Mumificação

Princípios e Fundamentos
Mumificação é o nome do processo aprimorado pelos egípcios em que retiram-se os principais órgãos, dificultando assim a sua decomposição. Geralmente, os corpos são colocados em sarcófagos de pedra e envoltos por faixas de algodão ou linho. Após o processo ser concluído são chamadas de múmias. O processo de mumificação durava cerca de 70 dias.
A mumificação era um processo bastante complexo e demorado. O sacerdote (embalsamador) começava por retirar o cérebro do morto, com um gancho, por meio das narinas. Depois, faziam um corte no lado esquerdo do corpo, retirando os órgãos, que eram colocados em vasos próprios e guardados no túmulo, há exceção do coração, que, por ser necessário na outra vida, era recolocado no seu lugar.
Então, o corpo era coberto com natrão (cristais de sal) e deixado a secar durante 70 dias. Após esse processo, as cavidades eram cheias com linho e substâncias aromáticas, e enrolava-se o corpo com ligaduras. Os olhos eram cheios com linho ou pedras pintadas de branco. Também os animais de estimação eram por vezes embalsamados e colocados em sepulturas próprias.


Processo de mumificação



Quem foi Richard Speck ?

Richard Speck, serial killer

Richard Franklin Speck, 24 anos, lixeiro semi-analfabeto de Chicago, era fanático por quadrinhos e viciado em drogras e álcool. Tinha a frase "Born to Raise Hell" ("Nascido pra zuar", em tradução anos 90) tatuada no antebraço. Na noite de 14 de julho de 1966, completamente bêbado e armado com um revólver e uma faca, invadiu a casa de nove enfermeiras que moravam juntas. Após amarrá-las, matou-as uma a uma. A única sobrevivente foi Cotazón Amurao, de 23 anos, que se arrastou para baixo de uma cama e ficou escondida durante o massacre.

Identificado por suas digitais e reconhecido por Corazón, Speck foi acusado de assassinato em primeiro grau e setenciado à cadeira elétrica em julho de 1967. Quando a Suprema Corte aboliu a pena de morte, Speck foi novamente a julgamento e condenado a 400 anos de prisão. Alegou inocência até 1978, quando finalmente confessou o crime a um repórter. Em 5 de dezembro de 1991, teve um ataque cardiaco fatal. E em maio de1996, uma emissora de Chicago pôs no ar um vídeo de duas horas contradandeado da prisão de Stateville. Na fita, Speck aparece com implantes de silicone e usando calcinhas!. Em tom cínico e recheado de gargalhadas, ele falava sobre seus crimes aberta e livremente, comentava sobre relacionamentos homossexuais que tinha na prisão e cheirava enormes carreiras de cocaína.


Em certo momento, ele afirma: "Se esses caras soubessem o quanto eu me diverti, teriam me soltado! Matar não é como na TV, onde em três segundos a vítima já era. A coisa toda leva três, quatro minutos... você tem que usar muita força!"



Edgar Allan Poe


Segundo filho de David Poe e Elizabeth Arnold, ambos atores, Edgar Poe ficou órfão ainda criança e foi adotado por um casal rico de Richmond,Virgínia, Jonh Allan e Frances Kelling Allan. Isso lhe permitiu ter uma educação de qualidade, bem como fazer uma longa viagem pela Inglaterra, Escócia e Irlanda com os pais adotivos.

Regressou aos Estados Unidos em 1822 e continuou seus estudos sob a orientação dos melhores professores dessa época. Dois anos depois, entrou para a Universidade de Charlotesville, distinguindo-se tanto pela inteligência quanto pelo temperamento inquieto, que o levou a ser expulso da escola.

A seguir, verificou-se um período ainda pouco esclarecido na vida de Poe, no qual se registram viagens fora dos Estados Unidos. Retornou a seu país em 1829 e manifestou desejo de seguir a carreira militar. Foi admitido na célebre Academia de West Point, mas acabou expulso poucos meses depois por indisciplina.

Com a morte da mãe adotiva, John Allan voltou a casar-se, com uma mulher muito jovem que lhe deu dois filhos. Isso impediu que Poe se tornasse herdeiro da fortuna paterna e ele se afastou da casa do pai adotivo, deixando Richmond. Após um período de relativa dificuldade, conheceu uma certa prosperidade ao vencer simultaneamente os concursos de conto e poesia promovidos pela revista "Southern Literary Messager".



O fundador da publicação, Thomas White, convidou-o a dirigir a revista que rapidamente se impôs ao público. Durante dois anos, Poe esteve a frente do periódico, onde pôde exibir seu talento, que se manifestava num estilo novo, no conto e na poesia, bem como pelos artigos de crítica literária que revelavam seu rigor e sensibilidade estética.

Escritor bem-sucedido, Poe casou-se com Virginia Clemm. Entretanto, ao fim de dois anos, White cortou relações com o escritor, que já desenvolvera a doença do alcoolismo. Poe passou a produzir como "free-lancer", em grande quantidade, mas sem ganhar o suficiente para manter uma vida digna e saudável, o que o levou a afundar-se ainda mais na bebida.




A morte de sua mulher agravou o problema. O escritor passou a suicidar-se aos poucos, bebendo cada vez mais e já sofrendo os primeiros ataques de delirium tremens. Numa viagem a Nova York, para tratar de negócios, parou em Baltimore e hospedou-se numa taberna onde se distraiu durante horas bebendo com amigos. Era a noite de 6 de outubro de 1849. O escritor morreu na madrugada do dia 7, aos 40 anos.

Hoje Poe é um escritor estudado e cultuado em todo o Ocidente. Entre suas obras destacam-se: The Raven (O Corvo, poesia, 1845), Annabel Lee (poesia, 1849) e o volume Histórias Extraordinárias (1837), onde aparecem seus contos mais conhecidos, como "A Queda da Casa dos Usher", "O Gato Preto", "O Barril de Amontillado", "Manuscrito encontrado numa Garrafa", entre outros, considerados obras-primas do terror.




Freddy Krueger


Freddy Krueger é um personagem fictício da série de filmes de terror "A Nightmare on Elm Street" (no BrasilA Hora do Pesadelo; em PortugalPesadelo em Elm Street). Freddy é um assassino de crianças da fictícia Springwood, Ohio, que após ser queimado por pais vingativos passa a atacar adolescentes em seus sonhos, matando-as no mundo real por tabela. O facto de ter o poder de controlar os sonhos das pessoas e matá-las durante o sono, valeu-lhe as alcunhas de "Lorde dos Pesadelos" e "Senhor dos Sonhos". Robert Englund foi o intérprete original de Freddy, participando de oito filmes mais um crossover com Jason Voorhees da série Friday the 13th. Em um remake do filme original lançado em 2010, Freddy é interpretado por Jackie Earle Haley. Freddy também aparece como um personagem jogável no jogo Mortal Kombat (2011).

Frederick Charles Krueger, nascido em Springwood, Ohio em 2 de Novembro de 1938, é fruto de um estupro coletivo ocorrido num velho manicômio da Rua Elm, quando a freira Amanda Krueger foi trancada junto com cem internos por dias. Durante toda a sua vida, ele foi capaz de se lembrar dos gritos de sua mãe. Amanda imediatamente põe o filho para adoção, e alguns anos depois, Freddy foi adotado por um velho alcoviteiro, Sr. Underwood, que viu utilidade no menino como atração de bêbados curiosos na pequena e imunda rua, repleta de prostitutas e drogados. O jovem apanhava constantemente do padrasto, que o tratava como um nada, tirando sangue e deixando-o cheio de marcas roxas pelo corpo. Após uma surra, em que quase foi morto, o jovem Freddy matou Underwood com uma lâmina - a mesma que Freddy usava para se cortar, devido ao abuso do padrasto e dos colegas.
Freddy começou a trabalhar em uma fábrica, casou-se e teve uma filha. Porém ao mesmo tempo começa a matar crianças, usando um carrinho de sorvete para atraí-las e mais tarde matá-las na sala da caldeira onde trabalha. Em 1966, sua esposa Loretta descobriu instrumentos de tortura no porão de casa (o principal sendo uma luva com lâminas afiadas nos dedos), e viu que seu marido era o "retalhador de Springwood". Freddy estrangulou-a em frente à filha Katherine. A filha delatou-o para as autoridades e Freddy foi preso, mas acabou sendo solto por não terem assinado um mandado de busca.
Os moradores furiosos, conduzidos pelo tenente Thompson e sua esposa Marge, haviam decidido se vingar do cruel assassino. Os Thompsons e os vizinhos da rua Elm colocaram gasolina no local onde Freddy passava suas noites e colocaram fogo. No momento em que estava sendo queimado, Freddy invocou os demonios dos sonhos, três cobras voadoras que tem o poder de tornar real os pesadelos das vítimas. Freddy pediu imortalidade. Em troca iria ser o maior assassino dos pesadelos.

Série de eventos

Em A Nightmare on Elm Street (1984), Freddy começa a matar adolescentes da Rua Elm enquanto estes dormem, sendo impedido por Nancy Thompson.
Em A Nightmare on Elm Street 2: Freddy's Revenge (1985), Freddy começa a povoar os pesadelos do adolescente Jesse Walsh, e passa a possuí-lo para cometer seus assassinatos. A namorada de Jesse, Lisa, salva-o.
Em A Nightmare on Elm Street 3: Dream Warriors (1987), Freddy começa a matar as crianças da rua Elm, com as poucas sobreviventes indo para um hospício. Nancy percebe que é Freddy, e com a ajuda do Dr. Neil Gordon, ajuda as sobreviventes a descobrirem seus poderes nos sonhos. Com a orientação do espírito de Amanda Krueger, Neil pára com os ataques de Freddy ao enterrar seus restos mortais em solo sagrado, mas Nancy morre.
Em A Nightmare on Elm Street 4: The Dream Master (1988), Freddy consegue se ressuscitar com os pesadelos dos protagonistas do filme anterior, sendo impedido por Alice Johnson, que conseguiu poderes de sonho de sua amiga Kristen Parker.
Em A Nightmare on Elm Street 5: The Dream Child (1989), por meio dos pesadelos do feto de Alice, Jacob, Freddy volta a atacar. Orientado pelo espírito de Amanda, Jacob consegue se libertar de Freddy, e Amanda derrota-o.
Em Freddy's Dead: The Final Nightmare (1991), o último sobrevivente da rua Elm, John Doe, é usado por Freddy para descobrir o paradeiro de sua filha, agora chamada Maggie Burroughs, que é a chave para Freddy sair de Springwood. Maggie eventualmente mata Freddy, libertando-o dos Demônios dos Sonhos e prendendo Freddy no inferno.
Em Wes Craven's New Nightmare (1994), uma entidade maligna que tomou a forma de Freddy - e se lançou no mundo real quando o personagem foi morto no filme anterior - começa a povoar os pesadelos da atriz Heather Langenkamp (Nancy), do ator Robert Englund (Freddy), e o criador da série, Wes Craven, e a partir daí cometer assassinatos em sonhos. Heather e seu filho Dylan se unem para destruir a entidade.
Em Freddy vs. Jason (2003), Freddy Krueger e Jason Voorhees estavam no inferno. Para conseguir fazer a população de Springwood voltar a temê-lo e assim ter seus poderes de volta, Freddy toma a forma da mãe de Jason, Pamela Voorhees, e pede para este voltar à Terra e causar mortes em Springwood. Tudo culmina entre uma luta entre Freddy e Jason no acampamento de Crystal Lake.
No remake de A Nightmare On Elm Street (2010), as pessoas que em sua infância foram molestadas por Freddy (que mais tarde foi morto pelos pais das crianças) começam a ter pesadelos com Freddy, que começa a matá-las. Nancy Holbrook parece matar Freddy ao puxá-lo para o mundo real, mas em seguida sua mãe tem um pesadelo com Freddy.


Feitiçarias

Feitiçaria designa a prática ou celebração de rituais, orações ou cultos com ou sem uso de amuletos ou talismãs (objectos ao qual são atribuídos poderes mágicos), por parte de adeptos do ocultismo com vista à obtenção de resultados, favores ou objectivos que, regra geral, não são da vontade de terceiros.
Pode estar relacionada com cultos às forças da natureza ou aos antepassados já falecidos, sendo que está também frequentemente relacionada com o uso de artes consideradas mágicas, à invocação de entidades , como por exemplo, espíritos, deuses, gênios ou demônios, ou o emprego de diversas formas de adivinhação.
Os praticantes e líderes da feitiçaria, designados de feiticeiros, gozavam de uma considerável influência social em diversas comunidades, sendo encarados como líderes religiosos ou conselheiros.
O Antigo Testamento repudia a feitiçaria.
No entanto, de um lado, em Êxodo, lê-se “Não permitirás que viva a feiticeira”; de outro lado, vemos em I Samuel 28: 7 a 9 o rei Saul, que havia expulso do reino as necromantes e adivinhos, consultar a pitonisa de Endor para que esta consultasse o espírito de Samuel, para que ele o aconselhasse. De uma forma geral, os teólogos afirmam que Saul foi consultar a pitonisa porque Deus não o respondia por meio dos profetas, e nem por meios tradicionais da época, porquanto tinha se afastado dele.
No Novo Testamento, assim como no Antigo, as artes mágicas são repudiadas. Os textos mais antigos do Novo Testamento, as cartas de Paulo, falam do constante intercâmbio dos cristãos primitivos com o plano invisível. No entanto, completamente diferente da feitiçaria, que era praticada por muitos povos pagãos. Como exemplos, vide I Coríntios 14; I João 4:1-3 e Tessalonissences 5: 19-21. Paulo entendia como “feiticeiro” aquele que praticava o intercâmbio com os demônios, que nos cultos pagãos eram tidos como deuses ou espíritos de mortos.

Feitiço é o gênero de magia cujo objetivo é interferir no estado mental, astral, físico e/ou na percepção que outra pessoa tem da realidade. O uso de forças, entidades e/ou energias não pertencentes ao plano físico para interferir no plano físico é magia mas não é feitiçaria, tendo fins muito diversos da interferência no estado mental, astral, físico e/ou na percepção que o sujeito tem da realidade. Cumpre ainda acrescentar que, sendo um dos princípios lapidares da bruxaria jamais interferir no livre-arbítrio de outrem, a feitiçaria deve ser utilizada exclusivamente para fins curativos e, sobretudo, para recuperação em casos de depressão em que a vítima não tem condições de agir por si. Enfeitiçar para fins egoístas consiste, portanto, em mau uso desta prática, geralmente ocorrendo como resultado da usurpação de algum conhecimento sagrado por pessoas pouco evoluídas espiritualmente e não ligados a nenhuma Tradição Bruxa.
Nos dias atuais, devido à sua eficácia, a Feitiçaria vem sendo utilizada por inúmeros segmentos religiosos, tanto para as denominadas religiões como para as denominadas cultos... A partir do século IXX, a Feitiçaria deixou de ser praticada com exclusividade e acabou se incorporando a outros segmentos cuja doutrina é semelhante à sua prática; No Brasil temos grandes Mestres da Feitiçaria, sendo que alguns levam uma vida aparentemente comum, praticam a Feitiçaria de forma oculta; Dentre alguns nomes conhecidos da Feitiçaria podemos citar Maga Magali, Maga Athalanta, Maga Lúmina-Ra, Mago Vitor Jadim, Mago Barão, Mago Magnus e Mago Excelco; Nas práticas atuais a Feitiçaria é utilizada para alcançar auxílio na saúde, na vida profissional, social, amorosa e até mesmo para resolver problemas familiares, totalmente diferente do que era praticado quando surgiu e era praticada por Feiticeiros que se dedicavam única e exclusivamente à sua pratica.

MALDIÇÃO DO FARAÓ



A Maldição do Faraó é a crença de que qualquer pessoa que perturbe a múmia de um faraó do Egito antigo, cai por uma maldição pela qual a vítima morrerá em breve. A Maldição do Faraó é uma lenda contemporânea que surgiu no início do século XX, ninguém sabe exatamente quem é o iniciador, mas a mídia, ao mesmo tempo tornou uma lenda de renome internacional.
Havia uma crença de que as tumbas dos faraós tinham maldições escritas sobre elas ou nos seus arredores, uma advertência a aqueles que sabem ler não entrassem. Há casos ocasionais de maldições que aparecem no interior ou na fachada de uma tumba, como no caso do mastaba de Khentika Ikhekhi da 6ª dinastia em Saqqara. Estas parecem ser mais dirigida para os sacerdotes ka para proteger cuidadosamente a tumba e preservar a pureza ritual, em vez de uma advertência aos ladrões em potencial. Embora tivesse havido histórias de maldições que remontam ao século XIX, elas se multiplicaram na sequência da descoberta de Howard Carter do túmulo de Tutankhamon.
Quando, em 1922, a tumba do rei Tut foi aberta por Howard Carter, as histórias ficaram mais próximas da realidade, porque nunca antes alguém tinha encontrado uma tumba intacta.
Assim, dá para imaginar a empolgação da imprensa ao testemunhar a abertura da tumba. Que emoção, abrir uma tumba que estava lacrada e respirar o ar de milhares de anos.
Voltando para trás na história, antes de encontrar a tumba, ainda na Inglaterra, Carter comprou um canário e o levou com ele para o Egito. No local das escavações, os operários disseram que o pássaro dourado traria boa sorte.
No dia em que foi encontrado o primeiro degrau, o que significava que tinham encontrado alguma coisa, Carter entrou em sua tenda, bem a tempo de ver uma cobra comendo o seu canário.
Talvez esse tenha sido o primeiro acontecimento da Maldição de Tutankhamon. Depois disso, em 1923, ainda no Egito, Lorde Carnavon foi mordido por um mosquito e o local infeccionou, o que o levou a morte cinco meses depois da descoberta da tumba.
Conta a lenda que, no momento em que Carnavon morria no Egito, sua cadela também morria na Inglaterra. Ainda dizem que todas as luzes da cidade do Cairo (Egito) se apagaram e acenderam diversas vezes no momento da morte de Lorde Carnavon.
A imprensa publicou uma inscrição que havia na parte externa de um santuário, onde estavam os Vasos Canopos. Essa inscrição dizia:



Aos que entrarem na tumba sagrada, as asas da morte visitarão em breve.

Ainda publicada na época, a inscrição num tijolo de barro encontrado em frente de uma estátua do deus Anúbis foi traduzida assim:



Matarei todo aquele que adentrar o recinto sagrado do grande rei...

Há outras maldições também importantes, além das muito conhecidas que estão relacionadas ao rei Tut. O Dr. Zahi Hawass, conta que na tumba de Petety e sua esposa, havia a seguinte maldição:



Escutem todos!
O sacerdote de Hathor castigará em dobro aquele que
entrar nesta tumba ou fizer qualquer mal a ela.
Os deuses o confrontarão, pois sou honrado pelo seu Senhor.
Os deuses não permitirão que qualquer coisa aconteça a mim.
O crocodilo, o hipopótamo e o leão devorarão aquele que causar
qualquer malefício a minha tumba.

Há diversos tipos de maldições nas tumbas, sempre ameaçando quem perturbar o morto: ou será assombrado por toda vida, ou julgado pelo grande deus ou mesmo, seus descendentes serão varridos do planeta.












A casa mal assombrada


Casa assombrada ou Casa mal-assombrada é o nome dado a uma casa onde supostamente acontecem eventos insólitos sem que se encontre uma causa física para os mesmos. Tais eventos podem ir desde ruídos ou movimentação de objetos até alegadas aparições de vultos mais ou menos distintos aos quais se chama deassombrações ou fantasmas.
Doutrina Espírita explica que esses fenômenos são produzidos por espíritos desencarnados que, para produzirem efeitos físicos como ruídos, movimento de objetos e sua própria aparição, se valem do ectoplasma produzido por um ou mais dos moradores que, geralmente sem o saber, possuem mediunidade extensiva.
Esses espíritos, ainda segundo a Doutrina Espírita, podem produzir tais efeitos com mais de um objetivo. Podem ser espíritos levianos querendo se divertir provocando o medo dos moradores, podem ser espíritos desejosos de se comunicarem, podem ser os espíritos de antigos moradores que ainda se julgam donos da casa, podem ser desafetos dos moradores atuais que querem perturbá-los emocionalmente ou, ainda, estarem ali por outros motivos.
O conhecimento da Doutrina Espírita e, particularmente, dos mecanismos da mediunidade é dito essencial para que quem mora em uma casa assombrada saiba como lidar com a questão. O Capítulo IX de O Livro dos Médiuns trata especificamente dos lugares assombrados, se bem que, para compreendê-lo, é recomendável a leitura de toda a obra.






Jack, o Estripador


Jack, o Estripador (em inglês: Jack the Ripper) foi o pseudônimo dado a um assassino em série não-identificado que agiu no distrito de Whitechapel em Londres na segunda metade de 1888. O nome foi tirado de uma carta, enviada à Agência Central de Notícias de Londres por alguém que se dizia o criminoso.
Suas vítimas eram mulheres que ganhavam a vida como prostitutas. Duas delas tiveram a garganta cortada e o corpomutilado. Teorias sugerem que, para não provocar barulho, as vítimas eram primeiro estranguladas, o que talvez explique a falta de sangue nos locais dos crimes. A remoção de órgãos internos de três vítimas levou oficiais da época a acreditarem que o assassino possuía conhecimentos anatômicos ou cirúrgicos.[1]
Os jornais, cuja circulação crescia consideravelmente durante aquela época,[2] deram ampla cobertura ao caso, devido à natureza selvagem dos crimes e ao fracasso da polícia em efetuar a captura do criminoso — que tornou-se notório justamente por conseguir escapar impune.[3][4]
Devido ao mistério em torno do assassino nunca ter sido desvendado, as lendas envolvendo seus crimes tornaram-se um emaranhado complexo de pesquisas históricas genuínas, teorias conspiratórias e folclores duvidosos. Diversos autores, historiadores e detetives amadores apresentaram hipóteses acerca da identidade do assassino e de suas vítimas.
Em meados do século XIX, a Inglaterra experimentou um rápido influxo de imigrantes irlandeses, que incharam a população de desfavorecidos tanto no interior quanto nas principais cidades inglesas. A partir de 1882, refugiados judeus, escapando dos pogroms da Rússia czarista e do leste europeu, aumentaram ainda mais os índices de superpopulação, desemprego e falta de moradia.[3] Londres, particularmente nas regiões do East End e Whitechapel, tornou-se cada vez mais sobrecarregada, resultando no desenvolvimento de uma imensa sub-classe econômica.[5] Esta situação de pobreza endêmica levou várias mulheres à prostituição. Em outubro de 1888, a Polícia Metropolitana de Londres estimou a existência de 1,200 prostitutas de "classe muito baixa" vivendo em Whitechapel e em aproximadamente 62 bordéis.[6] Os problemas econômicos vieram acompanhados por uma elevação contínua das tensões sociais. Entre 1886 e 1889manifestações de famintos e desempregados eram uma constante nas ruas londrinas.
Os assassinatos geralmente atribuídos a Jack o Estripador ocorreram na metade final de 1888, apesar da série de mortes brutais em Whitechapel persistirem até 1891. Parte dos assassinatos envolveram atos extremamente pavorosos, como mutilação e evisceração, narrados em detalhes pela mídia. Rumores de que os crimes poderiam estar conectados intensificaram-se em setembro e outubro, quando diversos órgãos de imprensa e a Scotland Yard receberam uma série de cartas perturbadoras de um remetente ou vários, assumindo responsabilidade por todos ou alguns dos assassinatos. Uma carta em particular, recebida por George Lusk do Comitê de Vigilância de Withechapel, incluía metade de um rim humano preservado. Principalmente devido à natureza excessivamente brutal dos crimes e a cobertura midiática dos eventos, o público passou a crer cada vez mais em um único assassino em série a aterrorizar os moradores de Whitechapel, apelidado de "Jack o Estripador" após a assinatura de um cartão-postal recebido pela Agência Central de Notícias. Apesar de as investigações não terem sido capazes de conectar as mortes posteriores aos assassinatos de 1888, a lenda de Jack o Estripador já havia se consolidado.
Os arquivos da Polícia Metropolitana mostram que a investigação teve início em 1888, eventualmente abrangendo onze asassinatos ocorridos entre 3 de abril de 1888 e 13 de fevereiro de 1891.[7] Além destes, escritores e historiadores conectaram pelo menos sete outros assassinatos e ataques violentos a Jack o Estripador. Entre as onze mortes investigadas ativamente pela polícia, chegou-se a um consenso de que cinco foram praticadas por um único criminoso, vítimas que são conjuntamente chamadas de "cinco canônicas":
  • Mary Ann Nichols (nome de solteira: Mary Ann Walker; apelido: Polly), nascida em 26 de agosto de 1845 e morta em 31 de agosto de 1888, uma sexta-feira. O corpo de Nichols foi descoberto aproximadamente às 3:40 da madrugada no terreno em frente à entrada de um estábulo em Buck's Row (hoje Durward Street). Sua garganta sofreu dois cortes profundos, e a parte posterior do abdômen foi parcialmente arrancada por um golpe intenso e irregular. Havia também diversas incisões pelo abdômen, e três ou quatro cortes similares no lado direito causadas pela mesma faca. Nichols foi descrita como tendo uma aparência bem mais jovem do que seus 43 anos sugeriam.
  • Annie Chapman (nome de solteira: Eliza Ann Smith; apelido: Dark Annie), nascida em setembro de 1841 e morta em 8 de setembro de 1888, um sábado. O corpo de Chapman foi descoberto aproximadamente às 6:00 da manhã no quintal de uma casa em Hanbury Street, Spitafields. Assim como Mary Ann, sua garganta foi aberta por dois cortes, um mais profundo que o outro. O abdômen foi completamente aberto, e o útero, removido.
  • Elizabeth Stride (nome de solteira: Elisabeth Gustafsdotter; apelido: Long Liz), nascida na Suécia em 27 de novembro de1843 e morta em 30 de setembro de 1888, um domingo. O corpo de Stride foi descoberto próximo à 1:00 da madrugada, no chão da Dutfield's Yard, na Berner Street (hoje Henriques Street), em Whitechapel. Havia uma incisão direta no pescoço; a causa da morte foi perda excessiva de sangue, a partir da artéria principal no lado esquerdo. O corte nos tecidos do lado direito foi mais superficial, estreitando-se próximo à mandíbula direita. A ausência de mutilações no abdômen lançaram incerteza sobre a identidade do assassino, além de sugerir que ele pudesse ter sido interrompido durante o ataque.
  • Catherine Eddowes (usava os nomes “Kate Conway” e “Mary Ann Kelly”, com os sobrenomes tirados de seus dois ex-maridos, Thomas Conway e John Kelly), nascida em 14 de abril de 1842 e morta em 30 de setembro de 1888, no mesmo dia da vítima anterior, Elizabeth Stride. Seu corpo foi encontrado na Mitre Square, na Cidade de Londres. A garganta, assim como nos dois primeiros casos, foi aberta por dois cortes, e o abdômen aberto por um corte longo, profundo e irregular. O rim esquerdo e grande parte do útero foram removidos. A mídia e moradores de Londres se referiram ao episódio como "evento duplo" (The Double Event).
  • Mary Jane Kelly (passou a usar o nome “Marie Jeanette Kelly” depois de uma viagem a Paris; apelido: Ginger), supostamente nascida na Irlanda em 1863 e morta em 9 de novembro de 1888, uma sexta-feira. O corpo terrivelmente mutilado de Kelly foi descoberto pouco depois das 10:45 da manhã, deitado na cama do quarto onde ela vivia na Dorset Street, em Spitalfields. A garganta foi cortada até a coluna vertebral, e o abdômen quase esvaziado de seus órgãos. O coração também foi retirado.
  • A autenticidade desta lista baseia-se não apenas na opinião dos pesquisadores, mas também em anotações feitas em particular por Sir Melville Macnaghten enquanto chefe do Departamento de Investigação Criminial no Serviço Metropolitano de Polícia, em papéis que só viriam à tona em 1959. As notas de Macnaghten refletiam apenas opiniões policiais da época, embora ele só tenha se juntado ao esquadrão um ano após os assassinatos, e suas anotações continham diversos erros factuais sobre os possíveis suspeitos.[3] Os escritores Stewart P. Evans e Donald Rumbelow alegam que as "cinco canônicas" seria um "mito do Estripador", e que o provável número de vítimas pode variar de três (Nichols, Chapman e Eddowes) a seis (as três citadas mais Stride, Kelly e Martha Tabram). Os palpites de Macnaghten sobre quais crimes teriam sido cometidos pelo mesmo assassino não era compartilhada por outros oficiais investigadores, como o inspetor Frederick Abberline.[8]
    Com exceção de Stride, cujo ataque pode ter sido interrompido, as mutilações nas cinco vítimas foram tornando-se cada vez mais sérias a medida que os crimes progrediam. Nichols e Stride não tiveram nenhum órgão removido, mas o útero de Chapman foi retirado, e Eddowes teve seu útero e rim levados, além de ser deixada com mutilações faciais. Apesar de somente o coração de Kelly ter sido removido da cena do crime, o restante de seus órgãos internos foram retirados e deixados em seu quarto.
    Os cinco assassinatos citados foram geralmente cometidos na escuridão, nas últimas horas da madrugada e sempre perto ou do final do mês ou de uma semana. Ainda assim cada caso diferia deste padrão de alguma maneira. Além das diferenças já citadas, Eddowes foi a única a ser assassinada na cidade de Londres, embora próxima dos limites de Whitechapel. Nichols foi a única vítima encontrada em rua aberta, apesar de ser uma via escura e deserta. Muitas fontes indicam que Chapman foi morta depois do nascer do sol, embora esta não tenha sido a opinião da polícia e dos legistas que examinaram o corpo.[9] A morte de Kelly pôs fim a seis semanas de inatividade do assassino (uma semana havia se passado entre as mortes de Nichols e Chapman, e três entre Chapman e o "evento duplo").
    A principal dificuldade em definir quem foi ou não uma vítima do Estripador foi o fato de ocorrer um número espantoso de ataques contra mulheres naquela mesma época. A maioria dos especialistas apontam o corte profundo na garganta, a mutilação do abdômen e dos genitais, a remoção de órgãos internos e a gradual intensidade das mutilações faciais sofridas pelas vítimas como o modus operandi do assassino.

O ETERNO JASON VOORHEES

Jason Voorhees, nascido em 13 de junho de 1946, é um personagem fictício, principal personagem dos filmes de terror da franquia Sexta-Feira 13. O assassino Jason é filho de Pamela Voorhees e Elias Voorhees.

Sua principal característica é a utilização de uma máscara de hóquei para não expor a terceiros seu horrível rosto (detalhe: ele não usa a máscara em algumas edições da série, como o segundo episódio, pois ainda não a tinha encontrado, usando antes um tipo de capuz branco). Além disso, sempre utiliza uma faca machete, embora, saiba manusear com habilidade qualquer arma branca que esteja ao seu alcance, como (machado, machadinha, cutelo,faca, lança, arpão, forcado, entre outros). Entretanto, jamais usou nenhum tipo de arma de fogo.
Jason Voorhees supostamente se afogara no lago do amor, próximo ao acampamento Crystal Lake por negligência dos monitores que no momento faziam sexo. Pamela, sua mãe, era a cozinheira do acampamento. A 13 de junho de1958, à noite, a sra. Pamela Voorhees, em um ato de vingança, executou os dois conselheiros (Claudette e Barry) e mais sete monitores. Assim, no primeiro filme da série Sexta feira 13, quem matava as pessoas não era Jason e sim Pamela. Porém, uma das monitoras conseguiu decapitar a mãe de Jason enquanto lutava contra ela. Supostamente, Jason encontrou sua mãe decapitada e voltou para aniquilar todos que cruzam seu caminho. Já o remake de 2009 mostra claramente que ele viu mesmo a mãe sendo morta e foi isso que provocou sua revolta.

  • Jason não mata crianças. Mas quando se encontra com uma, geralmente fica apenas olhando, sem nada fazer. Na parte VIII, enquanto ele próprio ainda é criança, dá um susto numa menina que cai no lago, mas a deixa ir embora.
  • No filme Freddy vs. Jason o personagem Freddy Krueger quase o mata afogado, explicando-se que como morreu afogado, Jason tem muito medo de água. Porém, em quase todos os demais filmes, é visto entrando diversas vezes na água, para aniquilar suas vítimas, como no caso da parte IV e VI (Quando pula no barco do personagem Tommy).
  • Jasom tem 1,96 metro de altura e pesa 115 kg.
  • As vítimas prediletas de Jason são jovens instrutores de acampamento.
  • Sua arma favorita no começo de carreira era o facão, mas Jason nunca foi um assassino de hábitos. Hoje, usa o que encontra pela frente, de canos gigantescos, passando por martelos e machados e até chaves de fenda.
  • Jason só aparece pessoalmente no segundo filme. Mas há duas cenas do primeiro filme que o mostram. Na primeira, sua mãe o vê se afogando no lago, enquanto ela tem um ataque de esquizofrenia. Na segunda, a personagem Alice tem um tipo de pesadelo com ele no qual o vê, ainda criança, tentando sem sucesso afogá-la (Alice é a única sobrevivente da chacina de Crystal Lake) no fim do filme. Dois meses depois (já no início de Friday the 13th Part II) Jason já adulto mata Alice em sua casa. Embora alguns fãs do filme creiam que essa última cena foi real, e não um pesadelo de Alice, isso não seria possível, pois, como foi dito, ele já aparece adulto apenas dois meses depois de Alice sonhar com ele ainda criança.
  • Só no terceiro filme (Friday the 13th Part III), Jason começa a usar a famosa máscara de hóquei (máscara do time Detroit Red Wings).

  • No quinto filme da franquia (Friday the 13th: A New Beginning), Jason novamente não é o assassino e sim Roy Burns; que após ver seu filho bastardo ser morto, tem um surto e usa a lenda de Jason para matar todos do Instituto de Saúde Mental Unger (onde seu filho era paciente).
  • No nono filme da franquia (Jason Goes to Hell: The Final Friday), é revelado que Jason teria uma irmã, Diana Kimble. No primeiro filme, a mãe de Jason o chama de "minha única criança". Assim, provavelmente Diana é sua irmã só por parte de pai.
  • Tecnicamente, Jason "só" começou a ser ressuscitado a partir do sexto capítulo – apesar de ter levado um facão no ombro e uma machadada na cabeça, ele inexplicavelmente não morria. A partir de seu retorno triunfal (um raio atinge um pedaço de metal que atravessava seu corpo enterrado), o maníaco ressuscitou mais seis vezes, inclusive por uma garota paranormal, no espaço (Jason X) ou pelo inimigo Freddy Krueger ("Freddy vs. Jason").
  • Não existe uma razão específica para o silêncio de Jason. Sabe-se que ele tem problemas mentais, mas a língua está lá. Ele certamente pensaria: "Minhas ações já falam por mim."
  • Durante os primeiros filmes, Jason corre atrás de suas vítimas. Nas seqüências dos filmes, Jason andava ao invés de correr pois conhecia toda a região de Crystal Lake ao invés de suas vítimas que corriam sem rumo. Depois do oitavo filme (Friday the 13th Part VIII: Jason Takes Manhattan) Jason parece se "teletransportar" para perto de suas vítimas.
  • A única pessoa que Jason já chegou a amar é sua mãe, Pamela Voorhees. Após ser decapitada, Jason guarda a sua cabeça em seu barraco.
  • O pai de Jason é Elias Voorhees que nunca apareceu em algum dos filmes; no sexto filme (Jason Lives: Friday the 13th Part VI) Elias apareceria no final do filme no túmulo de Jason, mas a cena foi cortada.
  • Durante a série de filmes é revelado dois modos de "matar" Jason. O primeiro (de Jason Lives: Friday the 13th Part VI) é "matar" Jason do mesmo modo e no mesmo lugar onde morreu originalmente (ser afogado no Lago Cristal). O segundo (de Jason Goes to Hell: The Final Friday) é destruir seu coração, o qual é habitado por uma criatura que tem a aparência de um verme gigante (que aparece na capa do filme) que só pode ser destruído por pessoas que tem o mesmo sangue de Jason correndo nas suas veias, como no caso da sua irmã Diane, sua sobrinha Jessica e sua sobrinha neta Stephanie Voorhees, fazendo o Jason ser soterrado pelas mãos demoníacas do inferno, na cena inicial do filme Freddy vs. Jason, quando o Jason é despertado pelo Freddy Krueger saindo debaixo da terra de onde foi morto no filme "Jason vai para o inferno".
  • Através do filme Freddy vs. Jason, conclui-se que Elm Street (o lar de Freddy Krueger) e Crystal Lake (o lar de Jason Voorhees) são lugares próximos, a distância entre essas regiões pode ser percorrida em alguns minutos de carro.
  • Jason, na maioria das vezes, mata suas vítimas com facas ou machados. Mas, algumas vezes, ele prefere usar suas próprias mãos para esmagar suas presas. Em alguns casos Jason dá em suas vítimas um abraço tão forte que as quebra ao meio. Também costuma usar um tipo de golpe esmaga crânios, onde Jason põe suas mãos na cabeça de uma pessoa e aperta até que seja literalmente esmagada.




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