Sanatório de Waverly Hills


Sanatório de Waverly Hills

Este é o sanatório de Waverly Hill, em Kentucky nos Estados Unidos da América.  

Mas o hospital de Waverly Hill nem sempre foi assim, de facto, toda esta infra-estrutura foi erguida ao lado de um edifício muito mais pequeno que começou a ser construído em 1908 e foi inaugurado no dia 26 de Julho de 1910.

Era um edifício de apenas dois pisos que fora projectado para acolher entre 40 a 50 pessoas infectadas pela doença da tuberculose.

A tuberculose era na altura uma doença muito grave, visto que não havia cura e os antibióticos ainda não haviam sido descobertos. 

Assim, as pessoas a quem era diagnosticada esta doença incurável, tinham de ser afastadas da população porque a tuberculose é altamente contagiosa. Naquele tempo, a única coisa que os médicos aconselhavam era que essas pessoas fossem movidas para um sítio calmo e com muito ar fresco onde pudessem descansar. Por isso, o edifício foi construído numa colina rodeado de florestação.

Sanatório de Waverly Hills

Só que a tuberculose atingiu um estado epidémico, e rapidamente o pequeno hospital ficou sobrelotado. Com 140 pacientes, já bem acima da lotação máxima, havia sem dúvida a necessidade de construir um hospital muito maior.

Em Março de 1924 começa então a construção do sanatório como o conhecemos hoje. No dia 17 de Outubro de 1926 o grande hospital está pronto para começar a receber pacientes com o vírus da terrível tuberculose. Apenas pacientes com essa doença eram admitidas no sanatório, pois era esse o objectivo para o qual fora construído.

Sanatório de Waverly Hills

Estávamos perante um edifício de 5 andares com capacidade para acolher no mínimo 400 pessoas infectadas.
O tratamento dos doentes consistia basicamente em apanhar bastante ar fresco, mesmo em más condições meteorológicas os pacientes eram levados para um género de uma varanda coberta, muito descanso, ingestão de alimentos ricos em proteínas, exposição ao sol e a candeeiros de raios ultra-violeta, intervenções cirúrgicas para apertar os pulmões e injectar ar, o que permitia fechar buracos causados pela doença ou, como que numa última tentativa de salvar o paciente, eram efectuadas intervenções que consistiam na remoção das partes do pulmão infectadas, técnica mais avançada em que era necessário tirar 6 a 7 costelas do tórax do paciente. 

A nível psicológico eram também tomadas algumas medidas, manter os doentes ocupados em variadas tarefas como por exemplo a tecer cestos, fazer vassouras, colchas, toalhas e outros objectos que eram depois vendidos numa pequena loja no sanatório. Os ganhos revertiam a favor da investigação da tuberculose.
Havia também várias tomadas para auscultadores, assim os doentes podiam ouvir música, notícias, ou o que lhes interessasse.
Esta era uma forma de tirar os doentes da monotonia e mantê-los ocupados com outras coisas que não a sua doença fatal. Eram igualmente confortados com palavras de esperança por parte dos médicos e das enfermeiras.

Sabe-se que foram feitas experiências em pacientes terminais, algumas das quais incluíam choques eléctricos, na tentativa de descobrir a cura para a “Praga Branca”.
Na morgue, quando não havia mais espaço, os corpos já em estado lastimável, eram pendurados de cabeça para baixo à espera de serem levados para enterro.
Ao longo dos anos, o sanatório acolheu centenas de pessoas, a maioria não sobreviveu ao que ficou conhecido como a “Praga Branca”. Estima-se que 63.000 pessoas morreram naquele hospital.
No entanto as pessoas fizeram amizades entre elas e tentava-se despertar alegria nas pessoas, apesar da situação. Haviam diversas ocupações, como por exemplo montar a cavalo e transmissão de filmes. No natal alguém fazia de Pai Natal e as crianças saiam do edifício e podiam vê-lo a rondar com as suas renas.
O hospital dispunha dos melhores médicos e enfermeiras, todo o pessoal era altamente qualificado isso fez deste o melhor hospital da tuberculose.
De facto, eles arriscavam a sua própria vida para tentar dar uma vida melhor a estas pessoas que chegavam de todo o lado. Também não podiam sair do recinto do sanatório para precaver que a doença se espalhasse, por isso ficava em casas que foram construídas para acolher médicos, enfermeiras e todo o pessoal ao serviço do sanatório.
Ao mesmo tempo que o edifício principal estava a ser construído, foi também construído um túnel que ficou conhecido como “O Túnel da Morte”.
É um túnel com cerca de 150 metros de comprimento que vai desde o cimo da colina onde o edifício foi construído até ao vale.
O objectivo inicial era providenciar vapor aos radiadores do sanatório, por isso tinha canos que passavam através dele. Servia também de passagem ao pessoal que trabalhava no sanatório, pois no inverno fazia muito frio e isso era uma forma de se manterem quentes ao longo do percurso que tinham de fazer. 


Mas o túnel ganhou fama porque chegou uma altura em que faleciam em média 3 pessoas por hora, assim, para os outros pacientes não verem os corpos a serem levados para serem entregues às suas famílias e posteriormente enterrados, o pessoal do hospital usava o túnel para transportar os corpos desde o edifício até cá abaixo, onde eram depois entregues directamente aos familiares ou levados para as suas terras de comboio.
O túnel tinha uns degraus num lado esquerdo e um género de carris no outro. Era através dos carris que circulavam as macas que desciam auxiliadas por um sistema mecânico de ganchos que faziam assim os corpos descer até ao vale. Os carris foram entretanto retirados e já não existem nos dias de hoje.
Existe o mito de que os corpos eram literalmente atirados pelo túnel e ficavam ali em monte, mas isso não é verdade, nem sequer faz sentido.
Consta também que no quarto 502, uma enfermeira em depressão com todas aquelas mortes cometeu suicídio, atirando-se da janela.
Diz-se também que uma outra enfermeira de seu nome Mary Hillenburg, se enforcou. Há no entanto quem diga que ela foi assistida no enforcamento. Ela estaria grávida de um dos médicos e terá sido vítima de um aborto mal sucedido. Ela foi encontrada enforcada num dos canos do 5º piso. Mais tarde foi também encontrado num poço o feto resultante do aborto.
Com a descoberta dos antibióticos veio a cura para a tuberculose. A doença foi rapidamente erradicada e o sanatório de Waverly Hill encerrado em 1961, sendo os restantes pacientes transferidos para um outro hospital em Hazelwood que por sua vez viria também a encerrar em 1971. 
O sanatório foi reaberto em 1962 com o nome de Woodhaven como hospital de idosos e manteve-se assim até 1981, altura em que foi novamente encerrado por alegadas acusações de abuso dos pacientes.
Entretanto foi depois vendido e estaria destinado a ser transformado em prisão, só que houve protestos por parte da população e isso nunca chegou a ser uma realidade.
Depois de outros projectos que nunca chegariam a ser levados a cabo, o edifício foi vendido novamente em 2001 e é hoje propriedade privada pertencente a Charlie e Tina Mattingly, que organizam visitas guiadas ao sanatório. 
Por apenas 80 EUROS por pessoa é ainda possível passar uma noite inteira em busca de actividade paranormal no sanatório, de facto já vários investigadores e cadeias de televisão levaram a cabo vários estudos no seu interior.
Diz-se que este é o local mais assombrado de toda a América e foram já tiradas várias fotos de fantasmas, captados EVP’s e alguns vídeos em que é possível deixar mais que provado que este hospital é deveras uma fonte interminável de espíritos que vagueiam pelos seus corredores.
É muito frequente verem-se sombras a passar sem que haja alguém que origine essas sombras, por vezes paira no ar um cheiro a panquecas e pão, sem qualquer motivo.
Já foram vistos fantasmas por diversas pessoas, assim como pegadas molhadas sem que ninguém tenha passado por lá. 
Fala-se também numa menina com uma bola que assombra o edifício. Um dos guias ao fazer uma visita guiada encontrou uma bola e levou-a para outro piso, no final da visita a bola tinha desaparecido e foi mais tarde encontrada num outro local.
Muitas pessoas afirmam também ouvir vozes quando estão dentro do edifício. Frases como "Vai-te embora!" ou "Que raio de hospital é este?" foram inclusive gravadas quando era rodado o filme “O Túnel da Morte”. Um filme baseado em factos verídicos que conta a história de 5 raparigas que participam num jogo do medo durante 5 horas e que foi rodado precisamente no sanatório.
De noite, visitantes e seguranças afirmam que se acendem luzes inexplicavelmente nos quartos do hospital.
Em 2006 uma empresa instalou várias câmaras no edifício na noite das bruxas e a dado momento as câmaras captaram duas formas de criança que apareceram no corredor e desapareceram na parede.
Os mesmos relatos, as mesmas aparições são relatadas por várias pessoas, seria coincidência a mais toda a gente presenciar o mesmo tipo de fenómenos. 
Orbs (bolas de luz branca geralmente invisíveis a olho nú) são quase sempre captadas nas fotografias. Estas orbs podem conter vários espíritos que podem depois separar-se a determinada altura. 





Uma Entrevista com um Exocista



Por ocasião da captura de membros da seita satânica “Bestas de Satanás”, responsável por vários assassinatos rituais no norte da Itália, o vaticanista do semanário L’Espresso, Sandro Magister, entrevistou nesta semana o mais famoso exorcista do mundo, o Pe Gabriele Amorth, que a nos seus oitenta anos de idade avalia a crescente ação de de Satanás em formas culturais de hoje. 


Magister pergunta ao Pe. Amorth sobre os crimes do norte da Itália, e então examina a situação do satanismo e a ação do demônio na cultura atual. Embora com algumas duras generalizações, o exorcista italiano, que confessa que se encomenda à Virgem Maria “para que me proteja sob seu manto” antes de cada exorcismo, explica como a principal vitória do demônio é a de fazer crer que ele não existe.

Padre Amorth, primeiro as três meninas em Chiavenna, depois Erica e Omar, e agora a banda juvenil de Somma Lombardo. É Satanás quem atua neles?

Seguramente sim, os dois primeiros quase os estudei bem. Esses garotos estavam entregues ao demônio, liam livros satânicos. E que ferocidade inaudita em seus atos! Quando uma filha dá noventa e sete facadas em sua própria mãe não se pode não ver a ação do príoncipe das trevas.


Existem momentos em que está mais ativo que em outros?

Em termos gerais Satanás está sempre ativo. É o tentador desde o princípio. Faz de tudo para que o homem peque e cada vez que se realiza o mal, ele está por detrás, deixando claro que é o homem quem decide livremente seus atos. Mas também existe uma ação extraordinária do maligno: e esta é a possessão diabólica

São freqüentes os atos de possessão?

Não, são raros. É impossível dar os números precisos. Os casos de verdadeira possessão que eu atendo são numerosos, mas é porque a mim chegam os casos mais difíceis, não resolvidos por outros exorcistas. Nos primeiros anos de minha atividades, quando acolhia a todos sem filtro, a grande maioria eram doentes psíquicos, sem o demônio no meio.


Como se dá contra de que alguém está endemoniado?

Só sei durante a cura, não antes. Um sintoma inequívoco é a violentíssima, visceral aversão a tudo o que é sagrado. Lembro de um pai que temia que seu filho estivesse possuído pelo demônio e um dia, enquanto estávamos juntos à mesa, disse mentalmente por ele um Ave Maria. O garoto prorrompeu em um grito: Papai, não, cala boca!’. Depois está o falar línguas desconhecidas, a explosão de uma força sobre-humana, a levitação todas são coisas que acontecem durante os exorcismos.

Entre uma crise e outra, como vive um endemoniado?

De maneira normal. Vai a seu trabalho e ninguém sabe. Tem bem escondido seu estado. Quando sente que lhe chega uma crise se afasta, se tranca no banheiro, se descarrega, e então volta impassível a seu lugar. Isto acontece com maior razão com os endemoniados em processo de cura aos quais o exorcismo dá a força para voltar plenamente a uma vida normal. Uma coisa debe ser ressaltada: a possessão diabólica não é nem hereditária nem contagiosa.


O que une os endemoniados aos satanistas?

Acontece freqüentemente que um endemoniado se converta em tal por ter ingressado em uma seita espírita ou satânica. Entre aqueles que estou tratando há poucos desses, porque os que vêm pedir o exorcismo são os satanistas arrependidos. Mas penso que entre os satanistas existam muito mais. È muito fácil entrar nas seitas satânicas, mas muito difícil sair. Em alguns casos se arrisca a própria vida.

E que vínculo têm os satanistas com o demônio?

Há de dois tipos: aqueles que adoram o demônio, celebrando missas satânicas, têm seus sacerdotes e sua hierarquia; e aqueles que não crêem na existência personificada de Satanás, mas se entregal a atos torpes e contra a natureza. Este outro satanismo é o mais perigoso.

João Paulo II realizou exorcismos sobre três endemoniadas. Elas ficaram curadas?

A terceira nã. Venho tratando dela desde 1998 e é um caso verdadeiramente doloroso.

A parte do Papa, Como está a Igreja na crença no demônio?

Muito em queda. E o demônio está contentíssimo, porque assim tem as mãos livres para fazer seu trabalho. A Igreja passou de um extremo a outro. Para remediar a loucura da caça à bruxas, que em vez de serem exorcizadas eram queimadas, cancelou tudo, diabo e exorcismos. O resultado é regiões católicas inteiras que não têm mais exorcistas: Espanha (Na Espanha sim existe um conhecido exorcista, o Pe. Fortea –nota do tradutor-), Portugal, Alemanha, Áustria, Suíça. Eu admiro os bispos italianos. Não compreendem nada, mas pelo menos nomeiam os exorcistas. No ano passado nós, (exorcistas) italianos nos reunimos: éramos cento e setenta.

Explique-se melhor, Em que sentido os bispos “não entendem nada”?

Porque também eles, como todos os sacerdotes, estudaram no seminário. E há tempos no seminário não se ensina nada dos anjos e dos demônios, nada dos exorcismos, nada dos pecados contra o primeiro mandamento, “Não terás outro Deus fora de mim: magia, espiritismo e satanismo”.

E a cúria vaticana?

A mesma incompetência. Aprovou um novo ritual que para nós os exorcistas é um desastre. Proibe agir em caso de malefício, quando 90 por cento dos casos de possessão derivam precisamente daí. Proibe agir se não tem certeza prévia da ação diabólica, quando isso só se pode compreender quando se está atuando. Por sorte continua valendo o velho ritual. Eu uso esse, de outra forma teria que renunciar.


Vampiros e Lobisomens





A origem dos vampiros é incerta, o mais aceito pelos próprios vampiros é que tenham a sua origem ligada a Caim. Segundo a Torah Caim foi o primeiro assassino, ele matou seu irmão Abel por inveja.
Por isso Deus amaldiçoou Caim: “E agora maldito és tu, sobre a terra, que abriu a sua boca para receber o sangue de teu irmão derramado por tua mão. Quando lavrares a terra, ela não te dará mais sua força; serás fugitivo e errante na terra.” Gênesis 4.11,12. Da mesma forma que a terra recebeu sangue, Caim também receberia o sangue em sua boca. Os frutos retirados da terra, aqueles mesmos que Caim ofereceu ao Senhor, não mais o alimentaria, somente pelo sangue de animais ou dos homens ele poderia sobreviver.
Caim foi perseguido por toda a Terra, se escondeu para não ser morto. Essa é uma sina dos vampiros que por toda sua história andam pela sombra da humanidade, evitando se revelar para não serem caçados e mortos.
Então disse Caim a Deus: “Eis que hoje me lanças de sobre a terra; também devo esconder-me de tua presença…” Gênesis 4.14a. Igrejas e símbolos religiosos, principalmente os cristãos, tudo que faça referencia ao Senhor é evitado pelos vampiros até hoje.
Caim foi marcado, para afastar seus inimigos, seus dentes caninos se alongaram e os seus olhos ganharam uma nova cor, ficaram amarelos, tais características nunca foram vistas antes em nenhum mortal.
Caim se tornou errante na Terra, antes de fundar a cidade de Enoque nas terras de Nod. Casou-se, teve filhos, porém eles não carregavam a maldição de seu pai. Caim só se alimentava do sangue de seus animais. Sua vida não era muito sossegada, sempre enfrentava os que queriam sua morte. Muitos, devido às características e hábitos peculiares de Caim, consideravam-no uma aberração, o que não deixava de ser verdade.


Em uma dessas investidas contra Caim, ele para se defender, acabou mordendo seu algoz. Na luta pela sua vida, desesperado, Caim mordeu o braço de seu opositor, que no estante o enforcava e estava lhe tirando o fôlego, seus grandes dentes caninos entraram na carne do infeliz. Por um instante Caim parou o ataque, percebeu que o sangue humano é muito mais apreciável do que o animal, isso deu a chance para o inimigo fugir de sua presença.


Caim logo se lembrou do sangue de seu irmão derramado na terra e o prazer que sentira ao ver Abel agonizando, o mesmo prazer que sentiu ao morder aquele homem. Porém, isso não trouxe nenhuma alegria em seu coração, muito pelo contrário, prometeu para si mesmo nunca mais colocar o sangue humano em sua boca. Assim viveu Caim, até conhecer a morte.
- O que é isso? Meu braço está doendo muito, porque não paro de suar? Não aguento mais tanta dor – disse isso antes de desfalecer. O provedor dessas palavras é o mesmo que foi mordido por Caim. Ele estava passando por algumas transformações, ele estava se tornando um vampiro.


Depois que se tornou um vampiro, sua sede por sangue não o conteve e ele começou a atacar os seres humanos, não fizera como Caim que se alimentava do sangue animal. Um fato interessante é que os animais mordidos eram imunes a maldição ao contrário dos seres humanos. Algumas vítimas humanas morriam por causa do ataque, dependendo do sangue retirado de seus corpos, outros se transformavam em vampiros.


Isso era a maldição para os que atacassem Caim descrito na Torah. A maldição de Caim era só para ele, porém quem tentasse algo contra ele sofreria sete vezes mais a maldição, isso quer dizer que quem fosse mordido passaria a maldição para suas póstumas sete gerações de vampiros antes da maldição se desfazer.


Ao contrário de Caim, esses novos vampiros eram mortos vivos, pois tiveram que morrer para tornarem vampiros. A morte não os achou mais, pois o coração não batia em seu peito, eles adquiriram o controle da transformação, esses poderiam muito bem se misturar a multidão, sempre quando achava necessário escondiam os grandes caninos e a cor de seus olhos se tornava como antes da transformação.
O Dilúvio que ocorreu para destruir a humanidade não afetou a casta dos vampiros. Eles sobreviveram à catástrofe arquitetada pelos anjos para acabar com a humanidade.


Isso fez com que os anjos vissem potenciais inimigos na guerra que estaria por vir, pois esses vampiros já estavam condenados pela maldição, o Sheol já era destino certo a essas criaturas e Lúcifer já os estava esperando. O poder dos vampiros estava se tornando extremamente forte e perigoso para as pretensões celestiais.
Logo após o Dilúvio, Noé amaldiçoou o seu filho Cão, por vê-lo nu, envergonhado Cão saiu da presença de seu pai. Infligido pela maldição do patriarca Cão foi procurado por um individuo que lhe prometera recompensas eternas. Cão já sem esperanças e deprimido aceitou o pacto, e selou o seu destino.


O indivíduo em questão era um anjo, que desejava controlar a proliferação dos vampiros na Terra. O tal anjo concedeu poderes a Cão e a sua descendência para perseguir e matar os vampiros. Os descendentes de Cão se tornaram inimigos naturais dos vampiros, dizem que foi assim quem surgiram os lobisomens.

Quem foi Hannibal Lecter ?


Nascido na Lituânia, o seu pai era um conde lituano e a sua mãe pertencia à alta burguesia italiana. Presumivelmente é descendente dos Sforza e dos Visconti: os Sforza eram uma família de governantes temida pelos seus actos cruéis e os Visconti eram uma importante família, da região de Milão, que possuía a alcunha de "Dragão Antropófago", o que indica que as tendências canibalescas de Hannibal Lecter são uma herança de família.
Aos 6 anos de idade, Lecter passou por vários acontecimentos traumáticos de grande intensidade. Por essa época, a Lituânia sofria a devastação da Segunda Guerra Mundial, devido aos ataques alemães sobre a Rússia.
A família Lecter foi vítima das incursões alemãs pela Lituânia, tendo apenas sobrevivido Hannibal e Mischa (sua irmã) do confronto entre as tropas nazis e o exército russo. Segundo a novela de Thomas Harris, os irmãos tornaram-se cativos dos hiwis (lituanos traidores que ajudavam os nazis) após este episódio. Os hiwis, que se faziam passar por equipas da Cruz Vermelha, instalaram-se na casa de campo da família Lecter para se abrigar de um Inverno rigoroso e, ao ficarem sem alimentos, mataram Mischa e comeram-na (episódio traumático para Hannibal).
Entre 1970 e 1975, Hannibal Lecter adquire o título de Doutor em Psiquiatria no estado de Maryland, EUA.
Em 1975, o Dr. Lecter trabalha como especialista em psiquiatria nos tribunais de Maryland e Virgínia. A primeira vítima de Lecter é Mason Verger, personagem de tendências homossexuais, membro da sua lista de pacientes influentes, que adquire certa amizade com Dr. Lecter. Hannibal, a determinada altura, entorpece Verger e após pancada na nuca que o deixa tetraplégico, dá apenas a cabeça a cães mantidos em clausura e privados de alimento. Assim fica com a face totalmente deformada após ser devorada. No entanto, Mason Verger sobrevive, tetraplégico e deformado facialmente. Esta personagem é uma das duas vítimas que sobrevivem aos ataques de Lecter.


No papel de ajudante do FBI na elaboração de perfis psicológicos criminais, Lecter trava uma relação de amizade com o Agente Especial William Graham, o qual posteriormente se converterá numa das suas vítimas e a segunda (e última) a sobreviver aos seus ataques. Este facto põe a verdade ao descoberto e, em seguida, Lecter é capturado para ser sentenciado em julgamento, no qual é apresentada uma lista de 9 vítimas comprovadas até esse momento. Hannibal é condenado a nove prisões perpétuas no Hospital Forense da Cidade Independente de Baltimore.



Durante o período de reclusão de Lecter, William Graham consulta-o para que este desenvolva o perfil psicológico de um assassino, alcunhado pelo jornal sensacionalista National Tattler como "A Fada dos Dentes". Esse assassino, cujo nome real descobririam ser Francis Dolarhyde, chamava a si próprio "Dragão Vermelho", baseando-se na ilustração "O Grande Dragão Vermelho e a Mulher Vestida de Sol" de William Blake, visionário e pintor inglês.
Dolarhyde matava famílias inteiras das formas mais sórdidas e, com a participação de Lecter na investigação, estes acabam por entrar em contacto (através de carta). É então que o ex-psiquiatra instiga "Dragão Vermelho" a perseguir o Agente Especial William Graham e a sua família, por forma a se vingar do homem que o colocou na prisão.



Em O Silêncio dos Inocentes, Dr. Lecter é consultado por Clarice Starling, uma estudante da Academia do FBI. É-lhe, então, solicitado o perfil psicológico e o reconhecimento do assassino em série "Buffalo Bill", personagem que utiliza a pele das jovens mulheres a quem tira a vida para confeccionar peças de roupa.
É nesta etapa que Lecter consegue escapar da prisão e capturar algumas vítimas, entre elas, um companheiro de cela, dois guardas e o Diretor do hospital onde purgava as suas condenadas.



Após 10 anos, de O Silêncio dos Inocentes, Lecter é procurado pelo FBI como um dos 10 maiores criminosos, porém, sem sucesso. É neste conto que o autor envolve a todos em uma trama a fim de desenrolar a aventura final da personagem Lecter.
Uma vítima de Lecter, Manson Verger, uma das duas únicas vítimas a sobreviver a um ataque seu, deseja encontrá-lo para puni-lo, pelos danos causados ao seu fisico e ao psicológico. No entanto a agente especial Clarice Starling recebe uma carta de Hannibal, onde o missivista expõe-a em situações de humilhação e força, e dando pequenas pistas de seu paradeiro. Mas então Lecter é capturado por capangas de Verger colocando Starling em dúvida quanto aos seus sentimentos. A trama acaba com a fuga de Lecter acompanhado da agente starling que está cativa fisicamente e psicologicamente pelo bom doutor.




Xamanismo



O sacerdote do xamanismo é o xamã, que geralmente entra em transe durante rituais xamânicos, manifestando poderes incomuns, invocando espíritos, plantas etc., através de objetos rituais, do próprio corpo ou do corpo de assistentes e pacientes. A comunicação com estes aspectos sutis da vida pode se processar através de estados alterados de consciência. Estados esses alcançados através de batidas de tambor, danças e até ervas enteógenas.
As variações "culturais" são muitas mas, em geral, o xamã pode ser homem ou mulher, a depender da cultura, e muitas vezes há na história pessoal desse indivíduo um desafio, como uma doença física ou mental, que se configura como um chamado, uma vocação. Depois disto há uma longa preparação, um aprendizado sobre plantas medicinais e outros métodos de cura, e sobre técnicas para atingir o estado alterado de consciência e formas de se proteger contra o descontrole.
O xamã é tido como um profundo conhecedor da natureza humana, tanto na parte física quanto psíquica.
De acordo com Eliade (o.c.), entre os manchus e os tungues da Manchúria a tradição dos dons xamânicos costuma ser feita de avô para neto, pois o filho ocupa-se em prover as necessidades do pai, isso no caso dos amba saman (xamãs do clã). Os xamãs independentes seguem a sua própria vocação. O reconhecimento como xamã só pode ser feito pela comunidade inteira depois de uma prova iniciática. Ainda segundo esse autor das referências a distúrbios psicológicos (especialmente no processo de formação) o ideal iacuto de um xamã é: um homem sério, que sabe convencer os que estão à sua volta, não presunçoso nem colérico. Entre os kazak-quirguizes o baqça, guardião das tradições religiosas é também cantor, poeta, músico, adivinho, sacerdote e médico.
Talvez pela experiência do sofrimento antes da iniciação ou experiência de possessão o xamã é confundido com indivíduos portadores de distúrbio mental tipo epilepsia, histeria e psicose, Lévi-Strauss citando os estudos de Nadel e de Mauss na introdução à obra de Marcel Mauss [5] afirma que …existe uma relação entre os distúrbios patológicos e as condutas xamanísticas, mas que consiste menos numa assimilação das segundas aos primeiros do que na necessidade de definir os distúrbios patológicos em função das condutas xamanísticas… afirma ainda, baseado em estudos comparativos, que a freqüência das neuroses e psicoses parecem aumentar nas regiões sem xamanismo e que xamanismo pode desempenhar um duplo papel frente as disposições psicopáticas: explorando-as por um lado, mas, por outro canalizando-as e estabilizando-as.
Não se "é" xamã, se "está" xamã. É um estado de perfeita harmonia e integração com a natureza e o cosmos, matéria e espírito.
Estudos, testes, rituais e provas, podem não ser fatores determinantes em alguns momentos de nossas vidas. Estar em perfeito estado de equilíbrio e harmonia com tudo e com todos sendo grato ao Criador-Criadora, não pode ser garantido por vias culturais, racionais e lógicas. Não existe um método para ser xamã. Aprenda a viver a vida em harmonia, agindo sempre com amor, esta é a maior iniciação para o espírito, isto poderá torná-lo um xamã, este é o verdadeiro xamanismo. Quando perdemos a confiança em nós mesmo, quando ficamos com medo, não amamos. Neste momento não estamos xamã.



O xamã é um curador e deve incentivar o auto-conhecimento e a auto-cura, despertando em outros irmãos "sentidos" que facilitem com que percebam a Ilusão "Maya/Matrix". Um verdadeiro xamã desenvolve e aperfeiçoa suas habilidades e técnicas para servir como instrumento aos seres divinos prestando auxilio aos animais, humanos, plantas e minerais. Ao mesmo tempo que cura é curado, está conectado com a grande teia da vida. Aprende e compartilha o conhecimento, como um lobo que sempre divide sua caça com a matilha. O xamã, não se autoproclama, as pessoas o reconhecem como um xamã.



O seiðr, em muitos casos, foi descrito como uma feitiçaria realizada para "ferver" certos objetos imputados de poderes mágicos, sendo basicamente utilizado como um rito adivinhatório ou para assassinato, ou ainda como prescreve Boyer, relacionado a três ações básicas: prever o futuro, aprisionar, causar doenças/desgraças ou matar. A tradução do termo varia segundo os pesquisadores, mas geralmente é interpretada como sendo canto. Tratava-se de um ritual mágico de tipo divinatório e profético, com conotações xamanistas e uma arte mágica criada pela deusa Freyja. Era um tipo de magia extática com transe, êxtase do celebrante e cantos da assembléia, geralmente realizada durante a noite e praticada sobre uma plataforma chamada de assento para encantamento (seiðhjallr). A sua realização era conectada com sons mágicos ou encantamentos, e a melodia era considerada bonita para os ouvidos. Também compreendia fórmulas mágicas para chamar tempestades e todos os tipos de injúrias, metamorfoses e predições de eventos futuros. Criada pela deusa Freyja, era praticada especialmente por mulheres chamadas seiðkonur (sing. Seiðkona). Para Neil Price seria antes de tudo uma forma de extensão do espírito e de suas faculdades, enquanto que para Zoe Borovsky a performance do seiðr simbolizaria o modelo vertical de universo (cosmológico) da árvore Yggdrasill. Como para o xamã, a praticante de seiðr devia descer ao mundo dos mortos para relatar os ensinamentos que buscam os vivos e para efetuar certos malefícios. A magia nórdica era tanto praticada por homens quanto por mulheres, com uma nítida especialização feminina. As Sagas estão repletas de práticas mágicas, mas maiores detalhes sobre o ritual do seiðr são desconhecidos.


SERVOS DO MISTICISMO NEGRO

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