morte faz-se notória e ganha destaque especial ao ocorrer em seres humanos. Não há nenhuma evidência científica de que a consciência continue após a morte, no entanto existem várias crenças em diversas culturas e tempos históricos que acreditam em vida após a morte.

Com notórias consequências culturais e suscitando interesse recorrente na Filosofia, existem diversas concepções sobre o destino da consciência após a morte, como as crenças na ressurreição (religiões abraâmicas), na reencarnação (religiões orientais, Doutrina Espírita, etc) ou mesmo o eternal oblivion ("esquecimento eterno"), conceito esse o comum na neuropsicologia e atrelado à ideia de fim permanente da consciência após a morte.

As cerimônias de luto e práticas funerárias são variadas. Os restos mortais de uma pessoa, comumente chamado de cadáver ou corpo, são geralmente enterrados ou cremados. A forma de disposição mortuária pode contudo variar significativamente de cultura para cultura.

Entre os fenômenos que induzem a morte, os mais comuns são: envelhecimento biológico (senescência), predação, má-nutrição, doenças, suicídio, assassinato, acidentes e acontecimentos que causam traumatismo físico irrecuperável.





Tudo sobre como ver Espíritos


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De todas as manifestações espíritas, as mais interessantes são sem dúvidas aquelas pelas quais os Espíritos podem se tornar mais visíveis. Pela explicação desse fenômeno veremos que ele, como os outros, nada tem de sobrenatural. Damos inicialmente as respostas dos Espíritos a respeito do assunto.
        1. Os Espíritos podem se tornar visíveis?
— Sim, sobretudo durante o sono. Entretanto, certas pessoas os vêem também no estado de vigília, mas isso é mais raro.           
Nota de Kardec: Enquanto o corpo repousa o Espírito se desprende dos laços materiais, fica mais livre e pode mais facilmente ver os outros Espíritos e entrar em comunicação com eles. O sonho é uma recordação desse estado. Quando não nos lembramos de nada, dizemos que não sonhamos, mas a alma não deixou de ver e de gozar da sua liberdade. Tratamos aqui mais particularmente das aparições no estado de vigília. – Sobre o estado do Espírito durante o sono ver nº 409 de O Livro dos Espíritos.
            2. Os Espíritos que se manifestam pela visão pertencem a uma determinada categoria?
            —  Não; podem pertencer a todas as categorias, das mais elevadas às mais inferiores.
            3. É permitido a todos os Espíritos manifestarem-se visivelmente?
            — Todos o podem, mas nem sempre tem a permissão nem o desejo de fazê-lo.
            4. Com que fim os Espíritos se manifestam visivelmente?
            — Isso depende; segundo sua natureza, o fim pode ser bom ou mau.
            5. Como pode ser permitido, quando o fim é mau?
            — É então para por à prova aqueles que os vêem. A intenção do Espírito pode ser má, mas o resultado pode ser bom.
            6. Qual o objetivo dos Espíritos que se fazem ver com má intenção?
            — Assustar e muitas vezes vingar-se.
            7. Qual o objetivo dos Espíritos que aparecem com boa intenção?
            — Consolar os que lamentam a sua partida; provar-lhes que continuam a existir e estão perto deles; dar conselhos e algumas vezes pedir assistência para si mesmos.
            8. Que inconveniente haveria em ser permanente e geral a possibilidade de ver os Espíritos? Não seria essa uma forma de tirar a dúvida aos mais incrédulos?
            — Estando o homem constantemente cercado de Espíritos, o fato de vê-los sem cessar o perturbaria, constrangendo-o nas suas atividades, e lhe tiraria a iniciativa na maioria dos casos, enquanto, julgando-se só, pode agir com mais liberdade. Quanto aos incrédulos, dispõem de muitos meios para se convencerem, caso queiram aproveitá-los e se não estiverem cegos pelo orgulho. Sabes de pessoas que viram e nem por isso acreditam, pois dizem que se trata de ilusões. Não te inquietes por essa gente, de que Deus se encarrega.    
        Nota de Kardec: Haveria tanto inconveniente de estarmos sempre na presença dos Espíritos, como em vermos o ar que nos cerca ou as miríades de animais, microscópicos que pulam ao nosso redor. Do que devemos concluir que o que Deus faz é bem feito e que Ele sabe melhor do que nós o que nos convém.
            9. Se a visão dos Espíritos tem inconvenientes, porque é permitida em alguns casos?
            — Para dar uma prova de que nem tudo morre com o corpo e de que a alma conserva a sua individualidade após a morte. Essa visão passageira é suficiente para dar a prova e atestar a presença dos amigos ao vosso lado, não tendo os inconvenientes da visão incessante.
            10. Nos mundos mais adiantados que o nosso a visão dos Espíritos é mais freqüente?
            — Quanto mais os homens se aproximam da natureza espiritual, mais facilmente entra em relação com os Espíritos. É a grosseria do vosso corpo que torna mais difícil e mais rara a percepção dos seres etéreos.
            11. É racional assustar-se com a aparição de um Espírito?
            — Aquele que refletir a respeito há de compreender que um Espírito, seja qual for, é menos perigoso que um vivo. Os Espíritos, aliás, estão por toda parte e não tens a necessidade de vê-los para saber que podem estar ao teu lado. O Espírito que desejar prejudicar alguém pode fazê-lo sem ser visto, e até com mais segurança. Ele não é perigoso por ser Espírito, mas pela influência que pode exercer no pensamento do homem, desviando-o do bem e impelindo-o ao mal.
         Nota de Kardec: As pessoas que tem medo da solidão e do escuro, raramente compreendem a causa do seu pavor. Elas não saberiam dizer do que tem medo, mas certamente deviam recear-se mais de encontrar homens do que Espíritos, porque um malfeitor é mais perigoso em vida do que após a morte. Uma senhora de nosso conhecimento teve uma noite, em seu quarto, uma aparição tão bem definida que acreditou estar na presença de alguém e sua primeira sensação foi de pavor. Certificando-se de que ali não havia nenhuma pessoa, disse a si mesma: Parece que se trata apenas de um Espírito; posso dormir tranqüila.
            12. Aquele que vê um Espírito poderia conversar com ele?
            — Perfeitamente. E é justamente o que se deve fazer nesse caso, perguntando quem é o Espírito, o que deseja e o que se  pode fazer por ele. Se o espírito for infeliz e sofredor, o testemunho de comiseração o aliviará. Se for um Espírito benévolo, pode acontecer que tenha a intenção de dar bons conselhos.
            13. Como o Espírito poderia responder?
            — Às vezes falando, como uma pessoa viva; a maioria das vezes por uma transmissão de pensamentos.
            14. Os Espíritos que aparecem com asas realmente as têm, ou essas asas são apenas uma aparência simbólica?
            — Os Espíritos não tem asas. Não precisam delas, pois podem transportar-se por toda parte como Espíritos. Aparecem dessa forma porque querem impressionar a pessoa a que se mostram. Uns aparecerão com suas roupas habituais, outros envolvidos em panos, alguns com asas, como atributo da categoria espiritual que representam.
            15. As pessoas que vemos em sonho são sempre as que aparentam ser?
— São quase sempre as mesmas pessoas que o teu Espírito vai encontrar ou que te vêm encontrar.
            16. Os Espíritos zombadores não poderiam tomar a aparência das pessoas que nos são caras e nos iludirem?
            — Tomam aparências fantasiosas para se divertirem a vossa custa, mas há coisas com as quais não lhes é permitido brincar.
            17. Como o pensamento é uma espécie de evocação, compreende-se que possa atrair o Espírito. Mas por que, quase sempre, as pessoas em que mais pensamos, que ardentemente desejamos rever, jamais aparecem nos sonhos, enquanto vemos outras que não nos interessam e nas quais nunca pensamos?
        —  Os Espíritos nem sempre tem a possibilidade de manifestar-se visivelmente, mesmo em sonhos e apesar do desejo que tenhamos de vê-los. Causas independentes da sua vontade podem impedi-los. Quase sempre é também uma prova que o mais ardente desejo não pode afastar. Quanto às pessoas que não interessam, embora não penseis nelas, é possível que pensem em vós. Aliás, não podeis fazer uma idéia das relações no Mundo dos Espíritos, onde reencontrais uma multidão de conhecidos íntimos, antigos e novos, dos quais nem tendes a menor idéia quando acordados.
        Nota de Kardec: Quando não há nenhum meio de controlar as visões ou aparições, podemos sem dúvida levá-las à conta de alucinações, mas quando elas são confirmadas pelos acontecimentos não poderíamos atribuí-las à imaginação. Essas são, por exemplo, as aparições do momento da morte, em sonho ou no estado de vigília, de pessoas em quem não pensávamos e que, por diversos sinais, revelam as circunstâncias absolutamente inesperadas do seu falecimento. Viram-se tantas vezes cavalos empinarem e empacarem diante de aparições que assustavam os cavaleiros. Se a imaginação é alguma coisa entre os homens, seguramente nada é para os animais. Aliás, se as imagens que vemos em sonho fossem sempre conseqüência das preocupações de vigília, nada explicaria o fato, tão freqüente, de jamais sonharmos com as coisas em que mais pensamos.
            18. Por que certas visões são mais freqüentes nas doenças?
            — Elas ocorrem igualmente no estado de perfeita saúde, mas na doença os laços materiais se afrouxam e a fraqueza do corpo deixa mais livre o Espírito, que entra mais facilmente em comunicação com outros Espíritos.
            19. As aparições espontâneas parecem mais freqüentes em certas regiões. Alguns povos são mais bem dotados que outros para essas manifestações?
            — Fizeste um relatório geral das aparições? As aparições, os ruídos e todas as manifestações expandem-se igualmente por toda a Terra, mas apresentam características próprias segundo os povos em que se verificam. Entre estes, por exemplo, a escrita é pouco desenvolvida e não há médiuns escreventes; entre outros eles abundam; além disso há mais freqüência de manifestações ruidosas e de movimento de objetos que de comunicações inteligentes, porque estas são menos apreciadas e procuradas.
            20. Por que as aparições se verificam mais à noite?
            — Pela mesma razão que vês as estrelas à noite e não em pleno dia. A claridade intensa pode ofuscar uma aparição delicada. Mas é errôneo supor que a noite tenha algo de especial para isso. Interpela todos os que as viram, e constatarás que a maioria ocorre de dia.    
        Nota de Kardec: Os fenômenos de aparição são muito mais freqüentes e gerais do que se pensa, mas muitas pessoas não os revelam por medo do ridículo e outras os atribuem à ilusão. Se parecem mais abundantes em certos povos é porque esses conversam mais cuidadosamente as tradições verdadeiras ou falsas, quase ampliadas pelo fascínio do maravilhoso, a que se o aspecto das localidades se presta mais ou menos. A credulidade faz ver, então, efeitos sobrenaturais aos fenômenos mais vulgares; o silêncio da solidão, o escapamento dos caminhos, o rumorejar das florestas, o estrépito das tempestades, o eco das montanhas, a forma fantástica das nuvens, as sombras, as miragens, tudo enfim se presta à ilusão das imaginações simples e ingênuas, que propagam de boa fé aquilo que viram ou que acreditam ter visto. Mas ao lado da ficção há o real,que o estudo sério do Espiritismo consegue livrar dos acessórios ridículos da superstição.
            21. A visão dos Espíritos ocorre no estado normal ou somente durante o êxtase?
     —      Pode ocorrer em condições perfeitamente normais; entretanto, as pessoas que os vêem estão quase sempre num estado especial, próximo do êxtase que lhes dá uma espécie de dupla vista. (Ver O Livro dos Espíritos, nº 447)
            22. Os que vêem os Espíritos o fazem com os olhos?
            — Eles pensam que sim, mas na realidade é a alma que vê. A prova é que podem vê-los de olhos fechados.
            23. Como o Espírito pode tornar-se visível?
            — O princípio é o mesmo de todas as manifestações e está nas propriedades do perispírito, que pode sofrer diversas modificações, à vontade do Espírito.
            24. O Espírito propriamente dito pode fazer-se visível ou só o faz com a ajuda do perispírito?
            — Na vossa situação material o Espírito só pode manifestar-se com a ajuda do seu invólucro semimaterial. É este o intermediário pelo qual eles agem sobre os vossos sentidos. Graças a esse invólucro é que eles aparecem algumas vezes com a forma humana ou outra qualquer, seja nos sonhos ou no estado de vigília, assim a plena luz como na obscuridade.
            25. Poderíamos dizer que é pela condensação do fluido do perispírito que o Espírito se torna visível?
            — Condensação não é o termo. Trata-se apenas de uma comparação que pode ajudar a compreender o fenômeno, pois não há realmente uma condensação. Pela combinação dos fluidos produz-se no perispírito uma disposição especial, sem possibilidade de analogia para vós, e que o torna perceptível.
            26. Os Espíritos que aparecem são sempre inacessíveis ao fato e não podemos pegá-los?
            —  No estado normal de Espíritos não podemos pegá-los, como pegamos os sonhos. Não obstante, podem impressionar o nosso tato e deixar sinais de sua presença. Podem mesmo, em alguns casos, tornarem-se momentaneamente tangíveis, o que prova a existência de matéria entre eles e vós.
            27. Todos são aptos a ver os Espíritos?
            — Durante o sono, todos. Mas não quando estão acordados. No sono, a alma vê diretamente; quando estais acordados ela sofre em maior ou menor grau a influência dos órgãos. Eis porque as condições não são as mesmas nos dois casos.
            28. Como podemos ver os Espíritos em estado de vigília?
            — Isso depende do organismo, da facilidade maior ou menor do fluido do vidente de se combinar como o do Espírito. Assim, não basta o espírito querer mostrar-se; é também necessário que a pessoa a quem se quer mostrar tenha a aptidão para vê-lo.
            29. Essa faculdade pode desenvolver-se pelo exercício?
            — Pode, como todas as outras faculdades. Mas é daquelas cujo desenvolvimento natural é melhor do que o provocado, quando corremos o risco de superexcitar a imaginação. A visão geral e permanente dos espíritos excepcional e não pertence às condições normais do homem.(1)
            30. Pode-se provocar a aparição dos espíritos?
            — Pode-se algumas vezes, mas muito raramente. Ela é quase sempre espontânea. Para provocá-la é necessário que se possua uma faculdade especial.
            31. Os Espíritos podem fazer-se visíveis com outra aparência, além da humana?
            — A forma humana é a sua forma normal. O Espírito pode variá-la na aparência, mas conservando sempre o tipo humano.
            32. Não podem manifestar-se com a forma de flamas?
            — Podem produzir flamas, clarões, como qualquer outro efeito para demonstrar a sua presença, mas essas coisas não são o próprio Espírito. A flama é quase sempre apenas um efeito óptico ou uma emanação do perispírito. Em todos os casos é somente uma parte do perispírito, que só aparece inteiramente nas visões.(2)

            33. Que pensar da crença que os fogos fátuos são almas ou Espíritos?

                 —   Superstição, produzida pela ignorância. A causa física dos fogos fátuos é bem conhecida.

            34. A chama azul que apareceu sobre a cabeça de Servius Tullius, na infância, foi real ou, apenas uma lenda?

            - Era real, produzida pelo Espírito Familiar que desejava advertir a mãe. Esta, médium vidente, percebeu uma irradiação do Espírito protetor de seu filho. Os médiuns videntes variam de grau no tocante à percepção, como os médiuns escreventes variam na escrita. Enquanto essa mãe via uma chama outro médium poderá ver o próprio Espírito.(3)
            35. Os Espíritos poderiam se apresentar com a forma de animais?
           — Isto pode acontecer, mas são sempre Espírito inferiores os que tomam essas aparências. Mas seriam sempre, em todos os casos, aparências passageiras, pois seria absurdo acreditar que um animal pudesse ser a encarnação de um Espírito. Os animais são sempre animais e nada mais do que isso.(4)
        Nota de Kardec: Somente a superstição pode levar a crer que certos animais são encarnações de Espíritos. É necessário ter uma imaginação muito condescendente ou muito impressionável para ver algo de sobrenatural nas atitudes às vezes um pouco estranhas que eles tomam, mas o medo freqüentemente faz ver aquilo que não existe. Aliás o temor nem sempre é a fonte dessa idéia. Conhecemos uma senhora, por sinal muito inteligente, que estimava demais um gato preto, acreditando que ele possuía uma natureza super animal. Nunca, entretanto ouvira falar de Espiritismo. Se o tivesse conhecido, compreenderia o ridículo da causa de sua predileção, pois a doutrina lhe provaria a impossibilidade dessa metamorfose.

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13 Almas




Há quase quarenta anos um incêndio parou São Paulo. Era sexta-feira, 1º de fevereiro de 1974 (uma sexta-feira), e aproximadamente 756 pessoas distribuíam-se pelos 25 andares do Edifício Joelma (hoje nomeado Edifício Praça da Bandeira), localizado no nº 225 da Avenida Nove de Julho, Praça da Bandeira, região Central de São Paulo - Brasil.

Por volta das 08:50' um funcionário ouviu um ruído de vidros sendo quebrados, proveniente de um dos escritórios do 12º andar.
Foi até lá para verificar e constatou que um aparelho de ar condicionado estava queimando.
Em seguida foi correndo até o quadro de luz daquele piso para desligar a energia, mas ao voltar encontrou fogo seguindo pela fiação exposta ao longo da parede.
As cortinas se incendiaram rapidamente e o incêndio começou a se propagar pelas placas inflamáveis do forro.
O funcionário correu para apanhar o extintor portátil, mas ao chegar não conseguiu mais adentrar à sala, devido à intensa fumaça.
Então ele subiu as escadas até o 13º andar, alertou os ocupantes e ao tentar voltar ao 12º pavimento, encontrou densa fumaça e muito calor.
A partir daí o incêndio, sem controle algum, tomou todo o prédio.
Foram feitas várias viagens com os elevadores enquanto o oxigênio permitiu, salvando dessa forma muitas pessoas.
No final, uma ascensorista, na tentativa de salvar mais vidas, prosseguiu, mas como a fumaça havia piorado, ficou sem oxigênio e acabou falecendo no 20º andar.
Segundo perícias, a causa do incêndio foi um curto-circuito em um equipamento de ar-condicionado em um dos andares, provocando um super aquecimento na fiação elétrica, gerando o primeiro foco de fogo, o qual se espalhou por todo o edifício.

O saldo da tragédia foi de 191 mortos e mais de 300 feridos.

Muitos acreditam que os espíritos das pessoas mortas no incêndio vagueiam pelo prédio até os dias de hoje.

Uma das tragédias desse incêndio que mais impressionou, foi o fato de que (13) treze pessoas tentaram escapar por um elevador, não conseguindo, e morrendo carbonizadas em seu interior, sendo que devido ao estado dos cadáveres, os corpos não foram identificados, pois naquela época ainda não existia a análise de DNA, sendo então enterrados lado a lado no Cemitério São Pedro, localizado na Av. Francisco Falconi, 837, Vila Alpina em São Paulo.
Os corpos deram origem ao mistério das Treze Almas, e a elas são atribuídos milagres, ficando conhecidas como as 13 Almas não identificadas. 
As sepulturas atraem centenas de curiosos, principalmente às segundas-feiras, dia das almas.
Ao lado das sepulturas, foi construída a "Capela das Treze Almas", onde diariamente muitos visitantes fazem suas preces agradecendo à Deus pelas graças alcançadas e também fazendo seus pedidos.

O local ficou conhecido algum tempo depois do sepultamento das 13 vítimas não identificadas do Joelma, quando pessoas ouviram gemidos e choros misteriosos.
Assustados, procuraram verificar de onde vinha aquilo, sendo que descobriram que os gemidos e choros saiam das sepulturas das 13 vítimas.
Então sabendo como morreram (queimados), foi derramada água sobre as sepulturas, sendo que em seguida os gemidos e choros cessaram.
Sabendo do ocorrido, pessoas começaram à fazer orações para as 13 almas, pedindo graças diversas.
Muitas dizem que foram atendidas, e como agradecimento colocam faixas e "placas" com mensagens de gratidão no local.

Quem visita os túmulos das "Treze Almas" no Cemitério São Pedro, sempre pode verificar a existência de um copo com água sobre cada sepultura, isso com o objetivo de tranquilizar as almas dessas vítimas do incêndio do Edifício Joelma, as quais morreram carbonizadas em um imenso calor.






7 Personalidades Históricas que supostamente fizeram Pacto com o Diabo



O mito de que algumas personalidades famosas alcançaram grande destaque e reconhecimento entre o público e que fizeram pactos com o Diabo não é algo recente. Há tempos que algumas pessoas acusam artistas, cientistas, escritores ou músicos de possuírem relações com o Satanás e conseguirem um êxito precoce ou suspeito. Os assassinos macabros também entram nessas listas, justamente por conta de suas ações sinistras.

Evidentemente, essas especulações não são afirmações que podem ser tomadas como verdade, porém são boatos que tentam explicar as áureas estranhas que envolviam essas personalidades. Lendas urbanas ou não, veja quais são sete desses conhecidos que possuem, supostamente, misteriosas relações satânicas:


1 – Robert Johnson

Ele é conhecido por ser um dos músicos que, segundo boatos, fez pacto com o Demônio. É difícil explicar onde o mito de Johnson é iniciado, porém as histórias mais comuns dizem que ele se encontrou com o Diabo no cruzamento das estradas 61 e 49, no estado do Mississippi, e que vendeu a alma ao ser maligno.

Em troca, ele pediu para ser o melhor artista de blues de todos os tempos – o que se tornou parcialmente verdade, pois Robert se transformou um grande ícone do blues. Os mitos aumentam quando os relatos dizem que antes do tal encontro, Johnson não era detentor de qualquer dom em especial, porém que depois do acerto de contas com o Diabo suas músicas fascinaram milhões de pessoas.


2 – Charles Manson

Charles Manson é, infelizmente, um dos assassinos em série mais famosos do século XX. A vida de Manson foi atípica desde o começo: preso adolescente por inúmeros delitos, só foi solto ao completar 33 anos. Na década de 60, ele fundou um grupo misterioso e repleto de lendas chamado "Família Manson" – que foi responsabilizado por muitos crimes, como o cruel assassinato da atriz Sharon Tate (grávida de oito meses). Algumas pessoas dizem que cultos satânicos eram realizados entre os membros da "Família Manson", já que os discursos do fundador sempre tiveram um viés religioso.

Mensagens escritas nas paredes dos locais dos crimes com o sangue de vítimas também contribuíram para essas especulações. Entretanto, grandes quantidades de drogas sempre foram encontradas com o assassino; ele também foi considerado mentalmente instável. Hoje, ele cumpre prisão perpétua nos Estados Unidos. Os responsáveis judiciais pelo caso de Manson classificaram o assassino como "o homem mais maligno e satânico que já caminhou na face da Terra".


Giuseppe Tartini
3 – Giuseppe Tartini

Tartini é um famoso músico italiano que abertamente afirmou ter encontrado o Diabo em sonhos. Pode não ter sido um pacto, porém o próprio músico disse que foi uma colaboração sobrenatural. Quando Tartini tinha 21 anos, ele sonhou que o Demônio apareceu em seus sonhos e que tocou uma canção deslumbrante em um violino.  

Ao acordar, Tartini tentou reproduzir os acordes da tal canção, porém fez somente versões inferiores – segundo ele mesmo. Depois de algum tempo, ele conseguiu recriar parte da canção, originando uma de suas obras mais conhecidas: "O Trilo do Diabo". Após compor essa sonata, Tartini ficou famosíssimo e se tornou um grande músico.


4 – Urbain Grandier

A história das relações demoníacas desse padre francês são bastante curiosas. Grandier foi um sacerdote católico carismático, que chegou ao convento de Londun em 1615. Entretanto, Urbain possuía algumas características que não eram desejadas para pessoas de sua posição, como um forte desejo por mulheres.

Ele ignorou seus votos de celibato e ficou com muitas mulheres do próprio convento. Posteriormente, foi acusado de bruxaria, por envolver as freiras e obrigar que elas tivessem relações sexuais com ele. O verdadeiro ultimato contra Urbain Grandier ocorreu quando um documento foi encontrado nos seus aposentos (provavelmente forjado), em que ele escreveu em latim ter feito um pacto com o Demônio, entregando sua alma ao senhor do inferno para que ele conquistasse todas as mulheres que quisesse. Urbain morreu queimado na fogueira.


5 – Charles Baudelaire

Esse poeta precursor do simbolismo e do estilo moderno de poesia foi considerado satânico e adorador do Diabo. O principal motivo era o tal reconhecimento artístico que ele almejava – porém que quase nunca chegou. Entretanto, por possuir algumas poemas que falam de Satã (e de certa admiração por ele), Baudelaire foi tido como amigo do maligno.

Essas noções aumentaram com as constantes declarações de ateísmo do autor, que também quebrou alguns códigos morais e conceitos estabelecidos para os padrões da época. Contudo, os seus versos que glorificam o Diabo não devem ser tomados como literais, porém simbólicos – já que o demônio se tornou uma representação de rebeldia e revolução moral para o escritor.

6 – Gilles de Rais

Gilles de Rais foi um dos principais tenentes de Joana d`Arc e, provavelmente, um dos primeiros assassinos em série do mundo. Conhecido por ser extremamente cruel e violento, Rais foi feroz desde jovem – fato que o estimulou a se tornar militar. Depois que Joana d`Arc faleceu, o homem ficou mais excêntrico e instável, retornando as suas propriedades originais na cidade de Nantes; lugar em que começou a praticar suas barbaridades.

Lá, ele sequestrou, abusou, torturou e assassinou centenas de crianças e jovens, principalmente meninos. Por ser rico, suas ordens jamais eram negadas, já que dispunha de inúmeros servos. Ele se cercou de "bruxas", orquestrando rituais malignos nos seus salões em todas as madrugadas. O consideraram como adorador do Diabo por essas razões, já que ficou cada vez mais perturbado e aficionado pelos rituais, tomando ações mais dolorosas com suas vítimas. Por fim, foi denunciado e morto queimado na fogueira, em 1440.

7 – Niccolò Paganini

Paganini é um dos violinistas mais famosos de todos os tempos, comumente chamado de "Violista Diabólico". Ele possuía um aspecto um tanto cadavérico por ser magro demais, além de ter dedos exageradamente longos. A sua aparência esquisita deu origem aos boatos de que o violinista fez um pacto com o Demônio para tocar tão bem o violino – como se fosse uma moeda de troca do talento pelo físico peculiar.

Entretanto, é bastante provável que ele sofresse com a Síndrome de Marfan, cujos sintomas típicos são dedos mais longos e esqueléticos. Talvez, o mito do pacto perdurasse por que ele sempre viajava em carruagens puxadas por cavalos negros. O fato é que as lendas ao redor dele ficaram tão fortes que alguns padres rejeitaram enterrá-lo.

SERVOS DO MISTICISMO NEGRO

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